⚠️Obra +18⚠️
Harumi é uma caloura na faculdade, que trabalha meio período num café. Depois de um dia de cão um último cliente mau humorado entra no café, um loiro coberto de machucados de olhos velhos.
Com o tempo passando e os dois se
conhecendo...
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— você tá atrasada - Bakugou grita do outro lado da linha
— tá nervoso tá? - seguro a risada de forma exagerada, só pra o irritar - eu já tô chegando, calma - ando lentamente pelas ruas movimentadas, na maior calma e sem pressa alguma
— anda logo, odeio esperar! Você nem tá correndo, VEM LOGO - ele grita
— vai gritar no ouvido da sua mãe, seu bastardo, esquizofrênico, acéfalo com distúrbio mental e social - berro de volta e desligo o celular
Hoje é relativamente um dia bonito, tirando pelo fato de ter acordado do meu cochilo da tarde aos berros. A culpa não é minha se a cama estava extremamente gostosa, depois e não dormir direito por dois dias. Bakugou tem que superar esse estresse dele, não sou obrigada a chegar na hora.
Viro a esquina entrando em uma rua com uma sorveteria gigante a esquerda, uma doceria a direita fico maravilhada com as cores e a felicidade das crianças comprando coisas
— finalmente, idiota, demorou de mais - Escuto a voz do loiro e me viro para olhar melhor pra ele - acha que tenho todo o tempo do mundo pra te esperar?
Ele esta com uma bermuda vermelha vinho, que deixava uma tatuagem na panturrilha amostra. Uma regata preta deixando seus braços musculosos bem marcados, seus braços livres reforçam a minha teoria de que ele tinha os braços tatuados, o antebraços esquerdo era fechado com desenhos que envolviam bombas, leão e até mesmo algumas flores, já os bíceps tinham uma tatuagem tribal que subia até seu peitoral, o direito tinha somente o antebraço fechado, com bombas engrenagens e afins. Não consigo não imaginar seus outros músculos ou partes do corpo tatuadas por baixo daquela regata. Ele está com o boné preto e sem piercings na orelha, nem brincos, uma bolsa de treino está pendurada em seu ombro esquerdo atravessando seu tronco ficando pendurado ao lado de sua coxa direita.
Me sinto uma batata perto desse homem, aquelas muchas e velhas já criando raiz.
— mas mesmo assim me esperou - dou de ombros vendo uma veia em seu pescoço sobressair mostrando que ele estava com ódio - eu dormi, não me julgue - declaro bocejando
— por isso as roupas de dormir - debocha
— eu durmo pelada idiota - minto e o vejo levantar as sobrancelhas surpreso
— me chama pra dormir contigo um dia desses - brinca me fazendo arregalar os olhos
— quer me ver pelada Katsuki? - abro a bocha fingindo choque
— você que tá doida pra dormir comigo, tá até babando no meu corpo
Os olhos do loiro descem pelo meu corpo, me olhando sem pudor algum.
Estou com uma bermuda preta, que desce até um pouco abaixo dos meus joelhos. Visto uma blusa de moletom cinza por cima de uma regata preta apertadinha.