Aos 17 anos, Maite Perroni trabalha duro para sobreviver e em uma noite assustadora na mata, encontra um homem bêbado que, por diversas circunstâncias, comete o erro de abusá-la, deixando-a com um grande sentimento de dor e sofrimento. Após algum te...
Will - É que eu estava com uma pessoa muito especial que pretendo apresentar a você muito em breve.
Anifer - É mesmo? E quem é papai? [Ele sorri]
Will - Vai ser uma surpresa, espero que goste.
Anifer - Tomara que seja um lindo namoradinho para mim.
Will - O que você disse? Eu não ouvi isso. [Faço cócegas nela]
Anifer - Eu já vou dormir, estou com sono. [Ele beija o meu rosto]
Will - Boa noite meu amor. [Ela sorri e sai correndo] Minha menina já está se tornando uma mocinha. [Me deito] Por que será que gostei tanto do beijo da Maite? E por que desde da hora que a vi que não consigo parar de pensar nela? Parece que seu rosto se fixou na minha mente e não consigo a tirar por mais que tente, mas para ser bem sincero não quero nunca me esquecer da sensação dos seus lábios nos meus.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Apartamento Perroni:
Quarto da Maite:
May - Ele é lindo. [Suspiro] Eu nunca imaginei ficar assim um dia por um homem depois daquilo que aconteceu na minha vida, sempre pensei que nunca poderia sentir atração por ninguém porque no fundo o medo de ser novamente abusada ainda existia dentro de mim, mas agora com o William tudo é tão diferente. [Me deito] Ele me transmite segurança mesmo sem o conhecer, meu Deus o que está acontecendo comigo? Por que este desejo de estar próxima dele? Eu acho que a Maria tem razão, amei ele desde o primeiro instante que o vi.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Dia Seguinte:
Hotel Napoleon:
Quarto:
Annie - O que está fazendo querido? [Ele me olha]
Poncho - Estou aqui buscando alguns dados de famílias que criam crianças em suas casas mas não a registram como filhos legítimos.
Annie - Você acha que o casal que acolheu a sua irmã Renata não registrou ela?
Poncho - É claro que não meu amor, ela já tem um registro de nascimento que está guardada comigo, seria impossível eles registrarem como filha uma menina que foi encontrada na rua, a polícia iria desconfiar deles na certa.
Annie - Tem razão, amor se ela está com outra família certamente o nome dela já foi trocado. [Ele suspira]
Poncho - Sim meu anjo, mais uma barreira para que eu a encontre. [Me levanto] Porque com outro nome, uma família que ninguém sabe onde mora e tão pouco conhecem, tudo isso torna as coisas ainda mais complicadas.
Annie - Não fique assim triste, tenho certeza que você irá encontrar ela um dia.
Poncho - Tomara Annie porque já estou começando a perder as forças e até mesmo a esperança.
Annie - Não, não permita que o cansaço te vença jamais.
Poncho - Tem razão. [Beijo ela] Obrigada por sempre me incentivar.