Cap 02: Conhecendo Louise

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POV Alexander

Oi! Me chamo Alexander Frederick Baker, tenho 15 anos e nasci no dia 16 de agosto de 2025. Sou britânico, nascido e criado no Reino Unido, onde vivi toda minha infância e pré-adolescência. Mas, recentemente, decidi me mudar para Los Angeles, na Califórnia, para morar com meus tios paternos.

Tenho cabelos castanhos, olhos azuis, sou magro, tenho 1,75 de altura e peso 50 quilos.

Ontem comecei minhas aulas na Albert High School, onde, pra minha sorte, já fiz um amigo... e conheci uma garota simplesmente incrível. Aliás, não qualquer garota — a herdeira dos empresários Wright-Evans.

Hoje é 21 de agosto de 2041. Acordei cedo, tomei banho, fiz minha higiene, me vesti e desci para tomar café da manhã. Logo depois, segui para a escola.

Assim que cheguei, vi uma cena meio tensa: Benjamin e Louise estavam discutindo — e, claro, Olivia estava chorando no meio da confusão.

— O que tá acontecendo aqui, Olivia? — perguntei, me aproximando, tentando entender a situação.

Ela enxugou as lágrimas e respondeu, abalada: — Meu irmão não quer que eu seja amiga da Louise!

Virei pro Benjamin, cruzando os braços. — Sério isso, cara? Por que sua irmã não pode ser amiga dela?

Ele bufou, impaciente. — Porque eu não confio nela. Simples.

Louise revirou os olhos, cruzando os braços também. — Deixa eu adivinhar... você ainda tá bravo comigo só porque eu cumprimentei os filhos do primo Bertie e não vocês, né? É isso?

Benjamin não hesitou. — Exatamente. Por que não me cumprimentou?

Ela respirou fundo. — Porque meus pais pediram pra eu não fazer isso, Benjamin. — Olhou firme pra ele. — Meu pai, Noah, ainda tem certas... ressalvas... depois de tudo que seu pai fez com ele.

Antes que a discussão engrenasse de novo, sorri e segurei delicadamente a mão de Louise.

— Louise Wright-Evans... — falei, olhando nos olhos dela —... eu quero te conhecer melhor.

Levei a mão dela aos lábios e dei um beijo leve. Ela sorriu, meio surpresa, meio encantada.


O sinal tocou, anunciando o início das aulas. Me sentei ao lado da Louise e passamos a manhã conversando sobre tudo: música, filmes, vida... Foi fácil perceber que ela era muito mais do que só um rosto bonito.

Quando o intervalo começou, ela me puxou pela mão até o vestiário — o feminino. Confesso que achei meio loucura, mas a situação ficou... digamos... interessante. Entre flertes e sorrisos, o clima esquentou. Só que... claro, tudo que é bom dura pouco.

Fomos pegos pela inspetora Nadia Phillips bem no meio do flerte.


— Diretor Campbell — começou ela, séria, batendo na porta da sala —, esses dois estavam no vestiário feminino... quase cometendo um ato inapropriado. Interrompi antes que acontecesse algo pior.

O diretor Ralph Campbell ergueu o olhar, cruzando os braços, e me lançou um olhar pesado. — Ah... então você é pior que seu pai — resmungou, se jogando na cadeira e começando a girar umas bolinhas de equilíbrio nas mãos.

Franzi a testa. — Perdão... como assim, senhor?

Louise também olhou, confusa. — Isso não faz o menor sentido...

Ralph bateu na mesa, encerrando o assunto. — Isso não vem ao caso. Vocês dois estão suspensos por uma semana.

— Agora, voltem pra sala — completou a inspetora Nadia, sem a menor paciência.


Voltamos meio sem graça pra sala. Louise ficou super sem jeito, me pedindo desculpas mil vezes. Eu até entendo... foi tudo meio apressado, meio maluco. E, sim, isso definitivamente não pode se repetir assim.

No fim do dia, voltei pra casa com aquele belo papel de suspensão nas mãos. Entreguei pros meus tios, que não ficaram nem um pouco felizes. Na verdade, eles foram bem claros:

— É melhor você se afastar dessa garota.

Mas... sendo bem honesto? Não quero. Nem um pouco.

Depois de ouvir o sermão, subi pro meu quarto, terminei minhas coisas e fui dormir... com a cabeça a mil, pensando nela.

Continua.....................

Cap revisado.

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