Malia Evans, uma garota de 19 anos que tem o sonho de ser uma cantora famosa. Em busca desse sonho, ela conhece Tom Kaulitz, que mais tarde se tornaria o amor de sua vida.
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POV's Malia
Fazia um tempo que eu não via o Kaulitz, e sinceramente, eu preferia assim. Sempre que eu o via, ele estava com alguma garota aleatória em seus braços. Aquilo não me machucava, na verdade, nem me surpreendia, afinal, estamos falando de Tom Kaulitz.
Todos os dias estão extremamente corridos, com os ensaios e as aulas de canto. Eu e Bill estávamos ensaiando todos os dias. Eu ia em sua casa o tempo todo, e eu nunca via Tom lá, mas também nunca fiz questão de perguntar. Estou a caminho da casa de Bill nesse exato momento, vamos ensaiar para a apresentação da caridade.
— Não vai comer nada? — perguntou Stelle me vendo descer a escada na maior correria.
— Não, eu como na volta. Tô muito atrasada — falei fazendo um rabo de cavalo frouxo.
— Tudo bem, não chegue tarde — falou andando de ombros — mamãe quer fazer o jantar e disse que quer ter uma conversa com nós duas. — falou Stelle enquanto mudava de canal e tomava um gole de café.
— Beleza — falei saindo de casa.
Bill já estava no portão da minha casa. O mesmo estava com o cabelo espetado de sempre, óculos escuros e saía um som alto de seu carro. Ele deu um sorriso e abaixou os óculos ao me ver saindo de casa.
— Oii, Bigbilly! Que saudades! — falei dando um abraço apertado e bagunçando o cabelo do mesmo.
— Aí sua vadia, não faz isso com o meu cabelo! E você me viu ontem, Malia! — falou bravo, mas ao mesmo tempo sorrindo.
— Foi mal, é que meu cabelo tá horrível hoje, daí quis foder o seu cabelo também! — falei sorrindo e o mesmo revirou os olhos.
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Bill estava estranho, parecia mais estressado que o normal. Eu não estava gostando disso, por mais que minha amizade com Bill tivesse surgido do nada, eu já o considerava como um irmão. Eu tenho um carinho enorme pelo mesmo.
Bill estava organizando os microfones e ajeitando meu violão. Decidimos que iríamos cantar "Monsoon" na versão acústica, Bill se apaixonou pelo meu violão com pedrinhas brilhosas.
— Bill — o chamei, mas o mesmo não respondeu.
—BIGBILLY — chamei novamente, mas dessa vez gritei.
— Que susto Malia, porra! — falou com a mão no peito.
— O que tá acontecendo? Eu me importo com você, e você tem estado distante ultimamente. — falei dando palminhas na cama, chamando o mesmo para sentar ao meu lado.
Estávamos em seu quarto, sempre ensaiamos em seu quarto. E quando disse que Bill estava distante, não era brincadeira. Bill leva o trabalho bem a sério, mas andava muito distante ultimamente.