Chapter eleven

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Salazar Slytherin

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Salazar Slytherin


  Scar estava em seu quarto, era para ela estar a ter aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas ela odiava o Gilderoy Lockhart e ele só estava a ler alguns trechos de seus livros ultimamente por causa do fiasco que fora a sua aula com os diabretes. Ela não se importava em perder esta aula, na verdade, na opinião dela, aquilo nem devia ser chamado de aula, só se fosse a aula Sobre o Falso Gilderoy Lockhart, mas não era.

  A Riddle pendurava o apanhado de sonhos já enfeitiçado, que comprara na Travessa do Tranco, no alto de sua cama, quando termina de pendurá-lo, ela suspira, afasta suas cobertas, ela se senta, se cobre, olha para o lado e vê a poção que fizera em cima do criado-mudo, a mesma poção que vira no primeiro dia em que ouvira a voz, mas ela não havia roubado, ela mesma fizera. A menina pega a poção, pensa na pessoa que quer ver em seu sonho e toma um gole da poção, ela se deita ainda a pensar na mesma pessoa, fecha os olhos e se deixa ser levada para o mundo dos sonhos.

Sonho on:

  A garotinha olha em volta, ela estava em uma sala luxuosa, paredes verdes bandeira com detalhes em prata, um chão de madeira clara e um teto branco, um lindo lustre prata estava pendurado no centro do teto, um tapete peludo preto estava no centro do cômodo, uma lareira cinza claro estava em uma das paredes, havia um sofá que cabia quatro pessoa, duas poltronas e um puff, eles eram verdes musgo, uma mesa de centro preta com detalhes em prata estava no meio do cômodo, em cima da mesa havia alguns aperitivos e uma jarra com algum suco, não havia nenhuma porta e nem janelas, mas a sala era muito bem iluminada.

  Sentado em uma das poltronas estava a pessoa que ela pensava, a pessoa que ela queria ver e conversar, ele era um homem alto, devia ter em torno de 1,82 de altura, sua pele era clara, ele era calvo, sua barba eram brancas e grande e seus olhos eram azuis claros, quase parecidos com o da garotinha.

- Então fora você quem me convocara? – a voz potente, autoritária, calma e forte do homem soa pela sala inteira

- Ahn, sim, foi eu – a menina fala um pouco nervosa

- E qual seria o teu nome, criança? – ele arqueia sua sobrancelha direita

- Scarlet Gryffindor Riddle, senhor – ela fala em um tom baixo, Scar dá uma leve referencia em educação, ela tentava esconder o nervosismo, mas aqueles olhos azuis sérios e analíticos viam tudo

- Gryffindor? O que uma Gryffindor quer comigo? – ele estava curioso, mas não deixava de ser sério e calculoso

- Eu não sou só uma Gryffindor, senhor – ele a encara confuso – Também sou uma Slytherin

- Slytherin? – ela concorda com um aceno de cabeça – E qual de meus descendentes ficou com um Gryffindor?

- Meu pai, Tom Marvolo Riddle

𝕊𝕔𝕒𝕣𝕝𝕖𝕥 ℝ𝕚𝕕𝕕𝕝𝕖 𝕒𝕟𝕕 𝕥𝕙𝕖 ℂ𝕙𝕒𝕞𝕓𝕖𝕣 𝕠𝕗 𝕊𝕖𝕔𝕣𝕖𝕥𝕤Onde histórias criam vida. Descubra agora