É óbvio que eu demorei muito para sair do banheiro de forma controlada e mais do que nunca decidido, se Snape quer que eu admita que sou um grifinório cabeça oca, ele com certeza vai se surpreender com o meu eu sonserino, naquela noite eu não dormi corretamente tentando pensar em alguma coisa para surpreende-lo, porém isso estava me saindo difícil afinal a causa de meus males estava bem ao meu lado, não pude deixar de me lembrar de hoje mais cedo, no quanto aquilo o irritou e no quanto me excitou, Snape parecera surpreendido com aquilo, talvez essa seja a idéia, seduzi-lo, bem talvez eu não seja a pessoa mais indicada para fazê-lo, afinal ele me odeia assim como odiava meu pai, eu só tenho os olhos de minha mãe e isso me traz uma profunda irritação no momento, mas talvez, ou com certeza, exista uma grande tensão sexual em tudo isso, talvez ele não consiga resistir, tenho que testar o meu efeito sobre ele, talvez amanhã seja um ótimo dia para isso, afinal, a tensão está mais do que presente entre nós.
"Espere Snape, você vai se surpreender." – penso com um enorme sorriso na cara, e derrepente sinto que vou sonhar com muitas estratégias para a minha conquista, sinto tudo perdendo os sentidos ao meu redor e me entrego ao sono que surgira do nada , mas que não apagara meu sorriso de vitória.
...
Acordei cedo, e como era de se esperar Snape não estava lá, estava provavelmente trancado em seu laboratório, fui até a cozinha e conjurei uma xícara, enquanto preparava magicamente um pouco de café, lembrei que Kingsley havia dito que aqui havia uma lista de coisas em algum lugar, tomei preguiçosamente o café enquanto me lembrava do meu plano de seduzi-lo, ok não seria bem um plano de sedução, mas um teste para saber se eu tenho algum efeito sobre ele quanto ele tem sobre mim.
Levantei e resolvi tomar um banho para acordar realmente, afinal eu tenho que estar “a lá Harry” para o Snape e não o Potter de sempre. – penso revirando os olhos.
Tomo um banho quente já que aqui está muito frio e saio com uma toalha na minha cintura, sim, o velho truque da toalha, vamos ver o que ele acha dos meus músculos perfeitos, certo, não sou assim tão forte, mas como já devem saber tenho os músculos definidos pelo quadribol e treinamento auror, meu cabelo está pingando, e por incrível que pareça quando lavo ele não fica tão arrepiado.
Pego uma xícara de café magicamente esquentado e me dirijo até o laboratório de Snape, é claro que com esse frio eu aumento um pouco a temperatura ambiente da cabana, mas no laboratório de Snape isso não seria possível, aprendi isso em Hogwarts, se não quisesse ser chamado de inútil, cabeça-oca e outras coisas muito bonitas vindo da parte de Snape, não deveria fazer isso, então aumentei um pouco da minha própria temperatura corporal, apenas para que eu me sinta morno.
Bato na porta de Snape, mas como era de se esperar ele não a abriu, bati mas uma vez, e dessa vez ouvi um “entre” irritado, a voz dele me dava arrepios, entrei e ele estava prestando atenção a um caldeirão que fumegava, parecia de mal humor, sim mais do que o normal, geralmente sua carranca é séria, mas hoje ela se mostrava irritadiça, seus lábios repuxados para cima e suas sobrancelhas franzidas, como se visse novamente as poções de Neville em sua frente, mas eu duvidava que aquela se parecesse com uma de Neville.
Pigarriei, mas ele nem se mexeu parecia pensar no grande enigma da esfinge, pigarreei mais alto e ele pareceu despertar, fechei a porta aonde estava parado todo este tempo e segui até uma bancada não muito longe de Snape, aonde me encostei em uma pose sexy, pelo menos para mim, algo como quando ele estava encostado na escrivaninha de Dumbledore no dia da desconstrução de Hogwarts, mas duvido que alguém nessa posição seja mais sexy do que Snape.
Ele se virou para mim e por um momento vi surpresa em seu olhar, ou talvez choque, ou talvez uma infinidade de pensamentos, porém não pude identificar, afinal tão rápido como chegou o olhar se foi e Snape voltou a sua pose séria, mesmo que seus olhos percorressem todo o meu corpo juntamente com os pingos que desciam sobre a minha clavícula, e derrepente senti meu corpo querer fugir daquele olhar de fogo, senti que deveria fugir dali, na verdade tenho que agir naturalmente e fugir daqui, não vou conseguir fazer isso, meus planos vão por água a baixo, eu não esperava esse olhar dele.
Pigarreei, e ele segui seus olhos até meus lábios, merda não posso olhar em seus olhos.
- E-eu trouxe café, talvez você precise. – disse estendendo a xícara de café até o balcão, o mínimo toque seria perigoso para a tensão presenciada por aquela sala, me virei rapidamente ao descobrir que Snape também sentia desejo por mim, droga, eu não queria que fosse assim, eu não queria isso tão facilmente.
Segui até a porta rapidamente, porém ao ir tocar nela seu trinco fechou, lembrei que esqueci minha varinha na cozinha, droga, sussurrei um “alohomora” mas esse não teve efeito sobre o feitiço de Snape.
- Você poderia ter ficado quieto no seu canto Potter, poderia sentir a droga do seu orgulho grifinório ofendido com minhas palavras e ter ficado quieto, você não tinha nada para fazer aqui, você acha mesmo que eu não entenderia esse seu estado ridículamente sexy? Tão burro e tão fodidamente gostoso, olha o frio lá fora Potter, quem em sã consciência usaria apenas uma toalha? A não ser algum grifinório com sede de vingança, eu não me importaria em te dizer meia dúzias de palavras e te fazer fugir daqui com mais raiva de mim, se não fosse por você ser o objeto de desejo dos meus sonhos mais molhados Potter, se não fosse por eu acordar malditamente duro depois de sentir seu corpo perfeitamente encaixado sob o meu, enquanto sua maldita ereção tocava minha barriga.
A cada palavra que ele falava eu o sentia mais perto, suas palavras saiam em sussurros tão malditamente grossos e roucos que me faziam querer gemer, eu não queria isso, eu só queria ter efeito sobre ele, droga, eu consegui, mas eu não havia pensado em algo depois disso, apenas agora percebo seu verdadeiro efeito sobre mim, mas eu nem sou gay, quando suas palavras terminaram de ser pronunciadas ele já estava com seu corpo atrás do meu e deu uma pequena mordida em meu lóbulo da orelha direita, ele sussurrou um “alohomora” e o trinco da porta se abriu, assim como eu me arrepiei por inteiro e senti minha ereção pulsar.
- Mas eu não quero te obrigar a nada Potter, por isso você é livre para sair. – disse ele calmamente, embora eu pudesse sentir seu pau, que parecia enorme, pulsar próximo a minha bunda.
Minha mão foi em direção a porta rapidamente e eu me assustei com minha própria ação de fechar o trinco dela, me virei para Snape rapidamente.
- Talvez eu possa resolver seu problema melhor do que suas mãos. – disse apertando levemente sua ereção sobre a calça e ouvindo um gemido rouco dele e aquilo foi a gota d’água para mim, eu precisava ouvir mais daquela melodia, nunca havia feito aquilo mais enfiei minha mão nas calças dele e acariciei seu pau, enquanto sua boca faminta beijava minha clavícula aonde mais cedo as gotas desciam, ri com isso, mas logo tudo o que saia da minha boca eram gemidos com os chupões que ele dava em meu pescoço, abri o fecho de sua calça enquanto minha outra mão tirava a capa preta que ele usava em suas costas, enquanto isso suas mãos estavam ocupadas em desfazer os nó da minha toalha e acariciar a minha bunda, apertando com vontade e logo depois dando tapinhas gostosos me fazendo gemer.
Abaixei o zíper rapidamente enquanto seus lábios famintos sugavam minha língua, abaixei suas calças e cueca, parando o beijo e vendo surpreso o tamanho de seu pau.
"Talvez serja melhor se não houver penetração, eu nunca fiz isso."– pensei olhando aquele pau que agora surpreendentemente me parecia tão desejável e gostoso.
- Você me atentou garoto, então vai haver penetração sim, mas eu serei cuidadoso, afinal é sua primeira vez.– ele disse, havia lido meus pensamentos, é claro que eu não havia pensado em oclumência naquele momento, como ele conseguia praticar legilimência tão duro é que era minha surpresa, e que se danasse, eu só queria experimentar aquilo de uma vez e foi exatamente o que eu fiz, segurei seu pau em minha mão e comecei a movimentação, Snape me olhava com a respiração acelerada, enquanto soltava pequenos arfares, aumentei a velocidade e seus olhos negros mostravam um prazer que chegava a me queimar de desejo, coloquei a cabeça de seu pau em minha boca e comecei a chupar, não sabia como fazer aquilo direito, e então apenas enfiei o máximo possível em minha boca e conhecei o movimento de vai e vem, me engasgando um pouco.
...
Quando aquele garoto veio aqui, vi que não conseguiria resistir a ele, então precisava saber se ele também queria o mesmo que eu, e para a minha surpresa ele ficou, ver ele engolindo meu pau tão inexperientemente me faz sentir perto de gozar, seguro seus cabelos e o trago até meus lábios o beijando e sentindo meu próprio gosto, empurro ele até uma bancada e o sento em cima, jogando a xícara que ali descansava no chão com força, eu precisava dele, mas eu não seria eu se não conseguisse me controlar, eu o torturaria com o prazer que sua natureza grifinória veio buscar , afinal sou um sonserino, ele vai me sentir bem fundo dentro dele.
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Um Futuro Inesperado
RomanceTrês meses após a batalha da decisão, Harry volta à Hogwarts para ajudar a reconstrui-la, acabando por ter um encontro inesperado com seu antigo mestre de poções determinado à saber mais sobre a atual situação de seu ex-professor, Harry o segue até...
