Os problemas só aumentam com a volta de algumas pessoas e a entrada de outras.
Lauren Jauregui demonstra como sobreviver à ameaças sozinha, apenas para livrar sua amada do ódio gratuito de uma sociedade. Demonstra também como conviver com alguns fl...
Eu sei que demorei um pouco pra atualizar, mas eu tive que fazer uma viagem, e após a viagem minha escola estava uma loucura. Eu estava cheia de trabalhos para entregar, atividades de casa para entregar, e bla bla bla. Me desculpem mesmo pelo grande atraso, mas aqui está o cap, amnésia esta quase no fim galera. Aproveitem ♥️
Acordei sem nem mesmo saber onde me encontrava e quando olhei para o lado lá estava Camila me olhando e gargalhando.
- Quê? - falei a olhando. - Desmaiar por conta da quantidade de filhos Jauregui? Achei que você fosse melhor. - disse gargalhando. - Vai pra merda Camila. - falei emburrada.
A sensação de que eu teria um filho, já me assustava um pouco. Agora imaginem saber que terei dois e não somente um. Tenho medo de fazer alguma coisa errada e deixar Camila possessa pela vontade de querer me matar, sou tão nova para morrer.
Após saber daquela notícia um pouco inesperada, Camila e eu voltamos para casa eufóricas para escolher os nomes.
- Já sei os nomes amor. - falei olhando para ela. - Lauren, vamos ter que fazer um acordo amor. - Que acordo? - Eu coloco o nome da bebê e você do bebê. - Fechado amor. - falei dando um beijo em Camila.
Flashback off
[...]
Era dia de consulta como todos os passados, para ver como nossos bebês estavam e lá estava eu sentada esperando que Camila vestisse o avental para o exame. Até que de repente o médico senta ao meu lado na sala de exame.
- Está melhor desde a descoberta de seus dois filhos senhorita? - perguntou o médico. - Sim, quer dizer mais ou menos. - falei sussurrando para que Camila não escutasse. - O que houve? - Tenho medo de matar um dos bebês fazendo alguma coisa errada, nós tínhamos um filho sabe... Mas com ele era diferente, ele já era um homenzinho. Não faço a mínima ideia de como seja cuidar de bebês. - Você não cuidou de nenhum primo ou irmão? - Mais ou menos, eu só penteava o cabelo do meu irmão, fazia uns moicanos legais, porém minha mãe odiava eles e parou de deixar eu pentear o cabelo dele. Quando minha irmã mais nova nasceu, minha mãe não me deixou chegar nem perto do cabelo dela. - falei revirando os olhos. - Olhe, percebo que sua mulher leva jeito para isso e com toda certeza ela irá te ensinar tudo que você precisa saber. Vocês irão dar conta do recado. - Obrigada dout... - de repente escuto Camila gritando. - LAUREEEEEEEN.
Automaticamente o médico e eu saímos correndo para achá-la.
[...]
- O QUE? Camz, você mijou nas calças? Que nojo amor. Nos desculpe por isso doutor. - falei o olhando e ele estava rindo, de repente recebo um tapa na cabeça. - PARA DE SER BURRA LAUREN, A BOLSA ESTOUROU. - fiquei a olhando ainda sem entender. - Amor, bolsas não estouram, são só objetos e não bombas, você não quer assumir que te pegamos toda mijada amor? Não bota a culpa nas coisas, pode assumir. Não fica com vergonha não. - falei calma. - LAUREN, EU JURO POR DEUS QUE VOCÊ NÃO É MULHER, NASCEU NO CORPO ERRADO NÃO É POSSÍVEL. - disse me dando mais um tapa. - Para de me bater amor, vou ali no shopping comprar uma calça pra você. - Seus filhos vão nascer senhorita Jauregui. - disse o médico gargalhando. - PUTA QUE PARIU.
De repente começou a surgir enfermeiras e médicos de todos os lugares para levarem Camila a sala de parto.
- Se prepare para entrar na sala de parto senhorita Jauregui. - disse o médico.
[...]
- LAUREN, SEGURA MINHA MÃO. - disse Camila. - Claro amor. - de repente Camila começou a apertar minha mão tão forte que eu já estava quase me contorcendo. - Camz, achei que você já havia passado por isso amor. - falei a olhando. - CALA A BOCA MICHELLE, NÃO É VOCÊ QUE TÁ COM UMA CRIANÇA SAINDO DA SUA VAGINA. - Empurra senhorita, vamos lá. - Disse o médico e então Camila começou a apertar ainda mais minha mão, já estava começando a achar que ela quebraria minha mão a qualquer minuto.
De repente escuto um choro, e olho para o lado e vejo um menino.
- OLHA AMOR, NASCEU. - falei olhando para o bebê, observei Camila sorrindo para o mesmo. Quando uma médica ia entregar ele para Camila escutei o médico dizendo "Lá vem mais um"
E então comecei a sentir as unhas de Camila se cravando em meus braços, e ali nos duas gritamos juntas.
- EU VOU TE MATAR LAUREN, A CULPA É TODA SUA, VAGABUNDA. - O que eu fiz? Você que tá aí querendo quebrar minha mão e arrancar minha pele. - falei apavorada. - NADA LAUREN, CALA A BOCA.
[...]
E depois de um tempo, lá estava Camila com nossos bebês nos braços.
- Amor, segura um dos bebês, vou sentar pra amamentar. - Camz, eu não sei fazer isso. Segurar bebês recém-nascidos não é comigo, e se eu deixar eles caírem? - Aí eu mato você Lauren. Mas, como sei que você não vai fazer isso, você vai segurar um deles pra eu poder sentar. - Tá, como que faz isso? - A cabeça de bebês recém-nascidos é extremamente frágil, então a cabeça tem que ficar sobre a parte superior do seu braço e o corpinho sobre seu antebraço e sua mão meu amor, entendeu? - Acho que sim. - Então vamos lá, segure.