Por Joice
Saímos de casa às oito horas (uma hora depois do que havíamos combinado). Por volta de oito e quarenta fizemos uma rápida parada em uma das unidades do supermercado Food Emporium para comprar bolachinhas, salgadinhos, chocolates e alguma coisa para beber. Os aperitivos até pararmos para o almoço.
No super, pudemos observar o comportamento das pessoas. Todas estavam com os carrinhos cheios de mantimentos e se portavam de forma estranha, como se estivessem apressadas para saírem dali.
Afinal de contas o que estaria acontecendo? Será que estão escondendo algo de muito grave da população?
Minutos depois na Van.
—Será que fui só eu que percebi o como as pessoas estão estranhas? –Jamie
—Eu também. Já vim varias vezes neste supermercado com minha mãe e nunca tinha visto tanto movimento. Sem falar n as prateleiras, estão praticamente vazias. –Megan
—O que tem de anormal nisso? As pessoas precisam comer (risos) –Eric
—Na maioria dos carrinhos eu notei bolachas integrais, frutas desidratadas, sopas e vegetais enlatados. Eu não sabia que as pessoas consumiam tanto isso. –Karolyn
—A bolachas integrais que contém grãos geralmente podem ser consumidas após a data de vencimento. As frutas desidratadas possuem bastante nutrientes e costumam durar até 1 ano. Já os alimentos enlatados podem durar anos. –Edward
—Ok pai, eu entendi. E é bem interessante essa informação. Mas pra que tudo isso? Por qual motivo as pessoas estão fazendo um estoque de mantimentos? Não entendo. –Karolyn
—Geralmente isso é feito em casos de desastres naturais, tipo ciclones, tornados, inundações. Mas não é o caso daqui, então não posso explicar o motivo real de isso estar acontecendo nesse momento. –Edward
—Eu acho que sei o que pode ser. Falei, enquanto abria uma das embalagens de chocolate. Após comer um pedaço, comecei a contar o que a vizinha me falou hoje cedo, sobre o surto de uma doença misteriosa em NI. Apesar de ela ter falado que não havia motivo para pânico, segundo as autoridades, isso estava começando a preocupar-me.
—Vou ligar o radio. Talvez estejam noticiando algo a respeito. –Edward
Edward ligou o radio da Van. A repórter estava falando nesse exato momento sobre a epidemia. Ela não deu muitos detalhes, apenas disse não se tratar de um caso alarmante. Porém, devido a ordens de autoridades locais, as pessoas devem permanecer em suas casas até que a situação seja amenizada.
Mas não é isso que está acontecendo. Parece que mais da metade da população Nova Iorquina decidiu deixar a cidade e arredores.
—Se não é algo tão sério, então, por qual motivo as pessoas estão estocando tanto alimento? Porque estão se portando de forma diferente? Parecem estar com medo. Meu filho indagou.
—A mim, a vizinha falou que algumas pessoas estão deixando suas casas por precaução. Ela e o marido, por exemplo, vão ficar uns tempos fora até que a situação seja normalizada. –Joice
—Está tudo muito estranho. Edward falou, atento a direção.
—Olhem só a fila que está mais a frente. Karol disse, sinalizando com o dedo.
—É. Parece que vamos ter de enfrentar um "pequeno engarrafamento". –Edward
—Não acredito. Stefanie bufou. —Que Horas vamos chegar a Miami?
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Zombie Attack
De TodoTudo está aparentemente tranquilo na cidade de Nova Iorque e arredores e, apesar do intenso movimento e do número elevado de incidentes, a população tenta levar a vida "normalmente". Porém, um surto de zumbis infectados por uma doença desconhecida...
