Namjoon
Acordei com o Jinnie enroscado em mim, melhor maneira de começar o dia. Assim era foda. Precisei buscar forças dentro de mim para levantar e dar início à rotina.
Fui ao banheiro, tomei banho e procurei não pensar muito em tudo que eu tinha que fazer fora dos portões da minha casa. As coisas sempre ficavam complicadas quando o trabalho dominava a minha mente.
Quando pronto, precisei acordar Seokjin, por mais que fosse uma tarefa cruel, era necessário. Ele estava esparramado na cama, com a respiração pesada, cabelo na testa e seminu, sua respiração era profunda e tranquila.
— Meu amor. — Beijei sua costela, ele não se mexeu, mas se arrepiou então beijei seus olhos. — Jin?
Injuriado pelo sono interrompido, ele se espreguiçou e bocejou sem pressa. Sua preguiça era bonita, até a preguiça! Eu sou um filho da puta de sorte, não tem como negar.
— Oi. — Resmungou ainda sonolento. — Ah, Joonie. Já tomou banho? — Ele se sentou devagar e esfregou os olhos, esticando os braços com dengo. — Bom dia?
— Tomei, mas se quiser eu posso voltar para o chuveiro com você. — Beijei sua têmpora. — Bom dia, babe.
— Não, tudo bem. — Ele riu divertido. — Acorde os meninos, você já foi incrível o suficiente ontem. — Beijou meu queixo e foi cambaleando para o banheiro, irritado por acordar tão cedo. — Faça o café!
Fechou a porta do banheiro e esse foi o sinal que usei para poder pegar meu pertences, coloquei o blazer e deixei a gravata por último, pois sei que há uma grande probabilidade de ficar torta. Jin me ajudaria de qualquer modo, não é preciso me preocupar.
Antes que eu pudesse ir para o quarto dos meus filhos, o celular vibrou.
Ah, como eu odeio as manhãs!
› Jackson: Consegui associar um nome ao endereço que temos.
› Jackson: Acho que podemos solucionar o caso hoje.
› Jackson: Esteja na delegacia em 30min.
‹ Eu: Ok.
Palavras curtas e de ordem antes das 8h, isso só poderia significar uma coisa: o dia seria cheio. Dito isso, minha rotina matinal foi apenas um borrão de início.
(...)
Cheguei na delegacia e vi que Jackson já me esperava na recepção, mas antes que eu pudesse finalizar a baliza, ele entrou no meu carro e sentou-se no banco do carona, não se importando por ainda estar em movimento como se fizesse isso todos os dias. Bom, meio que tínhamos experiência nisso, mas não gostei muito do fato de estarmos usando meu veículo particular para investigar.
Todavia, segui o caminho sem questionar, a adrenalina em meu corpo pedia ação e eu não podia frear esse fluxo.
— Coloca esse endereço no GPS. — Entregou-me um pedaço de papel fino e rabiscado. — Não fica longe daqui, será rápido.
— Tá. — Liguei a seta para refazer a manobra e seguir para o lado contrário da rua. — Vai, anda logo, pode começar a falar que eu estou curioso.
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HAPINESS - NAMJIN
Fiksi Penggemar"Cheguei a pensar que as saias justas tinham ficado na faculdade, junto com a minha habilidade de me perder nas palavras, mas não. Aqui estou eu, no estacionamento do judô, em um fim de tarde de sábado, tentando me recuperar da pergunta que me foi f...
