EM ANDAMENTO.
O IRMÃOZINHO DO CRAQUE! | HAIKYUU!!
Sob o disfarce de uma criança boazinha, Asahi [Nome] vai juntar o máximo de idiotas do vôlei possível, apenas para atingir seu objetivo final: A Dominação Mundial.
Está é uma obra de @Natsume_Lynx
Ha...
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Para ascender ao trono do novo mundo, [Nome] sabia que precisava entender com quem estava lidando. Necessitava de aliados: indivíduos robustos, talvez não os mais astutos, mas certamente aqueles dispostos a seguir suas ordens sem hesitação. Em suma, ele precisava dos tolos do vôlei. Foi essa a razão pela qual decidiu acompanhar seu estimado Azu-nissan até o campo de treinamento.
Embora [Nome] nutrisse amor por seu irmão de coração frágil e sentisse sua falta — afinal, Azumane era uma constante em sua vida, e a distância era um incômodo —, havia motivações ocultas em sua jornada. Ele pretendia avaliar cuidadosamente seus futuros súditos, selecionando meticulosamente aqueles que seriam suficientemente úteis para evitar a extinção. [Nome] esperava que os amigos de Azumane fossem adequados, pois não desejava entristecer o gigante sentimental. Isso seria desastroso para seus planos.
A tristeza de seu irmão seria um obstáculo intransponível.
Após Ukai restaurar a ordem no caos que se tornara Karasuno e o pobre Asahi Azumane recuperar-se de um desmaio com uma soneca, os treinos prosseguiram como se nada tivesse ocorrido. Suga conduziu [Nome] até uma jovem amável chamada Kiyoko Shimizu, que o recebeu com um sorriso e o convidou para brincar e lanchar. [Nome] aceitou com um aceno. Era a oportunidade perfeita para colocar seu plano em ação, enquanto os tolos ao seu redor estavam ocupados demais para perceber suas maquinações.
Era o cenário ideal.
Sentado ao lado de Kiyoko, [Nome] pôs de lado seu boneco Huggy Wuggy e alcançou sua mochila de sapinho. De lá, retirou seu diário aparentemente inocente e lápis coloridos, começando a rabiscar em uma página em branco. A princípio, pareciam apenas garatujas aleatórias, mas escondiam intenções muito mais profundas.
Eram anotações. Registros sobre as pessoas ao seu redor.
[Nome] sempre apreciou manter registros sobre aqueles com quem interagia, pois facilitava a manipulação eficaz. Preferências, hobbies, pontos fracos — tudo era documentado. A natureza humana anseia por atenção e afeto, e [Nome] compreendia que essa era a maneira mais eficiente de obter informações. Afinal, para governar o novo mundo, ele precisaria saber como lidar com seus súditos.
Observando discretamente, [Nome] iniciou suas anotações. A equipe Karasuno já estava catalogada, exceto pelos alunos do segundo e terceiro ano, que eram velhos conhecidos de seu irmão.
Os calouros eram fascinantes. Hinata, uma personificação solar de alegria, e Kageyama, igualmente intenso. Ambos seriam valiosos quando o momento chegasse.
Tadashi Yamaguchi lembrava o típico amigo leal de um protagonista de anime, destinado a emergir das sombras para seu próprio arco de desenvolvimento. [Nome] aguardava ansiosamente para descobrir o que o garoto de sardas escondia por trás de sua fachada amigável.
Tsukishima Kei, por outro lado, era um caso à parte. Admitir que o loiro o irritava feria o orgulho de [Nome]. Fingir cordialidade com Tsukishima era um desafio, mas [Nome] tolerava por um objetivo maior. No fim, faria Tsukishima se curvar diante dele.
— [Nome]-kun, gostaria de comer algo? — Kiyoko perguntou, ajustando seus óculos. Distraído de seus pensamentos vingativos, [Nome] notou que ela havia trazido um lanche. — Aqui está.
— Ah, obrigado — agradeceu [Nome], aceitando a caixa de suco e biscoitos. — Você é muito gentil, Kiyoko-san!
Kiyoko sorriu e afagou seus cabelos carinhosamente. As gerentes de Fukurodani, por perto, suspiraram com a cena, encantadas com sua adorabilidade.
Do outro lado da quadra, [Nome] sentiu olhares pesados sobre si. Virando-se, viu Tanaka, Nishinoya e um rapaz de cabelo peculiar, olhando-o com olhos lacrimejantes. [Nome] riu e acenou para eles.
Pobres mendigos de atenção. Eles nunca terão o meu charme.
— [N-Nome]-kun... — Tanaka caiu de joelhos, dramático.
— C-Como... Como você pôde...?? — Nishinoya imitou o amigo, caindo ao seu lado.
— Quem é esse...? Como ele consegue... ensine-me! — Yamamoto murmurou, confuso.