Quase no fim do seu último ano, André junta-se com as outras reencarnações para poderem ajudá-lo a controlar cada um dos elementos, vários romances e mal entendidos surgirão juntamente com o aparecimento das lendárias Jóias do Infinito cujo aquele q...
Depois do fim de semana, regressei para a escola de magia colocando as minhas malas no meu dormitório. Enquanto arrumava as minhas roupas nos armários, Dylan entrou fechando a porta atrás de sim beijando-me o pescoço enquanto eu estava de costas, enrolando os seus braços em mim.
André: O que estás a fazer?! - pergunto com um sorriso olhando de lado para ele enquanto dobrava as minhas roupas.
Dylan: Nada... - ele beija-me a face afastando-se e olhando para os desenhos e fotografias na minha parede, havia uma expressão pensativa.
André: Estás com aquela cara de investigador, oque é que se passa? - eu fecho o armário olhando para o mesmo que olha para mim.
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Dylan: Porque pensas que algo se passa? Não posso matar saudades da pessoa que amo? - ele sorri para mim.
André: Podes, mas obviamente que para estares a olhar para isso do nada e sem dizeres uma palavra é um pouco estranho sinceramente! - ele suspira coçando a sua cabeça aproximando-se de mim.
Dylan: Desde o fim das férias de Natal e Ano-Novo, tenho esta sensação de que algo está para vir, algo tenebroso e malvado. - suspirei. - E agora que vejo bem a situação, pode ter a ver com as tais jóias do infinito! - ele olha nos meus olhos. - Promete-me que quando eu estiver longe ficas atento e tens cuidado!
André: Tu conheces-me e sabes que eu estou sempre atento. Hoje depois das aulas irei treinar com o Sam e depois iremos começar a procura pelas tais jóias, por causa disso os treinos tiveram de se prolongar. - ele assentira. - Fazemos assim! Eu ligo-te sempre que sentir algo, algo estranho mesmo que não seja importante! - ele sorri para mim.
Dylan: Muito bem, gosto disso!
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Toquei na face dele beijando-o e olhando nos seus olhos por uns segundos beijando-o novamente e afastando-me pegando nos meus livros e mochila.
André: Vou agora! Fecha tudo quando saíres, amo-te! - ouvi-o a dizer o mesmo seguido do som da porta a bater.
Estávamos a meio da aula de história de magia, Sam estava sentado uns sítios à minha frente escrevendo, provavelmente a copiar o que estava no quadro. Depois de uns minutos ele olha para mim dando-me a indicação para olhar para o meu telemóvel, sem a professora perceber pego nele vendo a seguinte mensagem.