capítulo 16

2.2K 159 19
                                        


Amores, o que vocês acham de uma fanfic do nosso querido e gostoso Jasper?

As primeiras aulas se passaram voando, literalmente voando!

A professora nos levou até a quadra, onde estava uma máquina que nos manteria no alto por uns minutos.

Ela queria  nos mostrar o porquê de nos ficarmos tontos ou enjoados com a altura e nada melhor do que mostrar em um corpo!

Todos os alunos se animaram, com todos vestidos no equipamento de segurança, um por um entrou dentro da máquina e ficou revirando por minutos.

Na minha vez, eu quase vomitei minhas tripas e fui a cobaia da sala. O bom foi que eu ganhei lanche de graça e quanto mais comida para mim, melhor.

Quando o sinal do intervalo tocou, fiquei receosa sobre encontrar os Cullen's. Acho que isso também se deve ao fato de o sinal ter quase estourado meus tímpanos de tão alto que estava, foi quase impossível esperar ele acabar.

Ao atravessar as portas, o barulho dos alunos converçando pareceu ter se multiplicado por mil, massagiei meus ouvidos e fui pegar minha comida grátis.

Entreguei o papel para a mulher e comecei a pegar tudo o que vai pela frente.

Ao passar pela mesa dos Cullen, Steve agarra minha mão e fala em meu ouvido.

Steve: vá lá em casa hoje a noite - me dá um beijo no pescoço.

Ignoro o arrepio e acinto, indo para a minha mesa.

Luiz: cuidado com eles Ice - fala me olhando sério - o cheiro de morte está impregnado neles.

Pâmela: quer parar - da um beliscão em sua barriga - deixa ela com o romance dela.

Arqueio uma sombrancelha em direção a ela e faço uma cara de raiva.

Pâmela: até parece que eu estou mentindo - gargalha - a onda sexual perto de vocês é sufocante, e olha que eu sou uma sereia!

Eu: então você é uma sereia - digo baixinho mas feliz - estava querendo descobrir sem você ter que me contar.

Ela da de ombros e rouba um bolinho da minha bandeija, Luiz pega uma batata e eu olho para eles de cara fechada.

Minha comida!

Eu: não sei como eu ainda aturo vocês - enfio uma batata na boca.

Ficamos em um silêncio gostoso até o sinal tocar, me despeço deles e sigo em direção a próxima aula.

As horas se passaram voando, quando o sinal bate vou até meu carro e começo a dirigir até minha casa.

Ao chegar dou comida para minha mãe, vocês não tem noção do quão estranho é falar isso, e sigo até meu quarto.

Troco de roupa e como o resto da janta de ontem, já que desperdício é feio.
Quando acabo brinco um pouco com Haja e pego um livro para ler na varanda, coloco umas almofadas no banco e me deito, começando a leitura.

Eu acho tão bonito os clichês dos livros, me faz querer viver um amor tão intenso e emocionante.

Aquele amor que te faz ter borboletas no estômago e o amor em que o cara não te traia ou seja abusivo.

Dou um suspiro triste e fecho o livro um pouco, a vida real é uma merda e eu quero sair dela!

Sinto Haja se deitar ao meu lado e acaricio sua cabeça.

Eu: o mundo é uma merda não é, mamãe - ela olha para mim e balança a cabeça concordando.

Tento voltar para minha leitura mas não tenho muito sucesso, já que um lobo branco enorme bastante afobado  sai correndo da floresta em minha direção.

Ele sobe as escadas e puxa minha blusa com os dentes, tento empurrar sua cabeça mas não consigo.

Eu: calma rapaz - falo de olhos arregalados - o que você tem em lobinho?

Ele me olha e solta um choramingo e volta a puxar minha blusa. Me levanto e ele continua a me puxar, agora em direção a floresta.

Começo a andar e logo estou correndo, com um lobo nada gentil me puxando.

Quando chegamos perto da clareira, noto que tem algo errado, já que a ponte de gelo cristalizado que eu fiz, não está mais lá e somente eu poderia desfazer.

Sinto o lobo me soltar e começo a andar olhando para os lados, vendo que todo o que eu fiz estava destruído, não tinha nenhum indício de gelo ali.

Começo a a escutar vozes e rosnados e ando até o lago, vendo meus lobinhos com a família delícia Cullen presos em um pedaço de gelo.

Eu: O que vocês estão fazendo aí? - pergunto rindo, mas minha risada se cala ao ouvir um resmungo fino.

Eu: você tá de sacanagem com a minha cara - falo ao ver um pequeno bebê enrolado em uma manta, preso em um pedaço pequeno de gelo.

Ando até a beirada do lado e o que vejo dentro da água me faz ter um medo danado.

Eu: como é que um tubarão veio parar  dentro de um lago - falo quase gritando - e como existem tubarões desse tamanho!

Indomável _ Crepúsculo ( Concluída )Histórias para pegar e não largar. Descubra agora