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* Babi on *

Sai de casa fui direto para a boca, parei com o carro e sai recebendo o olhar de geral.

B - ih qual foi gente? Nunca viram um corpo bonito não? Eu em. - travei o carro e fui subindo a boca.

Nenhuma palavra foi dirigida a mim além de "bom dia", eles sabem que se falarem algo mais eu tenho a Val para matar.

Fui na minha sala e já tive que sair para checar carregando de arma que chegou, tava tudo certo, fiz umas anotações e peguei a arma que veio especialmente para mim.

B - linda da mamãe

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B - linda da mamãe. - beijei ela.

Fui até a sala de treinamento e comecei a atirar.

Dei sequências de tiros no alvo e acertei em todos os pontos que eu queria acerta

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Dei sequências de tiros no alvo e acertei em todos os pontos que eu queria acerta.

C - Bárbara. - ele tá puto, já sabe do meu vestido, só que eu ainda estou de costa.- se vira.

B - não. - travei a arma ele veio até mim pegou no meu braço e me virou.

C - eu porra é essa Bárbara? - disse abismado olhando para o meu corpo. - tá louca?

B - não quis vestir algo diferente hj. - tentei tirar a mão dele do meu braço. - me solta vc está me machucando. - disse com ódio e os olhos marejando.

C - vc é uma puta mesmo. - me jogou, só parei quando bati com força na parede. - tá louca em vir trabalhar assim krlh? - bateu na minha cara. - vc não passa de uma puta de esquina, seu pai estava certo quando te chamou de vagabunda. - deu outro tapa na minha cara.

B - começou, agr continua. - disse chorando.

C - cala a boca.

B - eu vou usar oq eu quiser, pq o corpo é meu, e quem tem que se encomodar com os olhares sou eu.

Ele levantou a cabeça e me olhou com todo ódio do mundo.

B - me mata logo. - sequei minhas lágrimas e abri meus braços.

C - eu vou rasgar essa merda.

B - rasga, que eu saio pelada andando pela boca e amanhã eu apareço de lingerie.

C - vc não é nem loka.

B - ah Coringa eu sou, eu sou sim. - ele veio para cima de mim e começou a me bater.

C - vc é uma puta Bárbara. - gritou e eu só chorava de dor e ódio. - implora para viver vagabunda. - bateu no meu rosto e eu fique calada.

Não gritei pedido ajuda e nem gemi de dor, não me permito ter essa reação.

Estou caída no chão apanhando de um homem que um dia eu cogitei amar.

G - Coringa tá louco para krlh. - 5 vapores tiraram ele de cima de mim, cuspi sangue.

L7 - ei vc tá bem? - Neguei com a cabeça e ele me ajudou a me sentar tirou a camisa e me entregou, eu vesti a camisa dele, mesmo com tanta dor.

B - me tira daqui. - a sala estava lotada de gente.

L7 - claro vem. - me ajudou a levantar, caminhei até a cabine que eu estava peguei minha arma e sai da sala sendo carregada pelo L7. - quer ir para onde?

B - para minha sala.

L7 - tá.

O biscoito apareceu e ajudou o L7 a me trazer para minha sala.

Me deitei no sofá que tem aqui.

B - bis pede para Lara vir aqui.

Bis - blz. - saiu fechando a porta e o L7 entrou.

L7 - já tem uns caras aí na frente, o chefe não entra aqui sem vc querer. - assenti e ele se abaixou ao meu lado. - krlh tu é forte mesmo em mina, com um soco do patrão eu já desmaiava. - sorri e isso fez minha barriga doer muito.

B - aí.

L7 - te machuquei?

B - não relaxa.

Continua...

VENDIDA PARA O DONO DO MORRO Onde histórias criam vida. Descubra agora