CAPÍTULO 5

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... E eu já não conseguia mais resistir, ou melhor não queria mais resistir. Deixei minhas reservas de lado e cedi, alguns dizem ser química, outros de eletricidade, eu prefiro chamar de coisa. E então eu parei. Simplesmente parei.

— Não dá Hugo! Eu não te conheço, você pode saber até a cor da calcinha que estou usando hoje, mas...

— Rosa. — ele fala na maior cara de pau.

— O quê? O que você disse?! — estou horrorizada.

— Eu disse que a calcinha que você colocou é rosa, eu vi quando estava te beijando. — quase morri.

— Não importa a cor da minha calcinha, o fato é que não te conheço e você é um galinha. — ele me olha e se aproxima novamente, falando com aquela voz no meu ouvido. E quem resisti a uma voz no ouvido?

— Infelizmente a minha fama me precede e te garanto que 70% do que dizem é mentira. Mas pelo menos me dá o benefício da dúvida?

Então ele me beija novamente e eu esqueço todos os meus receios e de uma vez ele me pega pela bunda, me suspendendo e fazendo cruzar as minhas pernas em sua cintura e me levando direto para o meu quarto e eu não lembro mais onde eu termino e ele começa, parece que nos encaixamos perfeitamente. E sinto cada toque, cada beijo e cada vez mais vou me entregando e estar nos braços dele, parece a coisa mais certa que já fiz na vida.

Ele vai me despindo e beijando o meu corpo com uma certa venereação e fico apenas de calcinha e sutiã. Ele para e fica me olhando, o quê e deixa sem graça e quando já estava pensando em desistir ele começa a tirar a própria roupa e fica nu, e é a visão mais espetacular que tive daquele homem, com aquele pau enorme, todo musculoso, todos os "gominhos" no lugar com aquela barriga que eu poderia passar a vida lavando roupa.

Ele vai me beijando, e trilhando pela minha mandíbula e descendo pelo meu pescoço e descendo pelo vale dos meios seios ao mesmo tempos em que tira meu sutiã tão rápido que não percebi, dando total atenção começando pelo seio esquerdo, sugando e dando leves mordidas enquanto com as mão belisca o bico já durinho do outro, e depois dedicando a mesma atenção ao direito, parando de repente e eu quase chorei, porque estava quase gozando.

Então ele continuou a descer beijando minha barriga e dando atenção ao meu umbigo e tirou a minha calcinha tão devagar que parecia uma eternidade, eu estava completamente molhada aquela altura dos acontecimentos. E foi distribuindo beijos conforme foi descendo e voltando com beijos na parte interna das minhas coxas e bem devagar foi espalhando beijos, com aquela boca que parecia feita para o pecado até chegar no meu centro, que já estava mais do que pegando fogo, beijando e mordiscando, fazendo leves sucções em cima do meu clitóris já entumecido, me enlouquecendo e fazendo delicioso sexo oral, depois dedicando total atenção ao meu clitóris, intensificando as investidas da sua boca junto com seus dedos que começaram a me preencher e com uma leve pressão dos seus lábios não aguentei eu gozei tão forte que parecia que eu estava flutuando, fiquei até um pouco tonta.

E quando eu terminava de me recuperar ele foi subindo com beijos entre as minhas pernas, se inclinando na direção da sua calça que estava no chão para pegar o preservativo.

— Agora está na hora de você gritar o meu nome enquanto goza no meu pau, Ester laura. – Nunca gostei tanto do meu nome na boca de alguém, quanto na de Hugo.

— Mal vejo a hora disso acontecer ... – não consegui mais falar, apenas sentir toda aquela grandiosidade de homem me invadindo ao ponto de prender a respiração.

— Calma! Eu sei que sou um pouco incomodo no início, mas você não ajuda muito, apertada desse jeito. Gostosa pra cace... aaaaaah! – Que delícia! Você é muito gostosa Ester!

­ — Me faz gozar no pau, por favor Hugo... Humm! Meu deus! Que delícia! – Eu me perdi nas milhões de sensações.

Passei a noite assim com ele me preenchendo de todas as formas, com seu pau grande e grosso e delicioso, me olhando nos olhos, e estocando forte de uma forma que a noite não poderia terminar melhor. Quando finalmente peguei no sono já estava quase amanhecendo.

— Hugo?! — Assim que acordei o chamei e ele não estava mais no meu apartamento.

Ele havia ido embora, nem preciso dizer que meu dia foi horrível, o dia inteiro nem sinal dele. SMS, email, WhatsApp, flores? Que flores, miga sua loca! Depois me lembrei que não trocamos contato, Luci ficou no meu pé o dia inteiro para saber o que estava acontecendo, mas eu não queria ouvir o sermão do "eu te avisei", "falei que ele é um galinha".

Esla, o que aconteceu para você ficar tão mal desse jeito? Ainda chateada comigo? Foi por que não a levamos em casa? — ela não iria sossegar enquanto eu não falasse.

— Não tem nada a ver com você ou o Caio, pode ficar tranquila. Acho que estou de TPM, você sabe como fico quando estou perto de menstruar, não sabe? — ela ainda me olha mais um pouco e sei que ela não caiu na minha história.

Acabei indo embora mais cedo, após me certificar que não havia nada para fazer. Fiquei no aconchego do meu apartamento. E não parava de ouvir a minha DIVA Beyoncé e comecei a cantar e chorar ao mesmo tempo, lembrando da noite que tivemos. O pior de tudo é que ninguém me obrigou e eu sabia das consequências, sabia que ele era galinha e mesmo assim achei que comigo ele seria diferente, como fui idiota. Mas amanhã eu estaria nova em folha depois de ver meus pequenos, mas hoje não. Hoje eu fiz tudo o que manda o figurino das que levam o chute na bunda no dia seguinte.


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