* BABICTOR *
Bárbara vendida pelo seu padrasto ao dono do morro complexo do alemão.
Início: 26/02/22
Fim: 28/02/22
A história mais rápida que eu já escrevi.
Acordei sentindo meu corpo todo dolorido, e as lembranças de ontem vem em minha cabeça, olhei para o lado e vi Bárbara dormindo segurando minha mão.
Senti algo estranho.
Bateram na porta.
C - entra. - Bárbara acordou.
CR - oie. - entrou. - e aí irmão como vc tá?
C - todo dolorido. - ele sorriu. - que horas são?
CR - meio dia e pouco. Quem fez isso com vc?
C - o rato.
CR - como ele entrou no morro?
C - não sei mas eu vou descobrir, certeza que tem um informante dele no meio da gente.
B - como eu não entendo nada sobre oq vcs falam eu vou para o meu quarto. - soltou minha mão, se levantou e saiu do quarto.
CR - ela ficou aqui a noite toda.
C - aqui?
CR - sim, ela segurou sua mão o tempo todo, se ela ficou 10 min longe de vc foi muito.
C - hum.
Ficamos conversando, ele me ajudou a fazer Hp, a Carol apareceu e dps a Bárbara com remédios para mim tomar.
B - pronto são só esses.
C - só? - ela sorriu. - fiquei sabendo que vc passou a noite aqui.
B - Crusher e um fofoqueiro.
Peguei na mão dela e intrelacei nossos dedos.
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C - vlw.
B - pelo oq?
C - por me ajudar, cuidar de mim e ficar aqui cmg.
B - ah de nada. - sorriu.
Ca - olha oq eu trouxe. - entrou com um prato de comida e um copo com suco verde.
C - que porra é essa Carolina?
Ca - seu almoço. - entregou o prato e o copo para a Babi.
C - eu não vou comer isso não.
Ca - ah vai sim.
C - eu quero comida de vdd Carolina.
B - Coringa vc não pode comer nada carregado.
C - fds.
Ca - tenho que ir resolver um negócio fora do morro, faz ele comer Babi.
B - tá.
Carol beijou minha cabeça e saiu.
C - eu não vou comer isso.
B - vai sim.
C - não vou.
B - só um pouco Coringa e para o seu bem.
C - não vou Bárbara. - ela bufou. - esse negócio deve tá mó ruim.
B - vc nem sentiu o sabor Coringa, esperimenta um pouco por favor. - bufei.
C - só se vc estiver sentada no meu colo.
Ela me olhou com olhar de reprovação e eu sorri.
C - vai não te mata, mas se eu não comer a culpa e sua aí vc vai me matar.
B - vc não presta.
C - nunca prestei.
B - vc vai ter que comer tudo.
C - tá. - puxei ela para o meu colo e ela se sentou um pouco antes do meu pau e pegou o prato.
E começou a me dar comida como se eu fosse criança.
B - bom garoto, tem que papar tudo. - disse sorrindo e eu dei o dedo do meio para ela por eu estar mastigando.
Levei minhas mãos a cintura dela e fiquei fitando seus olhos.
C - a Carol não sabe cozinha, isso tá sem sal.
B - vc não pode comer sal.
C - que bosta, não posso fazer porra nenhuma. - ela sorriu e me ofereceu outra colher e eu neguei. - não Babi.
B - ah não Curica a última.
C - Curica?
B - apelido carinhoso. - eu ri e ela enfiou outra colher da péssima comida da Carol na minha boca. - prontinho, que meninho mais obediente comeu tudinho. - falou como se estivesse falando com um bebê.
C - chega. - disse após engulir tudo. - por favor na próxima vez fassa a minha comida. - ela sorriu e assentiu.
B - agr vem o suco.
C - não Babi.
B - tá gostoso olha. - fingiu dar um gole no suco.
C - tá?
B - aham.
Sínica.
C - já que vc gostou tanto pode tomar. - ela fechou a cara e eu comecei a rir e isso fez minha barriga doer. - aii.
B - tudo bem eu te machuquei? - disse preucupada.
C - não rlx. - ela tentou sair de cima de mim mas eu não deixei. - vc não vai sair.
B - bebê o suco e eu não saio.
C - jogou sujo.
B - aprendi com o melhor. - se refiriu a mim com um sorriso ironico.
Tampei meu nariz e virei o copo de suco, que gosto amargo senhor.
Ela colocou o copo e o prato em cima da cômoda e se deitou cmg.
C - vem cá. - disse para ela chegar mais perto.
B - não eu vou te machucar.
C - vem logo.
B - se eu te machucar me avisa.
C - tá. - coloquei ela deitada no meu peito.
Está doendo um pouco mas nada que fassa eu querer tirar ela daqui.
Estou passando a mão no cabelo dela estamos assistindo um filme qualquer aqui, logo ela dormiu.