Olá queridos estou de volta com mais um capítulo de Stormy Night espero que gostem e dêem muito amor a essa obra.
Hoje colocarei a meta de 50 curtidas pra vocês cumpriem se essa meta for batida postarei o próximo capítulo amanhã até porque estou amando actualizar essa obra e ela está muito próxima de seu final 😭😥!!!
Mesmo com os dias cansativos tive que postar o capítulo novo como prometido, estou muito orgulhosa e agradecida a cada um de vocês por estarem aqui lendo essa obra, obrigada por cada curtida e por cada comentário, gostaria de pedir que claro se pudessem fizessem um pequeno esforço e curtisem os próximos capítulos a final Stormy Night está em seu final, amo vocês e até amanhã se vocês assim me permitirem!!!!
Amo vocês!!!
Boa leitura!!!
San
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— Olá querido — Hongjoong disse assim que fechei a porta atrás de mim, Sanniwoo descansando em meu colo um pouco pra baixo demais devido aos acontecimentos recentes — onde está Wooyoung? — veio em minha direção me dar um abraço.
— Foi ao hospital falar com Doyoung — respondi ajeitando Sanniwoo em meu colo — tudo bem por aqui? — vi as mãos de Hongjoong deslizaram protetoramente pelas costelinhas de Sanniwoo, que apenas sorriu para ele sem humor, a cabeça deitada em meu ombro.
— Na medida do possível sim — suspirou — mas... O que tá acontecendo com
o meu principezinho? — se referiu a Sanniwoo, esfregando-lhe o cabelo bagunçado.
— Nada vovô, só tô cansado — insistiu em ficar perto de mim.
— Então vêm deitar no colinho do vovô — ofereceu-se todo carinhoso. Sanniwoo me apertou mais, negando num aceno.
— Não vovô, quero ficar com meu pai — fez manha, fazendo meu sangue gelar. Respirou no meu pescoço com força, voltando a fechar os olhinhos. Hongjoong me olhou assustado.
— O que? Eu entendi bem...? — soltou o ar aos poucos, e quando fui dizer algo... A porta se abriu. Era Wooyoung, suspirando e praguejando — Wooyoung, meu amor. Como foi com Doyoung? — Wooyoung coçou a testa ao se aproximar, esfregando o cabelo.
— Ah Papai…— cnoramingou — ele me disse tantas coisas quem nem sei o que pensar, eu…— olhou para Sanniwoo — que foi meu amor?
— Nada Papai — murmurou do mesmo jeito.
— Onde estão hospedados? — Hongjoong questionou finalmente, um tanto confuso pela nossa conversa que padecera no ar.
— Num hotel próximo — dei de ombros. Wooyoung foi se sentar no sofá, e Sanniwoo desceu do meu colo pra correr até ele. Se jogou em seu colo, deitando o rosto em seus ombros.
— Mas porque se podem ficar aqui...?— suspirei pensando em como ia explicar.
— Porque é melhor assim Hongjoong — falei seguramente, vendo cruzar os braços — não vou mentir pra você; Wooyoung e eu estamos juntos — ele assentiu me olhando — e ainda estando casado com Doyoung considero uma falta de respeito ficar dentro da sua casa casado com Doyoung, amando
Wooyoung.
— Você ama Wooyoung? — pareceu realmente surpreso, me olhando pasmo — ah meu Deus, San! O que é que vocês três fizeram, dá pra me explicar?
— É uma longa história, encurtando-a, Wooyoung trocou de lugar com Doyoung no dia do casamento — apertei a testa — mas te garanto que já está sendo resolvida — acalmei-o — vai ficar tudo bem.
— SAN! — olhei em sua direção no mesmo momento; Wooyoung trazia Sanniwoo em seu colo com o rosto assustado — ele tá queimando em febre, põe a mão aqui…— me aproximei levando a mão até a testa de Sanniwoo, que tinha os olhinhos caídos e o rosto cansado. Revirei os olhos ao sentir meus dedos quentes em sua testa fervente.
— Caramba…— sussurrei pensando rápido.
— Hei calma, toda criança tem febre…— explicou com calma — botem ele no chuveiro que vou pegar um remédio — Wooyoung e eu nos olhamos confusos.
— QUE? — riu ironicamente — vou levá-lo pro hospital, Papai.
Fora estranho demais tudo aquilo
acontecer de repente. Botamos Sanniwoo no carro e saímos em disparada em direção ao hospital, com um medo irracional me consumindo por uma simples e ridícula febre. Ao chegarmos lá o garoto resmungava delirando em meus braços, Wooyoung do lado apreensivo, mas dando uma de forte pro meu lado de "primeira febre”.
— Isso sempre acontece? — perguntei enxugando a testa de Sanniwoo com uma frauda de pano com o nome dele.
— Hum... Não, na verdade quase nunca — confessou ao meu lado vendo meu serviço. O médico chamou-o, e em seguida estávamos num consultório com alguns balões e desenhos infantis.
Coloquei Sanniwoo sobre a maca com as mãos trêmulas, quase não querendo largá-lo. Wooyoung esfregava meu braço pra me acalmar, segurando a bolsa dele. O médico examinou o corpinho minúsculo de Sanniwoo com cautela, e a cada passo um pulinho de nervoso era feito por minha parte. O doutor me olhava estranho, quase não entendendo o meu nervosismo. Um tempinho depois se voltou para Wooyoung e eu dizendo o motivo daquele febrão: infecção na garganta. O garoto iria precisar ficar no hospital até a febre baixar e tomar uma injeção anti-inflamatória para quebrar a infecção na garganta mais depressa.
— Viu, era só uma infecção de garganta San, relaxa — Wooyoung me abraçou rindo um pouco um tanto molhado na blusa pelo suor de Sanniwoo. O cabelo bagunçado caindo nos olhos e postura suave. O garoto dormia na cama de um dos boxes da enfermaria enquanto Wooyoung e eu estávamos espremidos no cantinho para conseguimos ficar ali com ele.
— Relaxa…— ironizei passando os braços ao redor dele — você já passou por isso, eu nunca.
— Pelo menos você não está sozinho.
— ele disse em tom engraçado, mas na verdade, aquilo me deixou meio mal... O abracei mais forte, e isso O fez entender o meu propósito — não falei por mal, eu...
— Vocês nunca mais vão estar sozinhos... É tudo que posso prometer — murmurei a ele apertando-o em meus braços com firmeza — me desculpa.
— Não San, para — olhou em meu rosto segurando minha face — não falei por mal, entendo perfeitamente as nossas condições e acredito em você — se ergueu pra me beijar — eu te amo, eu sempre te amei e acredito em você — alguém abriu o box e sorriu. Era a moça com a injeção para
Sanniwoo.
— Olá, boa tarde — disse sorridente
com a bandejinha de seringas e agulhas em mãos — tudo pronto com o garotão?
— Boa tarde — Wooyoung sorriu também se separando de mim, cruzando os braços — tudo ótimo, ele está pronto.
— Preciso que o acordem, tudo bem? — Wooyoung assentiu, mas antes que o fizesse a moça prosseguiu: — são os pais dele? — ele me olhou bem, depois olhou Sanniwoo. Wooyoung hesitou uns instantes, mas falou a verdade, pela primeira vez.
— Sim, somos os pais — respondeu com convicção.
— Bom, se parecem os dois — preparando a injeção ela apontou Sanniwoo e eu — os mesmos olhos, o mesmo cabelo... O rostinho.
— É o que todos dizem — dei de ombros — Isso ai vai doer muito? — o tamanho da seringa me assustou — bom, você sabe... Não quero que meu filho sofra — e ri meio nervoso.
— Não, vai ser rápido — ela riu de mim, dando uns tapinhas com o dedo na seringa que jorrou um tantinho de líquido — papai medroso esse hein? — ouvi Wooyoung rir do meu lado.
— É primeira viajem, você nem vai entender! — quando se virou novamente pra acordar Sanniwoo, demos de cara com o garoto sentando na cama de olhos bem abertos, nos encarando como se fôssemos dois estranhos — Sanniwoo...?
— Olá rapazinho, vamos ao que interessa pra acabar logo com isso? — Sanniwoo arregalou os olhos na direção da injeção.
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Stormy Night_Woosan
Fiksi PenggemarWooyoung não sabia se tinha feito o correto. Não sabia se ter assumido a identidade do irmão gêmeo no dia de seu casamento era a decisão mais sensata... Doyoung havia desistido, e agora cabia a Wooyoung casar-se em nome do irmão para não botar tudo...
