CAPÍTULO 10

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Cada vez mais intenso eu vou esquecendo o que ele veio conversar interrompo o beijo e levanto no desespero e ele acaba caindo de cara no sofá.

— Você disse que veio conversar e seus 30 minutos já acabaram faz tempo.

— Eu sei... eu... droga... Eu perdi o controle e não resisti.

— Nossa que desculpa mais ridícula Hugo. Conta outra!

— Verdade Esla! A verdade é que eu vim para me desculpar e...

— E você acha que eu acredito? Você nem me disse que era noivo.

— Eu realmente não estava noivo quando ficamos aquele dia.

— Conta outra, eu fui apenas um passa tempo.

— Não foi! Eu precisei voltar com a Carol por pressão do meu pai e do pai dela.

— Meu deus! Em pleno século XXI e você quer quê eu acredite que foi obrigado? Sai da minha casa agora!

— A Carol está grávida Esla!

Ele fala mais alto e eu paraliso na hora, fico sem reação quando escuto, porém mais uma vez fico indignada e a raiva sobe à cabeça.

— Quem volta um noivado por causa de uma gravidez? Isso parece coisa de antigamente!

— Meu pai tem muitos negócios com o pai dela que ameaçou retirar tudo se eu não casar Esla. E os investimentos dele são quase 60% dos negócios da minha família. Entende porque eu sumi? Entende como fiquei? Eu estava pronto a te procurar no dia seguinte, eu queria te encontrar novamente. Te levar para jantar, ir ao cinema, essas coisas de casal. Aquele evento era para você estar comigo e não trabalhando naquele buffet.

Eu estou sem palavras, muda e me segurando para não chorar. Sem acreditar no que ele dizia.

— Porque você não me disse no dia seguinte? Você me deixou pensar que fui usada sem qualquer consideração e ...

E ele me beija novamente e eu me entrego aquela sensação e o beijo vai ficando mais intenso e quando percebo estamos indo para o meu quarto.
Ele vai me guiando até a parte de trás dos meus joelhos encostarem na cama. E ele me segura e vai me deitando ao mesmo tempo vou retirando o seu terno e me ajuda desfazendo a gravata.

Ele morde a minha orelha e vai descendo pelo meu pescoço e ele vai descendo a alça da minha regata e dá uma mordida leve no meu ombro. Nem parece que já passaram duas semanas que estivos juntos. Ao mesmo tempo eu ia desabotoando a camisa dele e em seguida desafivelo o cinto e quando eu já estava quase tocando seu membro ele segura as minhas mãos, as colocando acima da cabeça e enquanto uma mão prendia meus pulsos a outra apalpava, procurava, tomava meu corpo até ele segurar minha coxa e aprofundar o beijo soltando meus pulsos e desliza uma das mãos para debaixo da minha regata e depois desabotoa meu short e arrancou me deixando de calcinha e regata e beijando a minha barrica e descendo por uma perna e subindo por outra e distribuindo beijos por cima da minha calcinha de algodão.

Ele voltou a distribuir beijos na minha barriga, concentrando atenção no meu umbigo e eu estava ficando louca de desejo.

— Hugo, por favor! Eu sinto nervoso nessa parte do meu corpo..

— Não, você está sentindo tesão. - e assim ele continuou com a maravilhosa tortura.

— Tudo bem! Então anda logo porque eu estou morrendo de tesão!

— Seu pedido é uma ordem!

Ele subiu minha blusa junto com os seus beijos e dando atenção total aos meus seios, um de cada vez. Ele se levantou de repente e tirou primeiro a camisa e depois a calça e cueca de uma vez e por último os sapatos e as meias. Como da primeira vez fiquei sem fôlego e sem palavras. Eu só sabia apreciar e contar e recontar aqueles gominhos maravilhosos. E aquele membro delicioso que só de ver me deu água na boca e vontade de fazer uma bela felação.

— Parece que está apreciando muito o que vê.

— Muito!

E Hugo volta para cama e volta a beijar e à medida que suas mãos vão me explorando a sua boca vai acompanhando e sinto Hugo retirar a minha calcinha, e bem divagar ele sobe até chegar no meu ponto sensível e sinto a sua respiração bem próxima e já estou totalmente molhada.
Hugo lambe a minha abertura de ponta a ponta e eu estremeço dos pés à cabeça e logo depois ele começou a sua mágica me fazendo delirar. E o tesão era tão grande que eu não aguentei.

Esla querida, quero que goze agora na minha boca!

Eu não me aguentei, parecia que o Hugo tinha apertado um botãozinho e eu quebrei em mil pedaços, e meu corpo todo se tremia e quando eu voltava Hugo já veio para cima de mim me beijando e aos pouco me preenchendo e já estávamos em sincronia total de nossos corpo e não demorou para que tivéssemos a nossa liberação. Foi a melhor sensação da minha vida. De que pertenço à alguém, ou lugar. Mas não poderia ser.

Quando o dia começou a clarear acabamos pegando no sono profundo abraçados. E ali nos braços do Hugo nunca me senti tão em casa em toda a minha vida, era a nossa segunda vez e parecia que ele conhecia todos os meus pontos erógenos e sensíveis e eu os dele, não existia noiva, bebê ou qualquer impedimento entre a gente.
Muito ao longe começou ao longe tocar o meu despertador.

Isso mesmo, "Aline" dos Los Hermanos e quando abri os olhos Hugo me olhava e quando foquei seu rosto e principalmente seus olhos ele sorriu para mim e eu sorri de volta. Quando tentei me levantar ele não deixou e quis me beijar.

— Tá doido?! Não! Nem lavei a boca ainda! – virei na mesma hora o meu rosto, não deixando ele me beijar como érea a sua intenção.

— Não me importa! Ver você acordar é a coisa mais linda do mundo.

— Acho que você bateu a cabeça.

Ele começou a rir e Hugo rindo era a coisa mais linda de se ver. Eu estava perdida. E então me lembrei porque meu celular estava tocando.

— Meu deus! Tenho que correr! Cacete como eu pude esquecer as minhas crianças?! Não acredito! Isso é culpa sua Hugo!

— O quê? O que eu fiz?

— Você tinha 30 minutos e ficou a noite inteira.

De repente ele me abraçou por trás e senti seu membro pressionar minha bunda.

— Eu te levo! Fica calma, me diz o caminho e chegamos rápido lá.

E com beijos que foi da minha orelha até o ombro, Hugo foi me levando para o banheiro e acabamos tomando banho e fazendo amor. O quê? Fazendo amor?! Eu falei isso mesmo. Cacete! Tô muito ferrada!

Tomamos café e Hugo me deixou no orfanato em que cresci.

— Obrigada pela carona! Daqui você sabe voltar? Espera só eu tirar as coisas do carro, ok?!

— Eu não irei a lugar algum Esla! Eu quero passar o dia aqui com você.

— Mas... e seus pais, a Carol?

— Eu já liguei para a minha mãe e pedi para ela avisar ao meu pai.

— Mas...

E ele me deu um beijo e não consegui mais argumentos para ele ir embora, no fundo eu sabia que estávamos adiando a nossa despedida. Mas se havia uma chance de aproveitar que seja.

Quando passei pelo portão aqueles pequeninos estavam ansiosos e desesperados. Quase me derrubaram no chão ao me abraçar pela cintura. Apenas encolhi os ombros para Hugo que sorria para mim. E o domingo estava apenas começando.

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⏰ Última atualização: Feb 13, 2021 ⏰

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