Chamada de video

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Um mês e meio se passou, desde a conclusão do sequestro da senhorita Donfort, recebi um convite dela para um almoço que eu aceito, estamos em um restaurante conhecido na cidade, estou esperando por ela que chega com um lindo sorriso.

— Oi, detetive. — me cumprimenta ela que parece bem, saudável, não está mais com olheiras, e magra como estava quando a encontrei.

— Oi, senhorita Donfort, como vai? — respondo e nos sentamos.

— Por favor, detetive me chame de Hannah.

— Me chame de Alan. — ambos sorrimos um para o outro.

— Eu gostaria de ter falado com você melhor antes, mas tive que resolver muitas coisas desde... — ela engole em seco — Desde tudo.

— Você está bem, Hannah?

— Sim, é só que não é fácil psicologicamente, depois que tudo acaba e ter que recomeçar.

— Eu imagino, e sinto muito, saiba que estou aqui se precisar de algo. — respondo sorrindo.

— Obrigada, Alan. — ela sorri de volta.

Ela me conta seus planos futuros, como está sua relação com o grupo e que queria agradecer a Maria, mas não teve sucesso na tentativa de contato. Fico feliz que Hanna está bem, que ela esteja seguindo em frente, ela é uma boa pessoa que fez uma coisa ruim, parece que conseguiu se perdoar, e isso é importante para continuar.

Depois que almoçamos, cada um segue seu caminho, vou andando até a praça da cidade que fica próxima ao restaurante e olho ao redor, as pessoas estão vivendo seus vidas e nada está acontecendo. Recebi uma mensagem de Maria, é uma foto.

Maria: Trabalhando em um escritório diferente hoje.

Alan: Deve ser o emprego dos sonhos ser paga para ler

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Alan: Deve ser o emprego dos sonhos ser paga para ler.

Maria: É com certeza. E aí, prendendo muitos bandidos?

Alan: Que nada, estou a toa, na verdade.

Alan: Que nada, estou a toa, na verdade

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Sempre foi ela - DuskwoodOnde histórias criam vida. Descubra agora