A narrativa desenrola-se sete meses após o episódio 65, após o divórcio de Kaya e Suna, omitindo o rapto de Seyran ou outros acontecimentos. O enredo investiga exclusivamente a evolução da relação de Kaya e Suna, juntamente com o seu bem-estar menta...
Kaya, sentindo o choque e a imobilidade de Suna, guiou-a gentilmente até ao sofá, certificando-se de que estava sentada em segurança. Assumiu então o comando, com movimentos rápidos e determinados.
"Precisamos de te levar para casa", disse ele suavemente, afastando uma madeixa de cabelo do rosto dela marcado pelas lágrimas. "Eu tratarei de tudo."
Suna ficou imóvel, com os olhos fixos no vazio enquanto as recordações da mãe lhe inundavam a mente. Kaya agiu rapidamente, fazendo uma mala com os essenciais e reservando o primeiro voo de regresso a Istambul.
Voltou para Suna, ajoelhando-se à sua frente e segurando-lhe as mãos. "Suna, precisamos de ir agora. Estou aqui contigo. Estarei contigo em cada passo do caminho. Mas primeiro precisávamos de passar pelo meu apartamento para ir buscar as minhas coisas e o meu passaporte. Está tudo bem para ti?"
Ela assentiu entorpecida, deixando-o guiá-la para fora do apartamento e para dentro do carro. A viagem até ao aeroporto foi um borrão para Suna, a sua mente incapaz de se concentrar em mais nada para além do vazio que a partida repentina da mãe lhe deixara no coração.
No aeroporto, Kaya tratou de toda a logística, falando com o pessoal da companhia aérea e garantindo que estavam no primeiro voo disponível na classe executiva para uma viagem mais tranquila e calma. A sua presença era uma âncora constante para Suna, o seu apoio constante era evidente em cada passo que davam.
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No avião, Kaya ficou de olho em Suna, com o coração a doer pela sua dor. Ele jurou silenciosamente ser o apoio de que ela precisava neste momento devastador. Quando o avião levantou voo, a exaustão e a tristeza levaram Suna a um sono agitado.
Kaya observou-a, a sua própria exaustão também o alcançando, e ele finalmente adormeceu ligeiramente.
Quando Kaya acordou, encontrou Suna sentada direita, com a cabeça coberta por um lenço. Ela estava a ler o Alcorão em silêncio, os seus lábios movendo-se silenciosamente em oração pela alma da sua mãe. Dizem que quando se está entre a terra e o céu, é mais provável que as orações sejam respondidas.
Kaya observou-a em silêncio, sentindo um profundo sentimento de respeito e admiração pela sua força e fé. Suna olhou na sua direção, com os olhos cheios de um misto de tristeza e determinação. Os acontecimentos da manhã foram momentaneamente postos de lado; este não era o momento nem o lugar para explicações.
Naquele momento, Kaya sabia que iriam enfrentar isso juntos, encontrando consolo e força um no outro enquanto enfrentavam a perda dolorosa.
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