Capítulo_29🌻

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Olá queridos estou de volta com mais um capítulo de Stormy Night espero que gostem e dêem muito amor a essa obra.

Hoje colocarei a meta de 50 curtidas pra vocês cumpriem se essa meta for batida postarei o próximo capítulo amanhã até porque estou amando actualizar essa obra e ela está muito próxima de seu final 😭😥!!!

Mesmo com os dias cansativos tive que postar o capítulo novo como prometido, estou muito orgulhosa e agradecida a cada um de vocês por estarem aqui lendo essa obra, obrigada por cada curtida e por cada comentário, gostaria de pedir que claro se pudessem fizessem um pequeno esforço e curtisem os próximos capítulos a final Stormy Night está em seu final, amo vocês e até amanhã se vocês assim me permitirem!!!!

Amo vocês!!!

Boa leitura!!!

San

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— Olá querido — Hongjoong disse assim que fechei a porta atrás de mim, Sanniwoo descansando em meu colo um pouco pra baixo demais devido aos acontecimentos recentes — onde está Wooyoung? — veio em minha direção me dar um abraço.

— Foi ao hospital falar com Doyoung — respondi ajeitando Sanniwoo em meu colo — tudo bem por aqui? — vi as mãos de  Hongjoong deslizaram protetoramente pelas costelinhas de Sanniwoo, que apenas sorriu para ele sem humor, a cabeça deitada em meu ombro.

— Na medida do possível sim —  suspirou — mas... O que tá acontecendo com
o meu principezinho? — se referiu a Sanniwoo, esfregando-lhe o cabelo bagunçado.

— Nada vovô, só tô cansado — insistiu em ficar perto de mim.

— Então vêm deitar no colinho do vovô — ofereceu-se todo carinhoso. Sanniwoo me apertou mais, negando num aceno.

— Não vovô, quero ficar com meu pai —  fez manha, fazendo meu sangue gelar. Respirou no meu pescoço com força, voltando a fechar os olhinhos. Hongjoong me olhou assustado.

— O que? Eu entendi bem...? — soltou o ar aos poucos, e quando fui dizer algo... A porta se abriu. Era Wooyoung, suspirando e praguejando — Wooyoung, meu amor. Como foi com Doyoung? — Wooyoung coçou a testa ao se aproximar, esfregando o cabelo.

— Ah Papai…—  cnoramingou — ele me disse tantas coisas quem nem sei o que pensar, eu…—  olhou para Sanniwoo — que foi meu amor?

— Nada Papai — murmurou do mesmo jeito.

— Onde estão hospedados? — Hongjoong questionou finalmente, um tanto confuso pela nossa conversa que padecera no ar.

— Num hotel próximo — dei de ombros. Wooyoung foi se sentar no sofá, e Sanniwoo desceu do meu colo pra correr até ele. Se jogou em seu colo, deitando o rosto em seus ombros.

— Mas porque se podem ficar aqui...?—  suspirei pensando em como ia explicar.

— Porque é melhor assim Hongjoong —  falei seguramente, vendo cruzar os braços — não vou mentir pra você; Wooyoung e eu estamos juntos —  ele assentiu me olhando — e ainda estando casado com Doyoung considero uma falta de respeito ficar dentro da sua casa casado com Doyoung, amando
Wooyoung.

— Você ama Wooyoung? — pareceu realmente surpreso, me olhando pasmo — ah meu Deus, San! O que é que vocês três fizeram, dá pra me explicar?

— É uma longa história, encurtando-a, Wooyoung trocou de lugar com Doyoung no dia do casamento — apertei a testa — mas te garanto que já está sendo resolvida — acalmei-o — vai ficar tudo bem.

— SAN! — olhei em sua direção no mesmo momento; Wooyoung trazia Sanniwoo em seu colo com o rosto assustado — ele tá queimando em febre, põe a mão aqui…— me aproximei levando a mão até a testa de Sanniwoo, que tinha os olhinhos caídos e o rosto cansado. Revirei os olhos ao sentir meus dedos quentes em sua testa fervente.

— Caramba…—  sussurrei pensando rápido.

— Hei calma, toda criança tem febre…—  explicou com calma — botem ele no chuveiro que vou pegar um remédio — Wooyoung e eu nos olhamos confusos.

— QUE? — riu ironicamente — vou levá-lo pro hospital, Papai.

Fora estranho demais tudo aquilo
acontecer de repente. Botamos Sanniwoo no carro e saímos em disparada em direção ao hospital, com um medo irracional me consumindo por uma simples e ridícula febre. Ao chegarmos lá o garoto resmungava delirando em meus braços, Wooyoung do lado apreensivo, mas dando uma de forte pro meu lado de "primeira febre”.

— Isso sempre acontece? — perguntei enxugando a testa de Sanniwoo com uma frauda de pano com o nome dele.

— Hum... Não, na verdade quase nunca — confessou ao meu lado vendo meu serviço. O médico chamou-o, e em seguida estávamos num consultório com alguns balões e desenhos infantis.

Coloquei Sanniwoo sobre a maca com as mãos trêmulas, quase não querendo largá-lo. Wooyoung esfregava meu braço pra me acalmar, segurando a bolsa dele. O médico examinou o corpinho minúsculo de Sanniwoo com cautela, e a cada passo um pulinho de nervoso era feito por minha parte. O doutor me olhava estranho, quase não entendendo o meu nervosismo. Um tempinho depois se voltou para Wooyoung e eu dizendo o motivo daquele febrão: infecção na garganta. O garoto iria precisar ficar no hospital até a febre baixar e tomar uma injeção anti-inflamatória para quebrar a infecção na garganta mais depressa.

— Viu, era só uma infecção de garganta San, relaxa — Wooyoung me abraçou rindo um pouco um tanto molhado na blusa pelo suor de Sanniwoo. O cabelo bagunçado caindo nos olhos e postura suave. O garoto dormia na cama de um dos boxes da enfermaria enquanto Wooyoung e eu estávamos espremidos no cantinho para conseguimos ficar ali com ele.

— Relaxa…—  ironizei passando os braços ao redor dele — você já passou por isso, eu nunca.

— Pelo menos você não está sozinho.
— ele disse em tom engraçado, mas na verdade, aquilo me deixou meio mal... O abracei mais forte, e isso O fez entender o meu propósito — não falei por mal, eu...

— Vocês nunca mais vão estar sozinhos... É tudo que posso prometer — murmurei a ele apertando-o em meus braços com firmeza — me desculpa.

— Não San, para —  olhou em meu rosto segurando minha face — não falei por mal, entendo perfeitamente as nossas condições e acredito em você —  se ergueu pra me beijar — eu te amo, eu sempre te amei e acredito em você — alguém abriu o box e sorriu. Era a moça com a injeção para
Sanniwoo.

— Olá, boa tarde — disse sorridente
com a bandejinha de seringas e agulhas em mãos — tudo pronto com o garotão?

— Boa tarde — Wooyoung  sorriu também se separando de mim, cruzando os braços — tudo ótimo, ele está pronto.

— Preciso que o acordem, tudo bem? — Wooyoung assentiu, mas antes que o fizesse a moça prosseguiu: — são os pais dele? — ele me olhou bem, depois olhou Sanniwoo. Wooyoung hesitou uns instantes, mas falou a verdade, pela primeira vez.

— Sim, somos os pais — respondeu com convicção.

— Bom, se parecem os dois — preparando a injeção ela apontou Sanniwoo e eu — os mesmos olhos, o mesmo cabelo... O rostinho.

— É o que todos dizem — dei de ombros — Isso ai vai doer muito? — o tamanho da seringa me assustou — bom, você sabe... Não quero que meu filho sofra — e ri meio nervoso.

— Não, vai ser rápido —  ela riu de mim, dando uns tapinhas com o dedo na seringa que jorrou um tantinho de líquido — papai medroso esse hein? —  ouvi Wooyoung rir do meu lado.

— É primeira viajem, você nem vai entender! — quando se virou novamente pra acordar Sanniwoo, demos de cara com o garoto sentando na cama de olhos bem abertos, nos encarando como se fôssemos dois estranhos — Sanniwoo...?

— Olá rapazinho, vamos ao que interessa pra acabar logo com isso? — Sanniwoo arregalou os olhos na direção da injeção.

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Stormy Night_WoosanOnde histórias criam vida. Descubra agora