Kitana observava o templo, era muito bonito e a paisagem parecia bonita, queria vê-la pela manhã.
− Deixaram tudo arrumado, não precisarão se preocupar com nada. – O deus explicou. – Uma hora dessas todos já estão recolhidos, amanhã irão querer conversar com você, falar sobre a rotina, a vila lá embaixo. – Listou. – Eu estou ficando na academia, ajudando com tudo então não os incomodarei. – Sorriu.
− O senhor não é um incomodo. Obrigada, não gostaria de dar trabalho. – Ela pediu.
− Não é nenhum, nunca estivemos tão tranquilos como agora, é uma benção para todos você estar com a coroa. – Raiden disse, Liu sorriu para ela, aquela pequena frase a fez pensar, talvez fosse bom para todos sim, não apenas no seu Plano, mas logo os pensamentos negativos a consumiram outra vez. Ela era uma desgraça que não merecia o poder. – Me disseram que o jantar está feito na cozinha, vocês podem se servir. – Sorriu.
− Obrigada.
− Obrigado, vamos? – Liu perguntou a fitando, ela assentiu e assim os dois entraram por uma porta de acesso pequena. – Eles se recolhem bem cedo, assim como se levantam também, mas não precisamos seguir essa rotina. – Explicou enquanto eles passavam pelos corredores.
− É bonito. – Comentou observando.
− É sim, vamos deixar as coisas nos aposentos e comer, está com fome?
− Eu.... Sinto fome, mas não sinto apetite, é como se nada tivesse sabor. – Explicou baixo.
− Que bom que veio, vai experimentar algo que nunca provou, temperos. – Sorriu.
− Sim, me faz ficar curiosa. – Concordou. Eles entraram em um corredor, pararam a frente da porta de madeira com um bilhetinho pendurado. – Liu, o que foi? Porque está com essa expressão? – Perguntou curiosa o rosto dele estava bem vermelho e ele tinha quase uma expressão de indignação.
− Se-se importa de dividirmos o quarto? Tem duas camas de solteiro. – A olhou, ficou feliz em vê-la dar um sorriso.
− Claro que não, está tudo bem, é isso que diz o bilhete? – Kitana perguntou.
− Sim, pediram desculpas por isso e por não terem lhe recebido adequadamente.
− Ah, eu não ligo para isso, foi até melhor. – Respondeu.
− Amanhã veremos todos e pode pedir que te tratem como preferir. – Sorriu, abriu a porta de madeira, ela observou a decoração simples, parecia aconchegante. Ela deixou as malas em cima da cama. – Vamos para cozinha? – Convidou, ela apenas assentiu. Ao mesmo tempo que desejava explorar sentia aquela letargia invadi-la, como se nada mais tivesse graça.
Eles caminharam pelos corredores e atrás de outra porta de madeira ficava a cozinha, havia uma mesa grande de madeira no centro, nas laterais a geladeira, bancada da pia, fogão e os armários, havia outra porta que era a da dispensa.
− É tão.... Diferente. – Comentou levemente surpresa.
− Vai gostar, posso explicar tudo amanhã. Ah que saudade da comida de casa. – Liu suspirou erguendo a toalha da que estava em cima da mesa posta, com as refratários com a comida disposta.
− Muito estranha a comida de-da Exoterra? – Perguntou simples.
− Diferente, mas tinha muita coisa boa. Sente-se, por favor. – Pediu estendendo a mão direita a ela, Kitana a segurou e ele a guiou gentilmente para se sentar à sua frente.
− Obrigada. – Baixo. – Vamos, vá me dizendo o que tem? – Queria ser uma boa companhia para ele, queria que ele falasse sobre seu mundo, mesmo ela não conseguindo lhe mostrar nada sobre o seu, nem sabia mais o que amava em casa, como mostrar a ele?
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Estilhaços
FanfictionCompletamente deprimida e reclusa depois da última batalha que se sucedeu, Kitana não vê mais esperanças na terra que chama de lar nem em seu povo, por insistência dos amigos ela concorda em passar um tempo no Plano Terreno para espairecer e colocar...
