Quem já presenciou os imponentes cassinos e as luzes vibrantes da famosa cidade de Las Vegas sem dúvida deve saber que há uma intensa disputa entre a máfia turca "Lobos Cinzentos" e a máfia coreana "Dragon" pelo controle da cidade. Jeon Jungkook...
Olá meus amores! Voltei 😁 segundooo! Bora para mais um capítulo?
O capítulo hoje está pegado fogo 🔥
Quero dedicar esse capítulo a uma leitora muito especial que está aniversariando hoje SilmaraLamar Parabéns minha linda, te desejo tudo de bom pra sua vida 🎉🎉🎉
O capítulo de hoje contém hot 🔞 🥵 🔥
Sem mas delongas Boa leitura.
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Alivia meu estresse 😏
Namjoon
Eu sabia o que estava fazendo desde o minuto em que encostei minha moto em frente à mansão. O ronco do motor na madrugada silenciosa de Las Vegas não era um capricho sem sentido. Não, aquilo foi planejado. Um chamado. Um instrumento meu. Criei a situação perfeita para ele, Seokjin. Desde o segundo que o vi com Taehyung, lá na entrada da mansão do Jungkook, fiquei intrigado. Algo nele prendeu minha atenção de imediato. Queria ver até onde ele ia. Eu sou muito observador e notei o quão teimoso, impulsivo, e sem a menor noção de onde estava pisando ele é. O tipo exato de diversão que eu gosto. Patético foi Jungkook achar que, com um simples aviso, me afastaria do garoto. Como se tivesse algum tipo de controle. Eu até achei graça, na verdade. O que ele achava que era aquilo? Um pedido de camaradagem? Justiça? Jungkook faz o trabalho sujo pra mim, pro Dragon, nossa máfia, mas, honestamente, mesmo sendo meu braço direito, ele devia saber que não existe um dissolvente capaz de apagar meu interesse quando ele se firma. As coisas funcionam assim, eu vejo, eu desejo, e eu pego. Então lá estava eu, encostado na moto, o cigarro entre os dedos e o tempo do meu lado. Poderia esperar quantas horas fossem, porque eu sabia que ele viria. O garoto não consegue conter sua curiosidade, tampouco o desejo. E eu vi em seu jeito de me olhar, como ele estava me desejando. É como um farol piscando à distância... e ele estava indo direto na minha direção, preso entre as garras sem nem perceber ainda. O tipo de inocência perigosa que só me estimula a avançar.
Ouvi os passos, leves e cautelosos, ecoando pelo lado de fora. Um sorriso torto escapou dos meus lábios antes mesmo de eu virar a cabeça. Ele veio. E como o esperado, cheio de tentativas desajeitadas de ingressar no jogo. Acha que pode me fazer trabalhar pela caça. Hilariante. O cheiro de perigo exalando de cada palavra dele. Mal sabe que está metido no meio da maior máfia de Las Vegas, e que as regras aqui só refletem minhas vontades. Quando ele se aproximou de mim, dava pra ver nos olhos dele a mistura de curiosidade e atração. Me provocou... tentava bancar o espertinho. E eu? Só digeria tudo aquilo com uma satisfação silenciosa. O jogo tinha começado mesmo pra ele naquele momento, mas, pra mim, já estava rolando desde da primeira vez que os meus olhos caíram sobre ele. Ah, ele é um prato cheio de ingenuidade misturada com um toque de ousadia que me fazia querer antecipar o próximo passo. Ele não fazia ideia de onde tinha enfiado aqueles olhos brilhantes. Não sabia o quão afiado o dragão poderia ser. Mas tudo bem, eu gosto quando o rato pensa que é gato. Quando provoquei com aquela fala sobre ser o próprio perigo, esperava exatamente a reação que ele teve. Nada além de um riso nervoso, uma tentativa de manter a fachada de controle. Coitado, mal sabe que estar no controle é um luxo que não permito aos outros. Enquanto ele falava, os olhos dele desfilaram por mim como se tentassem me decifrar, ou me medir. Mas ele não tem idéia do quão grande esse jogo pode ficar. E pra falar a verdade, isso só faz tudo muito mais interessante. Toda essa situação, ele repassando falas afiadas, achando que estava por dentro dos meus movimentos, me dava uma leve satisfação. Respondi o desafio dele com um toque suave no rosto, quase brincando com a corda que sabia que apertava a cada toque feito. Quem vê de fora, vai parecer que ambos estão no controle dessa dança, mas no final das contas eu já decidi qual vai ser o ritmo. Jin só está longe demais da realidade pra perceber que ele não é o caçador aqui.