Capítulo 2

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Daniel


Eu sabia que logo eu ia encontra minha escolhida mas não esperava que fosse no meio de uma batalha e também não esperava que minha escolhida fosse filha da minha tia que tinha sumido a alguns anos. Então sim, minha escolhida era minha prima e eu não lingava para isso.

_ Por que essas caras? - ela perguntou cruzando os braços sobre o peito.

_ Sua mãe era minha irmã mais nova - falou o meu pai engolindo em seco. - Ela fugiu a anos atrás e ninguém a encontro cheguei a pensa que ela tinha morrido.

_ Minha mãe fugiu porque não queria ser uma lorde e foi viver com o meu pai. Onde se casou e esqueceu da sua família e criou uma nova - falou Lia olhando para fora do quarto.

_ O que ela falou a você Lia? - meu pai perguntou.

_ Não muito... tudo foi tão rápido. Meu pai estava morto quando cheguei em casa e ela me mandou fugir e encontra o André ele sabia onde encontra os meus avós. - ela falou limpando as lágrimas de sua bochecha.

_ Nós vamos ajuda-la você é família - falou meu pai sério.

_ Obrigada - ela falou sorrindo.

_ Tem muito que você não sabe - eu digo apertando a minha espada. Meu pai coloca a não sobre o meu ombro para me acalma.

_ Tipo o que? - ela pergunta me olhando com as sobrancelhas franzidas.

_ Que você e eu somos feitos um para o outro. - eu digo sério, não aguento fica com isso sem ela saber.

_ Mas como isso é possível? - ela perguntou curiosa.

_ Os lordes... - meu pai começa a fala um pequeno resumo sobre o nosso mundo onde ela fica ainda mais curiosa e intrigada.

_ Hmmm então você é meu? - ela perguntou me olhando atentamente.

_ Sim, como você é minha - eu digo quase rosnando. Ela fica vermelha e vira o seu olha para a janela.

_ Chegamos - falou meu pai estacionando o carro.

_ Sempre quis entra nesse prédio - falou Lia ao sair do carro. Eu a seguro quando ela tenta fica de pé mais não conseguir.

_ Vai fica tudo bem - eu falo levando ela no colo. Seu corpo estar frio e isso me preocupa.

_ Estou com frio - ela falou me abraçando ainda mais.

Eu vou o mais rápido para o meu apartamento não ligo para o meu pai que está me chamando. Ela é minha e eu não estou abrindo mão dela por ninguém. Eu esperei muito para encontrá-la e quero ficar com ela sozinho.

_ Faz parar Daniel - ela choramingou escondendo o rosto no meu peito.

_ Eu vou, meu amor - eu digo beijando sua testa. Eu a coloco na minha cama e tiro os seus sapatos. Parece tão certo, dela está aqui no meu apartamento.

_ Daniel, está doendo meu tornozelo - ela resmunga e mexe na cama.

_ Logo vai passa - eu digo pegando um dos antídotos no cofre. As sombras têm venenos em suas unhas e é muito difícil encontra a cura.

Eu vou para o seu lado e me sento e pego o seu braço. Com cuidado eu aplico o antídoto na sua veia. Ele não vai demora muito para fazer efeito.

Minha mãe é uma curandeira, ela faz todos tipos de pedras místicas e alguns antidoto. Ela salvou muitos lordes com o seu dom.

_ Daniel fica comigo - ela falou abrindo os meus olhos.

_ Claro, amor - eu digo tirando as minhas botas e deitando ao seu lado. Nunca pensei que seria tão bom ter ela ao meu lado.

Uma Noite SombriaOnde histórias criam vida. Descubra agora