Para voltar ao passado e mudar o seu Destino, eles vão descobrir que cada pequena decisão, pode mudar, inesperadamente, o Futuro.
Em 2050, seis cientistas criam uma tecnologia que poderia mudar o mundo, ou destruí-lo. Eles constroem um Buraco de Min...
"A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente."
(Albert Einstein)
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Raccoon City
1989
Uma tempestade caía sobre Raccoon City quando o trânsito de repente parou, havia um corpo no meio da rua impedindo o trajeto dos carros por uma das principais avenidas da cidade. O corpo era de Monica Birkin que, subitamente, desperta assustada com o barulho das buzinas e de um estrondoso trovão. Ela tenta se levantar, mas se sente tonta e com uma dor aguda na cabeça como se tivesse levado uma pancada, os faróis dos carros quase cegam os seus olhos a deixando ainda mais desorientada. Algumas poucas pessoas tentam se aproximar e ajuda-la, entre elas há um homem de origem oriental que queria levá-la para o hospital. Entretanto, a cientista se nega a ir dizendo que não estava machucada, só um pouco cansada, desorientada e com muito frio, pois suas roupas estavam encharcadas.
O homem de origem oriental, então, decide que ao menos iria levá-la para a sua casa que ficava do outro lado da rua. De lá a jovem poderia ligar para alguém vir buscá-la e ainda poderia se livrar das roupas molhadas. Durante uma hora, Birkin faz várias ligações para Ada, Wesker, Rebecca e até mesmo para a Umbrella Corporation na esperança que um deles lhe atendesse, mas nenhum número dava certo ou dava sempre inexistente, o que não fazia sentido. Além disso, aquele telefone também não ajudava, parecia mais um objeto saído direto de um museu.
Inconscientemente, ela se viu perguntando para si como era possível que o homem; que parecia ser tão inteligente; não tinha nenhum smartphone? Era como se aquele sul-coreano tivesse parado no tempo. E se parasse para observar mais atentamente, perceberia que tudo na casa parecia tão antiquado, desde os móveis até as roupas que havia pegado emprestado. Porém, essa nem deveria ser a sua principal preocupação e sim o fato de não conseguir se lembrar de como conseguiu chegar ali.
- Bem, eu me chamo Park Seong-chan. - O homem lhe traz um pouco de chá para aquece-la do frio. Os dois se sentam na sala perto da lareira para conversarem um pouco. Ele se sentiu um pouco desconfortável ao vê-la vestindo as roupas de sua falecida esposa, mas tentou não ser egoísta e nem ciumento, afinal, isso não era o que importava. - E você, qual é o seu nome?
- Eu me chamo Monica Birkin. - Ela responde após sorver um gole de chá que lhe aquece por dentro. Por sorte ela já se sentia mais segura, pois por algum motivo, o homem que aparentava ter uns 30 e poucos anos lhe soava gentil e um pouco familiar.