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* Coringa on *

Acordei sentindo meu corpo todo dolorido, e as lembranças de ontem vem em minha cabeça, olhei para o lado e vi Bárbara dormindo segurando minha mão.

Senti algo estranho.

Bateram na porta.

C - entra. - Bárbara acordou.

CR - oie. - entrou. - e aí irmão como vc tá?

C - todo dolorido. - ele sorriu. - que horas são?

CR - meio dia e pouco. Quem fez isso com vc?

C - o rato.

CR - como ele entrou no morro?

C - não sei mas eu vou descobrir, certeza que tem um informante dele no meio da gente.

B - como eu não entendo nada sobre oq vcs falam eu vou para o meu quarto. - soltou minha mão, se levantou e saiu do quarto.

CR - ela ficou aqui a noite toda.

C - aqui?

CR - sim, ela segurou sua mão o tempo todo, se ela ficou 10 min longe de vc foi muito.

C - hum.

Ficamos conversando, ele me ajudou a fazer Hp, a Carol apareceu e dps a Bárbara com remédios para mim tomar.

B - pronto são só esses.

C - só? - ela sorriu. - fiquei sabendo que vc passou a noite aqui.

B - Crusher e um fofoqueiro.

Peguei na mão dela e intrelacei nossos dedos.

Peguei na mão dela e intrelacei nossos dedos

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C - vlw.

B - pelo oq?

C - por me ajudar, cuidar de mim e ficar aqui cmg.

B - ah de nada. - sorriu.

Ca - olha oq eu trouxe. - entrou com um prato de comida e um copo com suco verde.

C - que porra é essa Carolina?

Ca - seu almoço. - entregou o prato e o copo para a Babi.

C - eu não vou comer isso não.

Ca - ah vai sim.

C - eu quero comida de vdd Carolina.

B - Coringa vc não pode comer nada carregado.

C - fds.

Ca - tenho que ir resolver um negócio fora do morro, faz ele comer Babi.

B - tá.

Carol beijou minha cabeça e saiu.

C - eu não vou comer isso.

B - vai sim.

C - não vou.

B - só um pouco Coringa e para o seu bem.

C - não vou Bárbara. - ela bufou. - esse negócio deve tá mó ruim.

B - vc nem sentiu o sabor Coringa, esperimenta um pouco por favor. - bufei.

C - só se vc estiver sentada no meu colo.

Ela me olhou com olhar de reprovação e eu sorri.

C - vai não te mata, mas se eu não comer a culpa e sua aí vc vai me matar.

B - vc não presta.

C - nunca prestei.

B - vc vai ter que comer tudo.

C - tá. - puxei ela para o meu colo e ela se sentou um pouco antes do meu pau e pegou o prato.

E começou a me dar comida como se eu fosse criança.

B - bom garoto, tem que papar tudo. - disse sorrindo e eu dei o dedo do meio para ela por eu estar mastigando.

Levei minhas mãos a cintura dela e fiquei fitando seus olhos.

C - a Carol não sabe cozinha, isso tá sem sal.

B - vc não pode comer sal.

C - que bosta, não posso fazer porra nenhuma. - ela sorriu e me ofereceu outra colher e eu neguei. - não Babi.

B - ah não Curica a última.

C - Curica?

B - apelido carinhoso. - eu ri e ela enfiou outra colher da péssima comida da Carol na minha boca. - prontinho, que meninho mais obediente comeu tudinho. - falou como se estivesse falando com um bebê.

C - chega. - disse após engulir tudo. - por favor na próxima vez fassa a minha comida. - ela sorriu e assentiu.

B - agr vem o suco.

C - não Babi.

B - tá gostoso olha. - fingiu dar um gole no suco.

C - tá?

B - aham.

Sínica.

C - já que vc gostou tanto pode tomar. - ela fechou a cara e eu comecei a rir e isso fez minha barriga doer. - aii.

B - tudo bem eu te machuquei? - disse preucupada.

C - não rlx. - ela tentou sair de cima de mim mas eu não deixei. - vc não vai sair.

B - bebê o suco e eu não saio.

C - jogou sujo.

B - aprendi com o melhor. - se refiriu a mim com um sorriso ironico.

Tampei meu nariz e virei o copo de suco, que gosto amargo senhor.

Ela colocou o copo e o prato em cima da cômoda e se deitou cmg.

C - vem cá. - disse para ela chegar mais perto.

B - não eu vou te machucar.

C - vem logo.

B - se eu te machucar me avisa.

C - tá. - coloquei ela deitada no meu peito.

Está doendo um pouco mas nada que  fassa eu querer tirar ela daqui.

Estou passando a mão no cabelo dela estamos assistindo um filme qualquer aqui, logo ela dormiu.

Deve ter dormido nada a noite.

Continua...

VENDIDA PARA O DONO DO MORRO Onde histórias criam vida. Descubra agora