Olá queridos estou de volta com mais um capítulo de Stormy Night espero que gostem de dêem muito amor a essa obra.
Hoje colocarei a meta de 45 curtidas pra vocês cumpriem se essa meta for batida postarei o próximo capítulo amanhã até porque estou amando actualizar essa obra 😭😥!!!
Mesmo com internet ruim tive que postar o capítulo novo como prometido, estou muito orgulhosa e agradecida a cada um de vocês por estarem aqui lendo essa obra, obrigada por cada curtida e por cada comentário, amo você e até amanhã se vocês assim me permitirem!!!!
Amo vocês!!!
Boa leitura!!!
Wooyoung
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Girei a maçaneta em meus dedos um tanto nervoso. Sanniwoo dormia no colo de San um sono que parecia ser inabalável, abraçado a ele como se a vida dependesse disso.
— Vamos amor, é só entrar e pegar as coisas…— apertei os olhos nervosamente.
— Mas... E se perguntarem o por quê? — insisti.
— O porquê será muito óbvio — simplificou com Sanniwoo em seus braços — não precisa ter medo, nós não temos as armas... Temos o nosso amor e o nosso filhinho...
— NÃO DIZ ISSO ALTO! — repreendi em sussurros, finalmente entrando.
— Me desculpe…— murmurou entrando atrás de mim. Era fato, meu maior e talvez único medo real era Doyoung.
O mundo iria acabar sobre minha cabeça, e ponto final...
— Papai? Pai? — chamei andando até o meio da sala. San me seguiu, ainda sustentando Sanniwoo com carinho. Entrei na cozinha, observando — alguém...? — ouvimos a escada batendo, e fomos na direção da sala principal.
— Wooyoung, San? — meu pai chamou, seu rosto estava pálido, os olhos cansados e olheiras fundas se formavam ao redor dos mesmos. Aspecto de alguém que não dormia a longas horas... — Graças a Deus! — murmurou indo me abraçar.
— Pai...? Nossa, porque isso, que foi que houve...? — perguntei confuso, vendo San do mesmo jeito. Meu pai me soltou, segurando em meus ombros.
— Estou atrás de vocês dois desde ontem quando saíram…— explicou ofegante — não sei onde se enfiaram, mas o celular de vocês é uma tática perdida! Nenhum dos dois funciona! — quando botei a mão no bolso atrás do celular, San se adiantou a dizer...
— Pois é, onde fomos não tem um bom sinal... Um péssimo, na verdade, por isso não nos localizou — explicou — mas o que houve Seonghwa? Algo errado com Hongjoong?
— Hongjoong não, Doyoung — disse esfregando o rosto meio vencido.
— Ah meu Deus — murmurei olhando para San; me voltei para meu pai, nitidamente arrasado — o que aconteceu com ele, pai? — de alguma forma, eu temia essa resposta,
pois seja lá o que for que tenha acontecido com Doyoung, parte da culpa era minha.
— Não sabemos…— sorriu sem humor, dando de ombros — vocês saíram, meia hora depois ele começou a se debater demais, revirar os olhos... Pensamos que fosse alguma convulsão ou algo do tipo... O levamos imediatamente para o hospital, onde ele está até agora. Hongjoong está com ele, e eu estava em casa atrás de vocês! — ironizou.
— Não acredito nisso…— suspirou nervosamente — mas... Mas como não sabem o que ele tem?
— Os médicos estão investigando. Não é convulsão, não é ataque cardíaco... Não sabemos! — Olhei para San com o rosto desacreditado — agora que encontrei vocês, vou voltar para lá... Hongjoong deve precisar de mim agora.
— Nós também vamos, pai — confirme apressadamente, e San não discordou — em que hospital ele está?
Tendo tudo explicado, meu pai saiu deixando apenas San, eu e Sanniwoo, que ainda dormia. San o colocou no sofá, e nós dois arrumamos nossas coisas o mais rápido possível, enfiando tudo no carro para irmos ao hotel depois do hospital. Voltamos a sala e pegamos Sanniwoo, seguindo assim para o hospital.
— Fica calmo Wooyoung — disse enquanto
dirigia — vai ficar tudo bem, calma — Sanniwoo dormia agora no meu colo, ainda em profundo sono.
— San... E se... E se ele morrer? Não vou poder viver pra sempre com esse peso na minha consciência, porque… Doyoung vai morrer me odiando, e além disso — algumas lágrimas pingavam de meus olhos — ele é meu irmão, e não quero que ele morra!
— Wooy, Doyoung não vai morrer, não pense assim — suspirou — calma, vai dar tudo certo! — enquanto eu chorava, seguiu dirigindo pensativo. Ao chegarmos ao hospital, nos dirigimos ao quarto de Doyoung, mas apenas encontramos meu pai sentado na salinha do lado de fora com o rosto banhado em lágrimas.
— PAPAI! — gritei, correndo até ele, e nisso percebi Sanniwoo se mover assustado no colo de San.
— Nossa, ATÉ QUE ENFIM! — disse me abraçando fortemente — Wooyoung... Estou desesperado... Precisava tanto ver você — choramingou, tocando meu rosto.
— Pai, me explicar melhor isso, não tô entendendo…— pedi exasperado.
— Mas eu quero ir pra casa San, não quero ficar no hospital! — ouvi ele dizer com a voz sonolenta.
— Psiu, agente já vai voltar…— acalmou-o, depois nos olhou lentamente — tudo bem Hongjoong? — se aproximou para beijar o rosto de meu pai, Sanniwoo esfregava os olhinhos sonolento.
— Não San, tudo péssimo, eu…— antes que pudesse terminar a frase, Sanniwoo interrompeu.
— Quem tá dodói? — perguntou assustado.
— O tio Doyoung — respondi na hora, vendo o rosto de Sanniwoo se alterar drasticamente.
— Talvez seja algo passageiro, e sabe de uma coisa? Vou falar com a enfermeira agora mesmo... Quer vir comigo? — Papai questionou confuso, olhando de mim para San, sem saber com quem falava, afinal... Ele ainda era marido de Doyoung.
— Não — respondi junto com San, olhando-o brevemente — vamos ficar aqui... Qualquer coisa… — ele assentiu, e saiu andando pelo corredor iluminado roendo as unhas.
— Eu sabia Wooyoung, que estava demorando para Doyoung roubar o foco — ironizou um pouco.
— San, para! — o repreendi — isso não é brincadeira, Doyoung está mal... Não é um teatro! — Sanniwoo, que estava quieto demais com o rostinho preocupado, se pronunciou finalmente.
— Pai — disse com a voz trêmula, quieto no colo de San; o rosto meio... Culpado — tenho que dizer uma coisinha, pequenininha…— San me olhou assustado pelo jeito como o garoto estava.
— O que? — falei dando segurança a ele.
— É que…— sua voz estava meio embaraçada — não consigo falar…— choramingou.
— Fala Sanniwoo, não vamos brigar — aquilo de não vamos me deixou mais seguro. Demorou um pouco até o pequeno tomar coragem.
— Ontem quando acordei na casa da vovó, eu estava vendo desenho no sofá e o tio Doyoung levou dois sucos de laranja pra beber e... Quando fui pegar na bandeja, o que ele tava dando pra mim tinha um pozinho branco no fundo, e o dele não —
o rosto de San estava tão apavorado quanto o meu! A voz morreu em minha garganta.
— O... O que? — murmurei apavorado, a Voz quase nem saindo de mim.
— Quando eu vi o pozinho lembrei-me
de você falando pra eu não aceitar coisas que o tio Doyoung me dava — lembrei dessa passagem, onde fiquei com medo dele fazer algo pra ele — então...
— Então...? — o incentivei a continuar.
— Então pedi pra ele trocar de canal na tv, e troquei o suco quando ele não estava olhando — confessou meio culpado — ele tomou o com o pozinho, e eu o sem pozinho. Fim.
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Stormy Night_Woosan
FanfictionWooyoung não sabia se tinha feito o correto. Não sabia se ter assumido a identidade do irmão gêmeo no dia de seu casamento era a decisão mais sensata... Doyoung havia desistido, e agora cabia a Wooyoung casar-se em nome do irmão para não botar tudo...
