Clichês viram clichês por um bom motivo, porque todo mundo ama. Samantha odeia histórias de amor e, particularmente, nunca acreditou muito nessa de "amor". Quando a garota mais popular se vê diante da "nova" aluna, ela se percebe que talvez, só talv...
Uma pequena curiosidade, eu to lendo uma fic que atualiza toda semana, e toda semana eu choro nessa fic pq é muito triste que não aguento mais sofrimento, e ai fiquei me perguntando se isso rola com os leitores de 8B? Porque eu to querendo matar a autora porque só queria meu casal de boa, mas não, a principal vai morrer agora, é isso
Se você tem memória ruim ou não lembra, recomendo reler o capítulo 18, Simplesmente, alguns acontecimento que rolaram nele serão bem importantes para esse
Desculpa qualquer tipo de erro
É isso, boa leitura!
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Bebê.
Somos o que há de melhor.
♪
Meu quarto parecia um pouco mais frio que o normal, mas não estava sozinha. Meus pensamentos estavam ali. Meus piores pensamentos. E, agora, bem mais.
— Sentiu minha falta?
Fechei os olhos e dei um sorriso não acreditando de quem era aquela voz.
— Pedro Santiago.
— Iria falar em carne em osso, mas o correto é em beleza e imaginação mesmo.
Soltei um riso fraco.
— Esqueceu do humilde, anjo.
— Anjo, não, mona, unicórnio. Respira o ser que sou. — Me sentei na cama vendo o unicórnio de vestido de princesa azul bebê. Porque nada podia ser normal na minha vida? Neguei com a cabeça. — Os anjos não gostam de serem chamando de unicórnios, porque os unicórnios iriam gostar de serem chamando de anjos?
Dei os ombros.
— Para mim, os dois não existem, então não importa.
— Que rude da sua parte, garota. Eu existo!
— Na minha imaginação.
— Foi o que falei, Heloísa. — Me encarou sério. — Eu existo. Não importa onde, eu existo.