Capítulo 12

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     Pela manhã meu pai estava contente a mesa, contando todos os detalhes da festa para Catarina que o ouvia atentamente em quanto servia minha mãe, ao me ver Catarina não perdeu a chance.

- e então minha pequena dormiu bem teve bons sonhos? Ela sorrir para mim irônica mente.

- sim Catarina dormir bem e não lembro se sonhei. Disse retribuindo o sorriso em quanto me sentava.

- filha precisava falar com você, vai acontecer um concurso para a construção de um lindo resort em Acapulco no México e achei que seria ótimos você participar tenho certeza que você pode ganhar também vou escrever a empresa para a licitação.

- claro pai vou trabalhar nisso será que pode me mandar as informações. Disse tomando um gole de café que por sinal estava muito quente. Minha mãe apenas observava tudo calada apenas sorrindo.

- bom querida já estou indo você vem comigo ?

- não querido eu preciso falar com a Laura, ela vai logo em seguida. Meu pai concordou com a cabeça deu um beijo em seu rosto e um no meu.

- bom vejo você no trabalho filha e vou deixar os papéis com sua secretaria.

- obrigada pai! Já sabia qual era o assunto que minha mãe queria falar e ele não me agradava em nada.

- filha sei que você não quer falar sobre esse assunto,conheço você melhor do que pensar e por isso não insisti ontem quando você fingiu que estava dormindo, filha eu amo você sabe que nunca vou fazer algo para o seu mal mais Henry me pareceu um bom homem e me confessou que gosta de você, por isso o ajudei, tudo o que eu quero é que você seja feliz!
- mãe eu sou feliz com o que tenho. Disse segurando suas mãos até Catarina se meter na conversa.

- ela tem que estar feliz senhora depois daquele beijo? Minha mãe olhou para Catarina e depois para mim.

- de que beijo Catarina está falando Laura? e antes que pudesse dizer algo Catarina já respondia:

- o que o senhor Henry deu lhe, que pena que curto lhe uma esbofetiada.

- Catarina cale essa boca ! Disse jogando um dos bolinhos que estavam na mesa em sua direção, ela apenas se desviou e explodia em gargalhadas.

- como assim Laura ele te beijos. Minha mãe falava toda sorridente.

- sim mais contra minha vontade ele me agarrou.

- não era o que parecia senhora, Laura parecia gostar muito. Catarina sabia me deixar sem graça se pudesse tirar minhas buchecha daria para fazer um molho de tomate de tão vermelhas que ficaram.

- ai ai aí Catarina....!
Me levantei da mesa Peguei minha jaqueta e sai sem falar nada Catarina ainda ria dava pra ouvir suas risada até na garagem.

Quando cheguei na construtora encontrei Matilda toda sorridente.

- Laura chegaram flores pra você e seu pai deixou alguns documentos, que deixei sobre sua mesa.

- tudo bem, obrigada Matilda. Entrei e havia um lindo arranjo de tulipas vermelhas sobre a mesa com um cartão,Peguei e o lê.

Sei que ontem me comportei mal e acabei me excedendo com aquele beijo,peço que me perdoe e aceite estas flores como um pedido de desculpas, sei que e sua favorita.

Com carinho Henry

Peguei as flores e as joguei no lixo não tinha a intenção de perdoar Henry, mais quando estava terminando de jogar as flores no lixo a porta se abriu e Henry apareceu seguido de Matilda dizendo.

- Laura eu disse pra ele esperar eu o anunciar mais ele foi entrando.

- tudo bem Matilda deixa que eu resolvo isso. Matilde concentiu com a cabeça e deixou a sala ,Henry me encarava .

- vejo que minha tentativa de desculpa falhou. Disse ele caminhando em direção ao lixeiro. por que fez isso elas não tem culpa de nada. Henry agora as remouvia da lixeira em quanto eu o observava, as vezes Henry parecia ser alguém muito diferente do que ele tentava impor à todos.

- não, não aceitei e nem vou aceita. Disse me centando na ponta da mesa enquanto ele terminava de organizar as flores.

- sabe você e mais teimosa do que imaginei. Ele falava enquanto montava novamente o aranjo de tulipas. - mais saiba que eu também sou, na verdade não tenho por que perdir desculpas por que faria tudo de novo até mesmo levar uma outra esbofetiada sua para ganhar um beijo seu novamente. Ele falava e se aproximava de mim, mais fui mais rápida e escoreguei pela mesa me afastando dele.

-fica longe de mim ou eu vou ser obrigada a pedir que retirem você daqui.

- por que você se fecha assim Laura por que não adimite que também sentiu algo quando nos beijamos.

- henry eu nunca vou poder corresponder a você meta isso na sua cabeca, nos conhecemos a apenas alguns meses como você pode achar que me conhece, você não sabe nada sobre mim. Disse furiosa, Henry tinha o dom de mi tirar do sério.

- mais quero conhece Laura eu quero conhecer! Ele dizia e se aproximava de mim.

- já falei pra ficar longe! Disse mantendo um espaço entre nós.

- tudo bem, se você disser que não sentiu nada com aquele beijo eu juro que deixo você em paz. Mesmo que eu negasse pra mim mesma eu tinha sentido algo e por isso precisava dar um basta nisso tudo, fiquei perdida em meus pensamentos tempo de mais, quando voltei a mim Henry já estava perto o suficiente pra sentir seu cheiro, ele me tomou em seus braços e colocou um de suas mão em minha cintura e sua mão em minha nuca. - vamos Laura diga que você não sentiu nada, diga isso olhando em meus olhos. Notei naquele momento que Henry era um perigo para mim ele conseguia me fazer duvidar sobre o que eu mais acreditava, sentia sua mão me puxando para junto de seu corpo sentia sua barba tocando meu rosto, sua boca estava tão perto da minha, por um momento quase ponho tudo a perder quase me rendo a seus encantos, mais tive que me fazer de forte não podia dar esse gostinho a ele.

- me solta Henry eu não senti nada você me entendeu eu não senti nada. Disse olhando fundo em seus olhos, isso me doeu mais do que pensei foram palavra difíceis de dizer, Henry me solto no mesmo instante.

- tudo bem vou comprir a minha promessa vou ficar longe de você agora seremos apenas colegas de trabalho. Henry falou tao friamente que, não conseguia explicar o por que suas palavras me doeram tanto, ele se virou pegou o aranjo de flores dizendo.

- você não as merece. Saiu da sala e bateu a porta fazer isso me doeu tanto senti um nó na garganta, mas o que estava acontecendo comigo era como se todos os meus sentimentos estivessem embaralhados, precisava sair precisava de ar. Pegue a jaqueta quando Girei a masaneta Matilda também já estava entrando.

- Laura tudo bem você parece pálida? O arranjo estava sobre a mesa de Matilda ela acompanhou meu olhar para as flores.

- Henry as deixou aqui disse que era um pedido de desculpas pelas vezes que não me tratou bem.

- claro tudo bem, Matilda vou sair desmarca todos meus compromisos por favor.

- está tudo bem mesmo. Ela parecia preocupada comigo.
- sim está tudo bem!

Cuidado com o amorOnde histórias criam vida. Descubra agora