Essa é a minha primeira fanfic, espero que esteja boa. É de The Sims 4, e todo capítulo é narrado por um sim diferente (mesmo assim, recomendo que não pule nenhum capítulo, para não receber SPOILER!). Toda família tem segredos. E ao longo da fic, vá...
Capítulo 25 - Márcio Fogus Hoje em dia tá todo mundo cheio de problemas. Então resolvi reunir a galera pra gente relaxar. Não tô falando de reunião dos Renegados, tô falando de sair com os amigos. Nem me lembro da última vez que fiz isso. Então eu, Malcom, Luna, Sofia, Wolfang e Cassandra combinamos de ir pro boliche hoje à noite. Não que eu saiba jogar, mas é mais uma desculpa pra chamar todo mundo. Combinamos de nos encontrar lá. Uau, o boliche é lindo!
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—Oi gente! - falo quando chego e noto que TODOS estavam me esperando. —Oi! - eles falam como um coral. Todos nos cumprimentamos, conversamos. Então combinamos de jogar em duas equipes e tiramos no dois ou um. As equipes ficaram: —>Eu, Luna e Cassandra —>Malcom, Sofia e Wolfang Adorei a divisão, assim não ficou nenhum casal unido. Quando começamos a jogar percebo que todos são muito ruins. Todos, menos a Sofia, que já começou logo com um strike. Quanto mais jogamos, mais nos divertimos, rimos, mais nos aproximamos. Luna e Sofia voltaram a ser amigas do Wolfang. Malcom conheceu as garotas. E eu conheci a Cassandra, e descobri que ela é a nova namorada do meu melhor amigo. Sim, Cassandra e Wolfang estão namorando! Fico feliz por eles. Não imaginei que a noite de hoje pudesse ser tão divertida. A única coisa que não foi divertida foi como ficou o meu bolso depois de hoje. Eu tô falida! Mas valeu a pena. Combinamos de nos encontrar mais vezes. Eu nunca gostei de pessoas em geral, nunca fui muito sociável. Mas com essas pessoas, está sendo diferente. Eles são muito legais, eu finalmente encontrei pessoas que me entendem. Apesar de todas nossas diferenças, nós nos damos muito bem. E o boliche de hoje, não foi uma competição. Ou se foi, nós não levamos como uma competição. Nós não precisamos mentir pra parecer mais legais, podemos contar uns com os outros. Nós somos o que somos e todos nos aceitamos dessa forma. Nunca foi assim. Mas as coisas mudaram. Antes eu era revoltada. Parecia que eu não conseguia enxergar nada além das coisas ruins da vida. Mas hoje eu percebi que a vida não é tão ruim assim. Por pior que seja a situação e os problemas que você esteja passando, tudo fica melhor quando você tem seus amigos do seu lado.
Nota do autor: dedico esse capítulo aos meus melhores amigos. Ana, Léo, Moreira, Laurinda, vocês são pessoas muito importantes pra mim! Fico feliz que estejam sempre me apoiando e sempre me suportando todos os dias. Muito obrigado! E você, que está acompanhando a minha fanfic, você também me incentiva muito, acredite, esse simples sinal de leitura que significa que você está lendo, isso também deixa o meu dia muito feliz! Valeu! Mas o capítulo ainda não acabou!
Capítulo 25 - Clara Bejerseen Eu e Sofia estamos lado a lado no sofá da minha casa, pois chamei ela para uma conversa. Vou me desculpar com ela. —Sofia, eu fui uma tola. Eu devia ter te apoiado desde o início. Mas eu fiquei com medo de que as pessoas descobrissem sobre você ser... Diferente, e pudessem fazer algum mal a você. —Mãe, eu não sou diferente. Eu sou uma pessoa assim como você. Eu sou gente e gosto de gente. Não fique me chamando de diferente. Quando tiver falando da minha orientação sexual, que me chame de lésbica, mas não diferente. Eu sou livre pra fazer minhas próprias escolhas, e as pessoas têm que respeitar as escolhas feitas por mim! —Mas nem todos respeitam, Sofia. Esse é o problema! Eu não queria te contar isso, mas pra você entender o porque eu não subestimo a maldade humana, você precisa saber. Então eu conto pra Sofia a história de Joana. Conto o quanto Godofredo foi cruel e o quanto ele não respeitou a escolha de Joana. —Talvez as pessoas sejam mesmo cruéis, mãe. Mas eu não posso me esconder do mundo, nem fingir ser algo que eu não sou. Na escola, a maioria das pessoas me zoam. Mas como você, elas fazem isso por me acharem diferente. Tudo que eu queria era que as pessoas aprendessem a respeitar as diferenças, umas das outras. Hoje eu fui no boliche, e percebi que os meus amigos respeitam as minhas escolhas. Nós respeitamos nossas diferenças. Não consigo entender por que nem todo mundo consegue aceitar. Então Sofia começa a chorar. —Filha, você tem que ser forte. O mundo não é perfeito, não é do jeito que a gente queria. Tudo que a gente pode fazer é lutar e viver. Você é uma guerreira. Você não se importa com o que as pessoas falam de você e isso é uma grande qualidade. Continue assim, e nunca deixe de lutar por seus ideais. Você é uma garota incrível e com ideias maravilhosas. Você pode espalhar isso que você sente, esse direito de igualdade, por aí. Você pode tentar fazer as pessoas mudarem, as pessoas se aceitarem, você pode fazer desse mundo, um lugar melhor! Então quando percebo, nós duas estamos emocionadas. Dou um abraço apertado em Sofia, esse é o melhor abraço da minha vida. —Te amo, filha! —Também te amo, mãe! —Vamos, é hora de dormir. Vou com você até o seu quarto.