Malia Evans, uma garota de 19 anos que tem o sonho de ser uma cantora famosa. Em busca desse sonho, ela conhece Tom Kaulitz, que mais tarde se tornaria o amor de sua vida.
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Malia point of view
Estava deitada no sofá, eu e Tom estávamos abraçados, conversando sobre a vida. Nunca pensei que chegaria nesse nível com alguém, principalmente com Kaulitz.
- E essa sua amiga? sei lá Malia, ela não me passa uma vibe boa - falou Tom enrolando uma mecha de meu cabelo em seu dedo.
- Não confio nela, mas sempre prefiro dar segundas chances, talvez eu me arrependa... mas você acha que pode ser ela enviando as mensagens? Ela estava comigo, é quase impossível... - falei fazendo carinho em seu abdômen por baixo de sua camisa.
- Não sei, possa ser que sim! Nada é impossível Malia - falou Tom se levantando e me colocando em seu colo. - Só sei que não quero ninguém tocando no que é meu, entende cachinhos? - perguntou Tom, afirmo com a cabeça e dou um leve sorriso.
Tom começa a beijar meu pescoço, sinto suas mãos em minha bunda, começo a ficar ofegante, rebolo em seu colo e o mesmo enrosca seus dedos em meu cabelo.
- Porra, que saudades disso... eu te amo minha loira - falou Tom beijando meu pescoço.
- Tom... - falei rebolando com mais força.
Tom me beija, mas não é um beijo calmo, é um beijo de desespero. Tom me aperta com força para chegar mais perto.
- Porra... - arfo em aprovação.
Estou de olhos fechados, mas posso sentir seu sorriso de ladinho. Tom me pega no colo e me leva até seu quarto, o mesmo avança em mim, como se estivesse desperado por isso tem muito tempo.
- Hoje eu deixo você fazer o que quiser comigo - falei passando a mão em seu rosto.
O mesmo levanta minhas mãos a cima de minha cabeça e me beija, sinto o mesmo morder meus lábios com força. Dou um sorriso, eu gosto disso.
- Temos pouco tempo, mas acho que é o suficiente - Ele sorri.
Quando vejo, já estamos completamente sem roupa, vejo ele colocar a camisinha e logo vem me beijar. Sem avisos, ele me penetra com força, me fazendo gemer alto. Seus movimentos são lentos, mas são fortes.
- Tá com pena? Isso é o melhor que você consegue? - falei o provocando. Sinto meu rosto queimar, Tom tinha me dado um tapa no rosto. Dou um sorriso de prazer.
- Eu não mandei você falar - o mesmo pega minhas pernas e coloca em cima de seus ombros, e me penetra com toda força possível.
- Aí caralho, eu vou gozar - digo sentindo ele aumentar a velocidade. O mesmo faz movimentos circulares em meu clítoris enquanto penetra.
- Goza pra mim, cachinhos - Tom falou e logo depois gozei em seus dedos. - deliciosa - falou Tom enquanto chupava seus dedos, sentindo o meu gosto. - De joelhos - falou Tom. Rapidamente obedeci.