Não tem controle.

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Yo, ora ora, não que falei a verdade e o capítulo saiu hoje mesmo ha! Capítulo sem edição por motivos de: me tornei mais preguiçosa do que já era, porém fé no pai que a edição sai até amanhã- ou não também.

Desculpa os erros (vou dar uma revisada quando for colocar as edições) e vamos lá!

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Não tem controle

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Não tem controle.

Sobre quem vive, quem morre ou quem conta sua história.

Tinha um musical que Samantha gostava que diz a seguinte frase "A morte não difere os pecadores dos santos, ela tira, e tira, e tira e continuamos vivendo mesmo assim, nos erguemos e caímos, e quebramos e cometemos nossos erros, e se há um motivo para eu ainda estar vivo quando todos que me amam já morreram, estou disposto a esperar", mas vendo meu pai sendo enterrado repensei essa frase e cheguei a clara conclusão que:

Eu não estava disposta a esperar.

Eu estava cansada. Exausta. Eu enterrei mais gente do gostaria e iria enterrar muito mais, eu odiava o ciclo da vida. Besteira.

Alasca estava com os gêmeos na casa do padrasto, era melhor ela não está ali. Ela era muito nova pra presenciar umas das cenas mais tristes do mundo.

Edgar não era o mais amado, não era a melhor pessoa e muito menos o pai do ano.

Mas ele era o vô do ano.

Nunca iria explicar, os anos fizeram bem para ele, ele havia se tornando um homem melhor. Um ser humano okay, Alasca havia sido salvação e, do outro lado da moeda, ele era o grande herói dela.

— Lica... — Tina que estava do meu lado, me chamou de forma baixa, resmunguei algo dando entender que poderia continuar sua fala. — Eu vou levar a Sam embora, você vem com a gente?

Samantha. Assim que escuto seu nome

busco minha esposa com o olhar. Ela estava com um vestido largo e preto conversando de forma baixa com Clara, minha meia-irmã estava de óculos de olho e roupas de frio pretas e, Deus, eu estava preocupada agora.

Oitavo B (Limantha)Onde histórias criam vida. Descubra agora