Capítulo 8: Pedra do Dragão

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Prisoner, prisoner, locked up
Can't get you off my mind, off my mind





Após a reunião, quando todos na sala chegaram a uma decisão, Aegon saiu furioso com a determinação de Rhaenyra. A sua saída abrupta fez com que ele derrubasse uma cadeira no caminho. Alicent observou a cena com um olhar de desgosto, os lábios franzidos em desaprovação enquanto girava os anéis nos seus dedos, claramente irritada com a atitude do filho. Ela colocou a mão na testa, cobrindo parte do rosto, preocupada com Aegon e as consequências das suas ações. Rhaenyra, notando a tensão, seguiu Aegon, tentando apaziguar a situação. Otto, por sua vez, apenas deu de ombros, como se a situação fosse apenas mais uma das muitas disputas da corte. Aemond, sem se envolver, saiu diretamente em direção à sua esposa, Helaena.

– VOCÊ FICOU LOUCA, RHAENYRA? – Aegon gritou, a sua voz reverberando pelos corredores enquanto ele marchava em direção ao seu quarto.


– VOCÊ FICOU LOUCA, RHAENYRA? – Aegon gritou, a sua voz reverberando pelos corredores enquanto ele marchava em direção ao seu quarto

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– AEGON, eu sou a rainha. Não posso colocar você em risco. Se você se senta no trono, o que te faz pensar que eles hesitariam em colocar a rainha em perigo? Certamente não. – Rhaenyra tentou manter a calma, respirando fundo enquanto o seguia.

– VOCÊ REALMENTE ACHA QUE EU PERMITIRIA ISSO? DEIXAR VOCÊ IR, COM O DAEMON? NUNCA! SÓ POR CIMA DO MEU CADÁVER! – Aegon se aproximou dela, apontando o dedo com raiva e angústia, o que apenas intensificava a tensão entre eles.

– Quantas vezes eu preciso dizer? Daemon é nosso tio, Aegon. Nós estamos casados agora, e você deveria ter um mínimo de confiança em mim, meu rei. – A expressão de Rhaenyra suavizou, e por um momento, Aegon pareceu reconsiderar.

Se alguém tiver que morrer, que seja eu. Se for para proteger os ovos dos nossos filhos, ou por você... Eu aceito morrer. Morrer de forma honrada, como um verdadeiro rei. – A voz de Aegon tremia, e por alguns instantes, o silêncio reinou entre eles.

– Já tomei a minha decisão, Aegon. Eu respeito-te, mas tenho muito mais experiência com dragões do que você. Eu irei. Desista dessa ideia. Os servos já estão preparando Syrax e tudo o que preciso, caso a viagem seja longa. – Rhaenyra tocou o rosto dele suavemente, tentando confortá-lo.

– Rhaenyra... Não vá. Eu imploro-te. – Aegon chorou, como uma criança desesperada ao perder algo precioso.

Rhaenyra começou a se afastar, mas algo estava errado. O seu rosto contorceu-se de dor e desconforto, e de repente, ela começou a vomitar. Um cheiro forte de vinho e mel tomou conta do ambiente, familiar, mas o vômito continuava. Os servos correram para ajudá-la, limpando a bagunça enquanto Aegon a observava com crescente preocupação.

Esposa? Você está bem? O que pode ter causado isso? Você alimentou-se direito? – Aegon estava visivelmente preocupado, olhando nos olhos dela, buscando respostas.

𝐎 𝐑𝐄𝐈 𝐏𝐄𝐑𝐕𝐄𝐑𝐒𝐎 ── 𝘙𝘩𝘢𝘦𝘨𝘰𝘯Histórias para pegar e não largar. Descubra agora