Essa é a minha primeira fanfic, espero que esteja boa. É de The Sims 4, e todo capítulo é narrado por um sim diferente (mesmo assim, recomendo que não pule nenhum capítulo, para não receber SPOILER!). Toda família tem segredos. E ao longo da fic, vá...
Capítulo 22 - Johnny Eu ainda não consigo acreditar que meu pai é um MONSTRO. Se eu pudesse eu iria direto pra polícia pra colocar esse nojento na cadeia. Ele fez tudo isso, só pra ser o centro das atenções. Eu fui jogado da minha casa pra fora sem receber sequer uma explicação, e não foi por isso que eu decidi matar o Malcom, o filhinho querido que veio pra me substituir (achava eu). Deve ter mais coisa por traz dessa história de assassinato. Tem que ter! Não sei se devo pedir o conselho de alguém, ir pra polícia, não sei o que devo fazer. Nada parece fazer sentido. Então como se fosse uma solução eu bebo uma garrafa de Vodka. E depois bebo outra garrafa. E vou bebendo até o meu estoque alcoólico ficar cada vez menor. Então a campainha da minha casa toca. Espero que não seja Nanci, se não a minha família vai ter que lidar com outro assasinato. Abro a porta. É a Summer Holliday. Quando vejo, ela já tá dentro da minha casa.
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Capítulo 22 - Summer Holiday Johnny abre a porta e me convida para entrar. Ele não parece bem. Eu estava aqui, achando que tava mal, mas aí vejo Johnny. Se eu estou mal, ele consegue estar pior. —Oi Johnny - falo —Summer, a quanto tempo! - ele fala tentando parecer entusiasmado. —Pois é! Nem lembro da última vez que a gente se viu. —Você tá diferente! —Eu?! - pergunto —Sim. Você é alegre, tá sempre sorrindo. Adoro o seu sorriso. O que aconteceu com ele? —Não importa. O que quer que tenha tirado o meu sorriso, não me deixou do jeito que você está.... Johnny, você parece bêbado, cansado. Olha a sua olheira! Você tá bem diferente do Johnny que eu conheci. O que aconteceu com você? —Muita coisa! Mas eu acho que a pergunta certa é: Onde eu fui me meter quando quis ir atrás da minha família. —Você achou seus pais biológicos? —Eles eu já conhecia. Ou melhor, eu achava que conhecia. Eles são loucos! E acho que em breve eu também vou enlouquecer. Não durmo há dois dias. —Johnny, eu não sei o que está acontecendo, mas você pode contar comigo. Pode me contar o que quiser, e se precisar de ajuda pro que quer que seja, eu estou aqui. Mas antes de qualquer outra coisa, o que acha de você descansar um pouco? Você precisa dormir. Vamos. Então tento carregar ele pro próprio quarto. Mas ele é muito pesado. —Johnny, você tem que colaborar. —Está bem. Depois que ele já está deitado na cama, eu o cubro e apago as luzes. —Eu não vou conseguir dormir, Summer, mas de qualquer jeito, obrigado. Acho que já pode ir. —Eu não vou sair daqui até você pegar no sono. Vou preparar um chá e já volto. Então vou até a cozinha dele e preparo um chazinho de erva cidreira que é ótimo pra relaxar. O sirvo numa caneca e levo pro Johnny. —Aqui está. - falo tranquilamente. Ele bebe de gole em gole. Depois que ele termina o chá, coloco a caneca no criado-mudo e fico sentada do lado do Johnny. Faço igual a minha vó fazia depois que perdi os meus pais. Fico cantando canções de ninar e fazendo cafuné em Johnny, até ele pegar no sono. Então percebo que ele está roncando e deixo o quarto dele. O que quer que esteja acontecendo com Johnny, beber não vai resolver. Então pego tudo que tem álcool na cozinha dele e jogo fora. Provavelmente ele vai ficar bravo por isso. Mas é melhor deixar o seu amigo furioso por você tê-lo ajudado do que apenas ficar vendo ele afundar e não fazer nada. Então, depois que eu jogo fora toda a bebida, reparo em um bilhete na geladeira. E vejo o seguinte recado:
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Pelo jeito Johnny andou mesmo indo atrás da sua família. Desde da época do orfanato, eu sabia que diferente de mim, a família de Johnny talvez estivesse viva. Mas não imaginei que a família dele estivesse tão perto.