capítulo 0.7

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Narrado por Rodrigo.

-Bom dia flor do dia - Henrique fala entrando na minha sala sem minha permissão

- Bom dia Henrique- falo seco

- Que isso gente, que mal humor é esse ?

- Foi mal cara, é que a merda dessa missão não vai pra frente, o cara parece um fantasma, a gente não tem nenhuma informação, e se continuarmos assim o governo tira ela das minha mãos

- calma cara, a gente deve ter deixando alguma coisa daquelas fotos e áudios que o Rafael mandou, vamos olhar tudo com calma, tudo de novo e vê o que a gente consegue

- tá certo, dê um jeito de se comunicar com ele de novo e veja se ele tem algo de bom pra gente, mais alguma coisa?

- sim, na verdade não tem nada haver com a missão, bora para um barzinho hoje ?

- não obrigado, vou pra casa, tenho que ver com tá o Frederico.

- Você pode ir para casa ver como tá o Fred, depois você me pega em casa e a gente vai pro barzinho.

- tu não vai desistir né?! - ele balança a cabeça em negação- ta bem eu vou, mais na hora que eu falar que é pra vir em bora, a gente vem em bora

- ta certo papai - levanta da cadeira resmungando- aff Nam, parece minha mãe nam.

Ele sai e eu fico rindo sozinho, parece uma criança falando.

Mais tarde, fui pra casa, tomei banho, passei perfume, ajeitei meu cabelo, botei uma causa jeans, e uma blusa social branca, um sapa-tenis, botei minha Glock na cintura, peguei minha carteira, o distintivo (sem ser o que parece um cordão) meu celular e quando fui dando lembrei do remédio do Frederico. Deu trabalho, mais eu consegui.

Peguei a chave do meu carro, e fui em direção ao prédio do Henrique, mandei mensagem pra ele, que logo desceu, fomos conversando até chegar no barzinho.

- Mano não tô acreditando- ele fala levemente espantando

- quem morreu e tu viu o fantasma.

- não idiota, a guria que eu peguei, no dia que eu te chamei pra ir para a balada, tem uma menina junto com ela- quando eu olhei na direção das duas não acreditei quando vi, era a Fernanda - vamos até lá.- ele disse me puxando.

- Mano tu tá parecendo um uma adolescente apaixonada.

Nós nos apresentamos, porém o Henrique e se eu não me engano, Letícia, começaram o conversar, e esqueceram de mim e da Fernanda, ela falou que ia tomar um ar, porém ela tava demorando muito, foi saindo do bar quando ouvi alguém gritando, quando eu cheguei mais perto, tinha um cara tentando beijar a Fernanda.

- não se faz de difícil não gatinha, com essa roupa aí aposto que tá querendo - quando eu escutei isso eu não dei por mim.

Puxei o cara de cima dela, e tava dando socos nele, quando ele já tava quase ficando desacordado, a polícia chegou, expliquei toda a situação, e mostrei meu distintivo, ele tava sendo levando, ela tava em choque encostando na parede.

- ei tudo bem, eii - falei estalando os dedos - tem alguém aí

- meu Deus o que aconteceu- sua amiga chegou desesperada, junto com
Henrique

- um cara avançou nela, mais não chegou a fazer nada, e já foi levado pela polícia.

- eu quero ir embora- fala depois de alguns minutos atordoada

- Eu te levo - sua amiga fala

- não amiga tudo bem não quero estragar sua noite, eu vou pedir um uber, amanhã você leva o meu carro.

- não eu levo você, Henrique tá em boa companhia, e acho que você não liga, não é Henrique.

- claro que não- fala dando um sorriso cafajeste pra Letícia

- ok então, vamos Fernanda - fomos andando até meu carro

- esse carro é seu? - ela fala surpresa.

- sim- falo orgulhoso do meu bebê

- você não tinha uma moto- fala lembrando do nosso primeiro encontro.

- tinha não, tenho, o negócio é que eu tenho os dois, minha profissão pede os dois- falo abrindo a porta do carro pra ela, ela entra, dou a volta e ocupo a posição de motorista.

Tá aí meu amores, gente comenta por favor preciso saber oq vcs estão achando, próximo capítulo vai ter as fotos dos outros personagens (Joseph Smith, Rafael....) E dos bichos de estimação tbm (que vão ter certa importância).

Desculpa se tiver algum erro ❤

O DelegadoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora