O inicio do massacre

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Capítulo 12
Escritor anônimo – Reinado de Hangar
Samyra sentia que algo se aproximará do riacho que estavam descansando. Ela faz seus espíritos voltar para ela e Garty a olha sem entender.
- Já vamos partir ?
- Já pode se apresentar loba peeira. -
Samyra se transporta pra uma pedra junto de Garty e se senta plena, esperando o ser se apresentar.
- Percepção perfeita maga miserável.
- O que deseja? - Samyra fala debochada
- Matar você! – Por toda floresta se ouviu a  gargalhada da maga que fez a própria loba peeira levantar seus pelos anunciando o medo.
- Vai me conta. Como você vai fazer isso? – Samyra se transporta pra frente da loba e  se agacha muito perto.
A loba aproveita a chance e tenta morder a bruxa, Ela abocanha o braço de Samyra fazendo Garty se levantar desesperado.
- Samyra – Garty fala assustado. A maga soltava uma gargalhada fazendo a loba da uns passos pra trás.
Envolta do braço da maga tinha uma proteção misteriosa, deixando o braço intacto. Samyra começa a soltar uma aura preta ao seu redor.
- Vem aqui sozinha e acha que vai me matar ? – Ao lado de Samyra surgi um invocação chamado Bag ele foi o espírito que protegia Atena na terra de Gade.
A loba peeira era mãe de todos os lobos, ela não devia ter achado seu companheiro, estava sozinha em uma floresta um tanto perigosa.
Samyra enfia uma enorme unha na garganta da loba que estava imóvel por esta com medo, ela a mata sem piedade a mãe de todos os lobos. Antes de sumir a loba uiva fazendo o chão tremer e Samyra maravilhada com o feito.
- Sua próxima vida na terra você será  minha. – Lágrimas cai do rosto da loba em seu estado humano e ela morre ali sendo observada por aquela bruxa cruel. Samyra havia matado uma alcateia na cidade do uivo, provocando a peeira que ali se encontrava. Ela matou uma alcateia por treinamento.
- Você é maravilhosa – O espírito Bag fala enquanto sumia.
Samyra
Era o dia de me encontrar com Jade a deusa da estratégia. Tomei um banho no riacho e me despedi de Garty.
- Não seja tão cruel – Ele rir e o sigo rindo também.
- Claro que serei.
Eu estava preste a chamar atenção de todos os reinos naquele momento. O reinado das serpentes não era lá grande, porém era conhecido por toda a terra, e naquele dia um reinado inteiro ia cair com a força de minha mão.
- Jade. – Chamo a Deusa que se assusta com a minha chegada.
- Como entrou aqui?
- Sério essa pergunta? – Aquela mulher ainda não acreditava em mim, o que me fazia ter mais prazer de fazer a missão.
- Seu exército está lá fora ? Precisa de quantos homens.
- Estou sozinha.
- Você vai matar sozinha um reinado inteiro?
- Não vou perder meu tempo. O pagamento.
- Se voltar viva meu espírito vai te servir depois da minha morte. – Meu sorriso se abril.
Sai para o reinado das serpentes. No céu eu pairava no ar olhando o movimentação da cidade. Invoquei dois seres celestial. Singer e Laura.
- Laura quero que mate todos que ver nesse reinado. Singer quero que faça o mesmo. – Samyra se apressa pra invocar Pizy o espírito de cadeia que aprisiona tudo a sua volta por uma barreira de ouro puro.
- Pizy já sabe o que fazer.
Rei das serpentes.
Estava nos preparativos para destruir o reinado de Jade, quando vejo um muro se formar ao redor de todo o Reino, alto era o muro que parecia ser feito de ouro, ouvia gritos de desespero de roda a população.
- Vamos ver o que estava acontecendo. – O chefe da Guarda sai do Palácio e eu observava na sacada.
Dois seres celestiais se aproximando, Laura o espírito celestial da ira, um ser que foi expulso para o mundo sombrio e aprisionado sobre a guarda de Siba o demônio carcereiro. O que aquele ser fazia aqui. Ao lado dela Singer o grande Híbrido que ficou conhecido por usar magia nível mestre e sua forma de lobo ser igual de um alfa. Ao meu lado aparece um ser tão lindo e sereno que me causou arrepios.
- Quem é você?
- Oi sou a Samyra -  Ela sorria tão gentil que me fez pensar que era um pesadelo meio louco que estava tendo. – Seu reinado é lindo – Ela sorria.
- Isso é um sonho? – Eu me afastava dela assustado, como aquela garota estava tão plena ao meu lado com aquele terror acontecendo ao lado de fora.
- Não é um sonho – Ela se senta na sacada. E vejo suas unhas que antes era branca se tornarem pretas, de sua mão saia uma aura negra que se formou o céu do reinado. Tudo se tornou escuro.
- Sua miserável. – Todos guardas correram em direção daquela garota que em minutos estavam 20 soldados no chão com unhas encravada em seus  pescoços. Ela permanecia olhando pra fora sem se importar com minha presença. Ela parecia impaciente. Ela salta da sacada, me aproximo pra ver onde ela tinha ido, ela desceu pra matar meu reino, minhas lágrimas desceu e já não havia esperança, ela tinha descido a 5 min e já tinha matado metade do Reino sozinha.

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