Capítulo 17

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Amores me desculpe por postar o capítulo agora. Estou enrolada com a revisão de um livro, esqueci da hora...rsrs 

Espero que gostem do capítulo. Será que alguém já tem ideia do que acontece com esses dois? Amores para quem me perguntou o livro do Fabrício e da Valentina e único. A não ser que eles resolvam me da trabalho...rsrs mas por enquanto será apenas um mesmo. O que pode acontecer e que seja uma serie porem cada livro será uma historia diferente. Porem ainda não decidir, sobre essa turma de guardas-costas. Certeza mesmo e apenas o Fabrício e Valentina, qualquer duvida basta me chamarem no in box que será um prazer conversar com vocês. Chuva de beijos.


Fabrício Spinozza

Olho enquanto ela está deslumbrada com á visão pego a manta a estendo no chão e abro o vinho e sirvo as duas taças e a chamo de forma carinhosa sinto meu mundo no lugar ela comigo desperta todos os sonhos que pensei nunca ser possível com outra pessoa a não ser ela.

Vejo com ela gostou do jeito que a chamei seus olhos brilham como estrelas em um céu feito apenas pra ela sim meu amor, a razão da minha vida está completa novamente. Seu rosto e sempre foi tão expressivo pra mim talvez pelo fato que sei as técnicas para manter uma fachada neutra, mais tem pequenos detalhes que denuncia a naturalidade da pessoa.

- Você é uma graça Fabrício. - ela fala se sentando entre minhas pernas e encosta-se a meu peito enquanto bebe o seu vinho.

- Se a senhorita quer dizer que sou romântico, com essa frase "você é uma graça" realmente sou uma "graça" e não é com qualquer uma apenas com você. - falo e a beijo sentido seu gosto misturado com o vinho.

- Aqui é simplesmente lindo. - ela fala olhando para o rio que cruza as terras Spinoza.

- Realmente lindo esse é meu lugar preferido a paz que envolve quando olhamos essa paisagem maravilhosa. - olho para água molhando as flores que ficam envoltas do rio.

- Você já trouxe alguém aqui? - ela me pergunta enquanto beberica o seu vinho.

- Não. - digo simplesmente.

- Por que nunca se apaixonou por alguém a ponto de apresentar seu lugar preferido. - ela não sabe digo pra mim mesmo.

- Já, mas não tive tempo de compartilhar com ela meu cantinho. - miro a taça sem ver. - Eu não tive tempo de nada com ela, não andamos de mãos dadas não ficamos atoa simplesmente curtindo a companhia do outro, não tive tempo de me doar emocionalmente já que estava preocupado com a vida que levava.

- O que aconteceu com ela? - pergunta com um fio de voz.

- A vida, isso que aconteceu escolhas tomadas que nos levou por caminhos diferentes e espinhosos.

- Você tem contato com ela? Como ela está?

A viro em meu colo a deixando de lado entre minhas pernas. - Agora sim, e ela está ótima um pouco mudada, mas a mesma de certa forma.

- E qual e o nome dela? - ela pergunta e antes que eu consiga responder ela está de pé olhando a arvore que estou encostado, me levanto e abraço-a sem dizer nada, ela escutou o barulho que pra muitos teria passado despercebido. Ela me abraça e sussurra em meu ouvido.

- Ouvi um barulho de graveto se quebrando, quero que olhe entre as arvores e veja se vê algo sem olhar fixo se caso houver não reaja.

Beijo seu pescoço e faço o que ela pediu, olho entre as arvores e um movimento entre as arvores e aperto-a em meus braços deve ser alguém da agência.

- Querida não á nada. - sussurro em seu ouvido. - Vamos voltar para o almoço já deve estar quase pronto. - beijo-a e recolho as taças e entrego para ela enquanto guardo o coberto na arvore e seguimos para voltarmos para a sede e depois seguimos para casa. Deixo a moto na garagem e vamos para dentro e encontro minha mãe na sala lendo um livro.

- Já voltaram querido! Pensei que iriam ate a cidade. - ela fala deixando o livro de lado.

- Vamos outro dia na cidade mamma, tenho que resolver alguns assuntos da safra do mês antes do almoço. - Valentina fala que vai aproveitar para se refrescar antes do almoço. Dou um selinho, e ela se afasta com vergonha de minha mãe que sorrir ao ver sua timidez. Ela sobe para o quarto. E sigo ate o meu escritório pego o telefone e disco o numero ela atende no primeiro toque.

- Você mandou alguém para cá sem me avisar, já pensou se ela esta armada. - falo com raiva por saber que nem privacidade nós temos.

- Não mandei ninguém, não era meu pessoal. - ela responde e fico mais irado.

- Como não é seu pessoal? Estava em minhas terras. Ela mal chegou e já estamos sendo espionados o que acha que vai acontecer quando ela descobrir o que aconteceu em Moscou e que seus pais... - ela me interrompe.

- Ela não vai descobrir nada sobre os pais ate que seja à hora certa para isso, ela vai precisar de apoio e desde que aconteceu aquilo não é a mesma, ela se fechou novamente e seu subconsciente de alguma forma fez ela esquecer o acontecido. O que aconteceu com seu pai foi mais um aviso que nada mudou desde Moscou a vida de vocês ainda continuam ligadas.

- Você descobriu algo sobre o meu pai? - ela ficou responsável das investigações para descobrir quem o envenenou.

- Sim já estou cuidando para fechamos o cerco sobre o bando só precisamos de tempo.

- Não temos tempo e você sabe disso. Estou quase voltando a fazer o que sei fazer de melhor além de ser um CEO. - ela fala que está quase tudo certo e que depois entra em contato e desligamos.

Essa historia fica cada dia pior só o que faltava agora sermos seguidos ainda mais sendo em minhas terras. Cada dia que passa essa historia se complica mais, nem consigo imaginar quando ela descobrir o que aconteceu. Escuto o som de um carro estacionando e olho pela janela e vejo o carro da Solange ela entra e sei que agora sim pode complicar, saio do meu escritório e vou receber a Solange que ao me ver se joga em meus braços abraço-a e a afasto de mim.

- Olá Solange como tem passado? - ela é uma colega nos conheceram quando seu carro quebrou na estrada dos vinhedos e eu ajudei e descobrimos que éramos vizinhos. Nunca tivemos nada. Apesar de ser muito bela não faz o meu tipo.

- Amore como eu estaria bem sem você aqui. - ela fala fazendo biquinho e indico a sala e ela passa roçando os seios em meu peito e segui para a sala onde ao entramos encontramos minha mãe com um livro em seu colo, ela ergue os olhos do livro e vejo-a ficar seria ao olhar para Solange. Realmente não sei explicar ela nunca gostou de Solange minha mãe e bem direta mesmo sem palavras.

- Olá Solange como vai? - minha mãe fala, mas volta atenção para a Valentina que entra com um livro na mão e falando enquanto o abre.

- Dona Clarisse achei um bem... - ela para ao ver que minha mãe não esta sozinha. - me perdoem achei que a Clarisse estaria sozinha.

- Venha cá e me mostre o que você achou de tão interessante. - minha mãe fala olhando para ela, e vejo que a Valentina tem em suas mãos e o álbum de família.

- Valentina deixe-me te apresentar Solange Nogueira, Solange essa e Valentina Alves minha...

- Namorada, é um prazer conhecê-la Solange. - a olho e vejo o brilho de seus olhos ao ser avaliada por Solange. Fico surpreso ao ouvi-la falar que é minha namorada.

- Igualmente Valentina. - Solange responde como se cuspisse as palavras, enquanto Valentina senta-se ao lado de minha mãe que sorrir abrindo o álbum e falando sobre as fotos de família.

GUARDADO EM MIMOnde histórias criam vida. Descubra agora