Quando o desejo de ser feliz te leva para lugares inesperados e atos inimagináveis. Você é capaz de fazer qualquer coisa para ser feliz?
Simone Andrade sempre foi uma jovem sonhadora mesmo tendo uma relação conturbada com a mãe, que a agride física...
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O César tenta com todas as suas forças trabalhar, mas a sua concentração é atrapalhada várias vezes pelas lembranças da noite anterior, além, é claro, da sua imaginação fértil. Por isso pede ao amigo JP ir à sua sala para conversar.
O executivo entra, se senta deixando a porta entreaberta, sem perceber.
— Então, o que quer tanto falar comigo? — O JP começa ao entrelaçar os dedos das mãos sobre o seu colo.
— Preciso desabafar.
— Então, desabafe. Afinal, amigo é para isso.
— Você não vai acreditar no que aconteceu ontem. — O César balança a cabeça negativamente — Nem eu não consigo acreditar!
O Rick se aproxima da porta do César, ouve as suas palavras. Aproveitando que não há nenhuma secretária por perto, decide continuar ouvindo a conversa.
— Deixe-me adivinhar! — O JP exclama levantando uma sobrancelha, com os olhos repletos de malícia. — Você conseguiu, de novo, catar a gostosa da Simone?
O Rick faz movimento de entrar na sala, mas para ao ouvir o César.
— Deixe de ser cretino! — rosna batendo uma das mãos espalmadas sobre a mesa — Já te pedi para não falar assim dela!
— Tá! Calma! Fala logo! O que aconteceu ontem?
— O Júlio convidou a Simone para jantar em casa.
— O quê? Acho que não ouvi direito! — arregala os olhos.
— Você ouviu direito. Te digo mais, ela estava mais linda do que nunca num vestido azul e na boca um batom vermelho que me deixou louco.
— Cara! — O JP coloca as duas mãos sobre a cabeça.
— Sim! Mas, o pior, foi ver o Júlio jogar o charme dele pra cima dela. — murmura amuado, balança a cabeça em negativa — Tive que me controlar muito para não fazer uma besteira, principalmente na frente da Camila.
— Que problemão, meu amigo!
— Pois é, meu irmão. E você não sabe a pergunta que a Camila fez enquanto comíamos.
— Qual foi? — coloca as suas mãos na mesma posição anterior.
O César passa as mãos no cabelo, no rosto, dá um longo suspiro e volta a colocar as mãos sobre a mesa.
— Perguntou se eu era mulherengo na escola tanto quanto sou hoje.
Ao ouvir estas palavras, o Rick sorri e pensa "Aquele moleque besta? Era um imbecil. Só virou homem depois que me conheceu.", volta a ouvir a conversa atentamente.
— E a Simone?
— Começou a rir da pergunta e de mim, depois disse a verdade.
— Que verdade, a de que vocês ficaram juntos uma noite?