Epílogo

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Isso não pode está acontecendo.

Onde diabos aquela mulher foi a essa hora da noite? Vou matar quando eu encontrar ela.

_Onde você estava? - eu pergunto quando vejo ela entra em casa com uma sacola na mão.

_Aí que susto Carlos - ela diz colocando a mão no coração.

_Onde você foi? - eu pergunto com impaciência.

_Só no mercado, eu estava com fome. - ela diz colocando a sacola na mesa e vindo na minha direção.

_Tinha comida em casa - eu digo beijando sua barriga. Ela está de cinco meses e não sei o que fazer com essa mulher para mantê-la quieta.

_Não tinha o que nossos filhos queriam. - ela resmunga sentando no meu colo. Ela amar senta no meu colo e fica abraça comigo. E eu amo isso.

_Hmm o que era? - eu perguntei cheirando o seu pescoço.

_Pizza de repolho. - ela diz beijando minha bochecha. Isso não me surpreende já que nossos filhos têm gostos estranhos.

_Consegui? - eu perguntei colocando a minha mão em baixo do seu vestido.

_Hmmm... Sim. - ela diz quando eu chego perto da sua intimidade. Amo essa mulher.

_Me chame a próxima vez - eu digo beijando o seu pescoço.

_Você estava muito cansado do trabalho. - ela resmunga passando os seus dedos pelos os meus cabelos.

_Nunca me canso - eu digo pegando ela no colo e levando para o quarto. - Vou prova isso para você.

_Mal posso espera - ela diz me provocando.

Eu saio do banheiro e estranho quando não vejo a Lídia na cama. Ela só se levanta quando não tem mais tempo para dormir.

Eu procuro ela pela a casa e a encontro agarrada a uma caixa de bombons chorando.

_Meu amor... por que está chorando? - eu perguntei parando na sua frente.

_Acabou - ela diz entre os soluços.

_Isso acontecer quando você come todos - eu digo tirando a caixa de sua mão.

_Mais estavam tão bons - ela resmunga.

_Só você para chora por isso. - eu digo beijando seu rosto e colocando a minha mão sobre sua barriga no momento que eu sinto um chute.

_Eles vão joga futebol - eu digo divertido.

_Eles vão fazer o que quiser - ela diz beijando meu rosto.

_Vamos estamos atrasados - eu digo puxando ela do banco da cozinha.

_Para onde? - ela pergunta arrumando o cabelo.

_A Capela - eu digo segurando a sua mão.

_Não tem missa essa hora. - ela resmunga confusa.

_Eu sei. - eu digo sorrindo para ela.

_Então o que vamos fazer lá? - ela pergunta curiosa.

_Nos casar - eu digo beijando sua testa.

_ Como assim? - ela pergunta com uma linda carinha de confusa.

_Indo na igreja e casando - eu digo sorrindo.

_Carlos não podemos! Temos que avisa sua família. Tem a festa o meu vestido. - ela diz colocando as mãos na cintura.

_Você não quer casar comigo? - eu pergunto com minha sobrancelha franzida.

Uma Noite SombriaOnde histórias criam vida. Descubra agora