Sinopse
"Não deixe que lhe digam que seus sonhos são impossíveis de serem realizados. Não dê ouvidos, não se importe, não acredite. Acredite apenas na força do seu sonho e busque-o. Corra atrás do que deseja, faça, arrisque, viva!" - Célia Cristina...
141 •• Ele se sentou com a gente e comeu. Enfim, partimos para o aeroporto. Logo que chegamos, fizemos o check-in e fomos levados para uma sala para aguardar o nosso voo. [...] Enfim, no avião. Marina: O que foi? Está fazendo careta. Luan: Dorzinha chata de cabeça. Marina: Eu tenho remédio. - abri a minha bolsinha, peguei um e dei para ele. - Dorme, agorinha melhora. Ele sorriu, tomou o remédio com a água e deitou a cabeça no meu ombro. Fiquei mexendo no meu celular, estava sem sono. [...] Finalmente pousamos no nosso destino. Tailândia. Luan: Ansioso para chegar no hotel. Marina: Pelas fotos é maravilhoso. Uma mistura de tudo o que gostamos... O carro parou, e nos ajudaram com as malas. Umas pessoas que trabalhavam ali, falavam português. Xxx: Por favor, me acompanhem. - sorriu. Seguimos ele, e fomos levados para o nosso quarto. Ele mostrou como tudo funcionava. Xxx: Em instantes, eles trazem as malas de vocês. Com licença... - saiu. Fui até a janela do nosso quarto. Marina: Amor, olha isso. - sorri admirando a vista.
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Luan: É lindo né, não podemos fechar a janela vamos dormir e acordar olhando para essa vista. - sorriu, me beijando. Marina: Amor, daqui a pouco o pessoal bate ai com as nossas malas. - sorri, me levantando de cima dele. [...] Ajeitei as nossas coisas, em um pequeno closet que tinha ali no nosso quarto. Luan: Sei que está cansada, que tal um banho quente? - sussurrou no meu ouvido. Marina: Topo na hora. - sorri. [...] 20h30, no horário daqui e vamos sair para jantar, e preferimos ir caminhando. Marina: Olha essa cidade, amor. - sorri. - É tão diferente do Brasil né, não sei explicar. Luan: Além de que podemos andar pelas ruas normalmente. Claro, não estou reclamando disso, mas é bom as vezes... Marina: Eu entendi. - sorri. Enfim chegamos ao restaurante. [...] Satisfeitos com a refeição, pedimos a conta. Luan: Eu vou pagar. Marina: Eu vou. Luan: Marina, para o que tem eu pagar. Marina: Luan, para o que tem eu pagar. - ele olhou para a minha cara. Luan: O que tem eu pagar tudo agora.
142 ••. Luan: O que tem eu pagar tudo agora. Marina: Luan, desde o começo da nossa relação você sempre pagou. Agora que graças a Deus, tenho uma condição eu também quero pagar alguma coisa. Deixa de ser chato... Luan: Eu não sou chato. Pedimos a conta, e eu paguei. Enfim, voltamos para o hotel caminhando de novo, dessa vez ele mal falou uma palavra. Quando chegamos, peguei meu celular e fui para a varanda mandei algumas fotos para a Liz, e conversei com a minha mãe. Enfim, voltei para o quarto e Luan estava deitado e assistindo. Marina: Que bela maneira, de passarmos o primeiro dia da nossa lua de mel. Sério que você vai ficar assim, porque eu paguei a conta? Luan: Não é isso, Marina. Marina: É sim, Luan. Teve outro motivo, que eu não percebi? - ele ficou quieto. - Foi o que eu pensei. Me deitei na cama, virando para o outro lado. Luan: Marina. Marina: O que é? Vai continuar com á infantilidade? Luan: Não, me desculpa. - sinto o seu beijo no meu pescoço. - Eu te amo, tá? Me virou, e me beijou. [...] — No dia seguinte. Acordo e ao abrir os olhos, vejo Luan entrando no quarto com uma bandeja. Luan: Bom dia. - sorriu. Marina: Bom dia. O que é isso? Luan: Eu sei que fui um idiota ontem, me desculpa. - sentou na cama. Marina: Foi muito chato, mas está tudo bem. - sorri. - A gente tem que conversar mais Luan, combinamos igual ontem eu paguei hoje é você. Luan: Pode ser. - sorriu. [...] Saímos do quarto, e hoje vamos conhecer uma praia. Arrumamos as nossas coisas, e saímos indo até o nosso destino. Logo que chegamos, entramos no mar. Ah, como é bom.