8

21.7K 863 91
                                        

* Coringa on *

Almocei com a Bárbara e fui na boca.

Mandei msg para o Crusher ele disse que eles foram no shopping e vão passar o resto do dia lá.

As 17:28 terminei tudo aqui e fui para casa, entrei Bárbara estava no sofá.

B - tem um minuto?

C - fala aí. - me sentei ao lado dela.

B - vai me manter aqui para sempre?

C - não sei Bárbara.

B - deixa eu construir minha vida qui então.

C - como assim?

B - quero trabalhar.

C - que?

B - quero começar a trabalhar aqui no morro, montar minha vida aqui.

C - vc não precisa trabalhar, eu posso te dar tudo oq vc quer.

B - nunca dependi de homem para nada e não vai ser agr que isso vai acontecer.

C - Bárbara não.

B - vai Coringa por favor, eu posso fazer qualquer coisa, eu gosto de trabalhar e poder comprar minhas coisas com meu dinheiro.

C - vou ver oq eu posso fazer.

B - então isso é um sim? - perguntou animada.

C - sim, mas vc vai trabalhar no que eu mandar.

B - não sendo naquela boate eu irei para qualquer lugar.

C - tá assistindo oq?

B - The Walking Dead. - pegou pipoca que estava no pote e comeu, fiz o mesmo.

Ficamos assistindo até a Carol chegar e começar falar no meu ouvido.

Somente mandei ela se foder e subi para o meu quarto.

Três dias depois

G - trás ela para cá.

C - para cá onde?

CR - precisamos de alguém inteligente para cuidar do dinheiro do morro.

C - vcs nem inventem.

G - ah qual foi Coringa? É uma boa ideia.

C - não é não.

CR - é sim, ela vai tá sempre aqui e vc vai poder supervisonar ela.

C - aqui só tem homem Arthur.

CR - é só vc e ela impor respeito e matar quem desrespeita ela.

G - ela vai ser tipo a queridinha.

C - vão falar muita merda guxta.

G - e daí mano? Vc não deve nada para esse povo não.

CR - pse, faz a proposta se ela quiser eu já ajeito uma sala para ela.

C - vou pensar e se ela aceitar ela vai ficar aqui.

G - certeza? Tu trás tanta puta para cá.

C - cuida da tua vida guxta.

G - ele pede nosso conselho e opinião e não aceita, vai entender.

CR - pse.

C - vazem daqui eu preciso pensar.

Eles saíram.

Fiquei na boca até às 22:34.

Voltei a apê para casa.

Entrei em um beco e vi três caras fumando no escuro, me aproximei e vi que era o rato.

Dono de um morro inimigo.

C - olha quem veio me ver. Estava com sdd rato?

R - morrendo vc não tem ideia. - disse se aproximando.

C - como vc entrou aqui?

R - eu do meu jeito.

C - tá fazendo oq aqui?

R - vim te ver.

C - aí que fofo. - percebi que os dois caras não estavam mais ao lado dele.

Senti os dois me segurarem.

C - que merda é essa rato?

R - pagar oq vc fez comigo ano passado. - me bateu.

C - olha vc guarda rancor. - debochei. - isso não é bom não rato.

Ele começou a me bater e eu não consegui me soltar de jeito nenhum, os dois outros caras me seguravam muito firme.

Estava quase apagando quando ele parou.

- temos que ir chefe.

O rato cuspiu na minha cara e eles saíram, tentei gritar mas eu estou sem força.

Tentei me levantar mas eu não consegui.

Fiquei deitado sangrando por um bom tempo.

Fiquei recuperando minhas forças, me levantei e fui me arrastando para casa que é na próxima rua.

Continua...

VENDIDA PARA O DONO DO MORRO Onde histórias criam vida. Descubra agora