Vingança, será?

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Harry arfava enquanto Snape fazia questão de beijar todo seu corpo, ele nunca havia sentido tamanho desejo em toda sua vida, nada do que viveu sexualmente poderia ser comparado ao prazer de ter Snape chupando seus mamilos de forma tão erótica para logo depois descer em uma trilha de beijos nada inocentes até sua virilha, sim, virilha, pois Snape beijava tudo em volta, mas nem encostava em seu pau tão necessitado, Harry tentou jogar seu quadril até  o rosto de Snape, mais esse segurou seu quadril de forma a marcar com suas grandes mãos a pele amorenada do rapaz que só soltou um gemido sôfrego, ele desceu seu rosto até as bolas do garoto e as chupou, provocando o rapaz que queria esse tratamento em seu membro, que já estava mais duro que pedra provavelmente, as veias estavam marcadas como nunca antes.

  Snape desceu mais um pouco de seu rosto até chegar a entrada do rapaz, passou a língua vagarosamente pelo anel de músculos totalmente fechado, Snape salivou com aquilo, sinceramente nunca  havia se importado, homem ou mulher não fazia diferença  para ele, mas com certeza tirar a virgindade do grande “Harry-que-sobreviveu-e-venceu-Potter” não poderia ser comparado a nada do que já viveu, sim, ele também tinha um ego pra alimentar apesar de tudo, Harry gemia descontroladamente na boca de Snape, chegando até mesmo a rebolar na língua experiente.

- Não ouse gozar Potter ou vai se arrepender. – disse Snape em alto e bom som, com um alto controle que fazia Harry ter inveja com seus gemidos que saiam escandalosos.

  Após o delicioso beijo grego que recebera, Harry se viu com três dedos na boca, e é claro que chupou com o maior prazer.

Snape gemeu com essa visão enquanto se masturbava sentindo seu pênis extremamente latente.

Snape posicionou seu dedo indicador na entrada de Harry e forçou para dentro adentrado levemente o garoto, Harry derramava lágrimas de prazer quando os três dedos  longos de Snape jaziam dentro de si acertando um ponto dentro de si que o levou ao ápice precoce em um longo gemido sexy de prazer, Snape viu bravo Harry gozar e ainda sim continuar duro, com extrema raiva nem mesmo murmurou um feitiço lubrificante, apenas se posicionou na entrada de Harry e se enterrou de uma vez, Harry urrou de dor derramando agora lágrimas, Snape apenas sentiu por incrível que pareça uma certa culpa ao ver o rosto de Harry se contorcendo, levou seus lábios até o pescoço do garoto e beijou-o, estava mais arrependido ainda, não era qualquer um ali.
Esperou Harry abrir seus olhos.

- Tudo bem? – perguntou Snape necessitado de se mexer.

- Uhum. – disse ele respirando fundo.

- Posso? – disse Snape roucamente olhando nos profundos olhos verdes aguados do homem que um dia fora um garoto, só agora entendia, ali estava um adulto e não mais a criança de 11 anos que conhecera e odiava.

- Sim. – disse sério.

- Prometo que vai melhorar.  – e como se provasse isso, começou a se mover vagarosamente, observando o rosto de Harry se contorcer novamente, porém pelo jeito que sua boca agora se encontrava aberta, era em puro prazer, enquanto sons estrangulados saiam de sua boca em forma de gemidos altos conforme Snape metia com mais força, mais rápido, mais fundo.

- Ahhh...porra...que deli...cia... – Harry não estava nem articulado mais, e Snape sorria com aquilo, o prazer era tão grande, até Snape duvidara ter sentido tanto prazer com outro alguém na vida.

- Ah...Assim...fode... – palavras sujas, porém inarticuladas saiam da boca do menor.

Snape sentia que estava próximo do fim quando decidiu dar a devida atenção ao membro de Harry, antes negligenciado.
Diminuiu a velocidade das estocadas, enquanto aumentava a rapidez da masturbação, Harry gozou com um grito chamando o nome de Severus, quando ouviu a voz sexy e rouca de Harry chamar por seu nome, Snape gozou auxiliado pelo aperto que Harry proporcionou em seu pau.

Após sair de Harry, viu seu gozo escorrer pela entrada do mesmo, sabia que devia ter machucado muito o garoto, então seguiu daquela mesma maneira até um de seus armários e pegou duas poções, entregou uma a Harry e esperou ele tomar
.
- Para quê são elas? – perguntou Harry.

- São para dor. -disse Snape – Sei que não sou pequeno Potter. – disse com sarcasmo.

- Espero que saiba que também não é nada convencional e humilde Snape. – disse bebendo a primeira poção.

- Depende Potter, meu convencional é diferente da sua definição. -continuou sarcástico enquanto entregava a segunda poção. – Sabe, sua vingança não foi bem sucedida não é?

- Ao contrário Snape, eu definitivamente descobri o efeito que tenho sobre você, afinal, só sonserinos entendem outros sonserinos. – disse piscando e descendo da bancada já sem dores, apenas um desconforto suportável, e seguindo para fora do laboratório, mais precisamente ao banheiro, enquanto deixava um Snape boquiaberto com a cena de Harry andando e sua semente escorrendo por suas coxas torneadas.

O garoto o deixou sem palavras.

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