Sobre o texto

21 6 16
                                    

Este conto nasceu de um incômodo que eu tenho. Acho que se tornou muito comum ler textos com personagens LGBTs sofrendo com o preconceito, a violência e etc. Às vezes, esses textos são incríveis e falam sobre a nossa realidade de forma comovente ou até mesmo abre nossos olhos para aspectos de nossa vida que nem mesmo a gente parou para analisar. Ainda assim, tem horas que faz falta aquele texto que nos retrate para além disso. Nossas vidas não se resumem a ficar por aí batendo de frente com homofóbico e coisas do tipo. Tem vezes que a gente só quer ler um texto sobre alguém como a gente que se dá bem no final.

Foi com essa ideia na mente que criei o Vítor. Ele é o antagonista da história, mas é também meu anti-herói. Ele é o cara que, sem as limitações morais que a gente tem — ainda bem, — vai lá, destrói tudo e consegue o que quer. Ele é o meu Punisher para quando os meus problemas não podem ser resolvidos com uma automática. Ele é a minha catarse.

O que achou do texto? Gostou de alguma parte em particular? Teve raiva do Beto traindo a esposa na maior cara de pau? Sentiu pena dele pelas suas neuroses com o próprio corpo? Deu aquele calorzinho gostoso no peito quando a Marta finalmente deu o troco ou achou tudo uma merda e largou a leitura no meio? Pode falar!

Se gostou me dá essas estrelinhas aí, por favor, custa nada. E me segue para ler mais textos meus. Obrigado pela leitura e até a próxima! 

Rapaz da LapaOnde histórias criam vida. Descubra agora