[kitsune Izo x S/n humano]
Kitsunes são seres conhecidos por sua sagacidade e apresso por pregar peças e enganar os outros, tendo como principais alvos os humanos, sempre tão frágeis e ingênuos. Assim como qualquer espécie, elas tem personalidades e gostos diferentes e não se deve julga-las erroneamente, entranto, uma coisa era certa: Não se confia em uma kitsune.
S/n sempre ouviu isso de sua baa-chan e ficava assustado olhando para os lados tentando achar um par de olhos brilhantes o observando do escuro em busca do momento perfeito para pegá-lo desprevenido, mas ele não entendia como essa memória poderia ajudá-lo agora. O camponês respirou uma lufada de ar gelado e sentiu os pulmões arderem enquanto se forçava a continuar correndo em um ritmo constante mesmo na neve fofa da floresta. Atrás de si, seu perseguidor invisível continuava avançando indiferente a neve que se estendia na altura das canelas, a distância entre os dois diminuindo rapidamente.
O c/c avista uma árvore cujo tronco largo poderia ajudá-lo a enganar seja lá o que estava tentando pegá-lo e fez uma curva brusca estacando no lugar quase imediatamente, no espaço de um piscar de olhor a floresta a sua volta se tornou o interior de uma cabana escura, com o problema adicional de que ele não piscou, o mundo a sua volta apenas mudou de repente se tornando outra coisa. Um rosnado alto chamou a atenção do camponês para a porta aberta atrás de si aonde a floresta ainda era visível e algo se aproximava em meio as árvores, no segundo seguinte a porta de fechou sozinha com um baque alto, S/n se sentiu seguro, a sensação de que não importava o que estava lá fora não poderia entrar.
Mas a sensação de segurança durou pouco, quando ele enxergou a figura que estava parada atrás da porta, seus olhos prateados o encarando do escuro, apenas observando seus movimentos enquanto ele esperava por algo. S/n recua e o outro avança, as orelhas e caudas de raposa balançando lentamente enquanto ele se aproxima, uma das caudas se enrola no calcanhar do c/c o derrubando no tapete de pele que cobre todo o chão próximo a lareira apagada.
A kitsune se abaixa e engatinha até estar encima do menor, um sorriso malicioso desabrocha na face delicada revelando um par de presas afiadas. Com um estalar de dedos, o fogo da lareira ganhar vida iluminando o interior da cabana e a face da raposa se torna discernível para o humano que olha indignado para o moreno, mas antes que ele pudesse dar voz a sua raiva Izo o calou juntando os lábios em um beijo apaixonado, as mãos agarrando os cabelos bagunçados enquanto ele pedia permissão para explorar a boca alheia com sua língua.
S/n tem suas reclamações roubadas junto com seu fôlego, já afetado pela longa corrida, e se deixa apreciar o calor que emanava do corpo alheio e contrastava com o gelo que havia se infiltrado até seus ossos. As mãos do kitsune trabalham rapidamente para se livrar das roupas úmidas do menor as descartando pelo quarto, o frio é totalmente esquecido quando o camponês tem tanto as chamas quanto o corpo do outro para aquece-lo.
Izo interrompe o beijo para que o humano possa recuperar o fôlego e começa uma trilha de beijos pelo corpo alheio se demorando um pouco mais nos mamilos rígidos, onde chupou e mordeu fazendo o companheiro soltar gemidos baixos enquanto se contorcia sob seus cuidados. Ele continuou descendo até chegar aonde queria, uma das mãos agarra a ereção e começa a masturba-lo, o moreno leva seu tempo espalhando o pré gozo por sua mão antes de tomar o membro na boca e usar os dedos lubrificados para brincar com a entrada do menor conseguindo gemidos cada vez mais altos do humano.
Quando Izo decidiu que já era o suficiente ele se afastou – o que resultou em gemidos indignados do parceiro – se livrou das vestes incomodas e alcançou o próprio membro que pulsava dolorosamente, ele esfrega o comprimento algumas vezes o lubrificando antes de voltar para o menor, se alinhar a sua entrada e começar a penetrar bem lentamente deixando o outro ir se acostumando ao seu tamanho. O kitsune prende os pulsos do menor acima da cabeça com uma das mãos, a outra virando o seu rosto para que ele possa beija-lo novamente, o c/c retribui imediatamente, um gemido arrastado sendo abafado pela boca do maior que resolve começar as investidas.
Cada estocada é lenta e vai fundo no humano fazendo seus olhos revirarem de prazer, as caudas do yokai envolvendo as pernas do outro e as mantendo o mais abertas possível enquanto ele continuava a foder o menor lentamente, ganhando os gemidos quase desesperados que este dava. Izo podia ser paciente quando queria mas, este não era o caso e não demorou para que ele aumentasse o ritmo penetrando o c/c sem pausa até que ele estivesse praticamente gritando de prazer.
O kitsune libera as mãos do mais novo para que ele possa agarrar sua cintura para mirar melhor em sua próstata fazendo o outro envolver seu corpo com os braços as unhas cavando marcas dolorosas em suas costas que só o incentivaram a ir mais fundo e mais rápido. S/n goza com um gemido alto e longo, um fio de saliva escorrendo pelos lábios trêmulos, seu interior apertando o pau do maior até que este alcance o clímax enquanto mordia o ombro do menor, um pequeno fluxo de saque escorrendo pela pele lesionada.
Leva um tempo até que os dois se recuperem insuficiente, Izo se deita de lado e puxa o menor contra seu corpo o envolvendo num abraço apertado, ele beija o machucado e murmura um pedido de desculpas que é aceito quase imediatamente pelo camponês exausto. Izo aperta o humano em seus braços e arrasta as caudas pelo corpo menor em um carinho suave. "Conhecer você foi o melhor presente que essa existência me deu..." ele murmura contra o cabelo do parceiro aonde a sua estava descansando.
S/n fica em silêncio por um momento, as mãos apertando o braço do kitsune em busca de apoio antes de falar em um sussurro quase inaudível. "Mas eu não vou viver pra sempre..."
"Não precisa se preocupar com isso." Izo o tranquiliza beijando a bochecha do parceiro e uma das caudas aperta em volta da coxa "Basta confiar em mim, eu já te encontrei muitas vezes" ele confessa se apoiando no cotovelo para olhar para o outro nos olhos "e vou continuar te encontrando todas as vezes. 自分の存在が消えるまで (Jibun no sonzai ga kieru made)"
O c/c se demorar olhando para as orbes prateadas, o peso das palavras o atingiram momentaneamente antes de serem afastadas para algum canto profundo de sua mente quando o mais velho tomou seus lábios em um beijo lento e apaixonado. E pelo resto da noite não houveram preocupações ou inseguranças, apenas o amor incondicional e eterno entre os dois.
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imagine One Piece hot
Hayran Kurguimagines hot Leitor (S/n) masculino Vários capítulos curtos (one-shots) com os personagens masculinos de One Piece Aviso: cada personagem tem uma timeline (linha do tempo) próprio com seu próprio S/O (no caso o S/n) e elas tem o mínimo de continuida...
