Carol 💋
O carro parou em um restaurante chique, já logo fiquei alerta.
— vem ca vira lata, como um bandido consegue ir pra restaurante chique?— levantei as sobrancelha olhando ele desligar o carro.
— morena, eu sou bandido exatamente por isso, gastar dinheiro que ralei esse tempo todo nessa vida, o meu rosto não é conhecido, nao sou procurado como meu pai ou como o TH, então da pra fazer ums role por aí.— argumentou e fez um carinho no meu rosto logo depois olhando pra sua mao — caralho saiu a argamassa.— zuou rindo
—tá vendo por que não te do chance?! Homem escroto— sai puta do carro ouvindo ele rir.
Esse homem só sabe me irrita mano.
—calma maluca, — ainda se acabando de rir.
— bora logo que já me arrependi— disse já andando na frente mas sou puxando pra trás.
—vai andar juntinho comigo — me olha sério que minhas pernas chaga a tremer, ele entrelaça as nossas mãos e anda junto até a porta.
Jesus, logo um bandido? Ele é lindo, cuidadoso, engraçado e meu filho gosta, mas não dá pra ter alguém assim do meu lado botando eu e meu filho em perigo.
Pensei tanto que só voltei pra realidade quando a gente já tava sentado na mesa.
— qual foi? Tá com cara de cu — perguntou.
— deve ser fome— falo olhando o cardápio.
Ele faz o mesmo e em 1 minutos nos olhamos de novo com um único pensamento.
— vamos embora — falamos juntos e levantamos.
Acontece que o burro fez reserva em um restaurante FRANCÊS, os pratos são de culinária francesa e não da pra entender NADA.
A gente entrou no carro rindo e decidiu voltar pro morro e comer um lanche lá.
— como pode ser tão burro? agora entendi por que virou bandido. — digo olhando pra ele.
— iala me tirou pra merda— ele gargalha dividinho o olhar entre a rua e eu — sou bandido mas sou estudado Morena.
— e porquê tá nessa vida então? — levanto a palta vendo ele Cesar a rir virando um sorriso maroto.
— e por que sou burro tlg Morena? Não burro de estudos e sim de sabedoria, podia ter um futuro bom mas escolhi a ambição, tive o olho maior que o coração.—ele continua.
—quando era muleke queria ser policial militar —ele rir— oh que fita, queria ser o que eu mas corro hoje em dia, mas acabou rápido isso. —virar o carro pra direita ele acerola.
— porque? — perguntou o olha com carinho, sei que ele não é santo, mas não tem cara de ser um demônio.
— cresci vendo o meu pai e os moleque na boca de fumo, mas mesmo assim eles não tiveram culpa de eu escolher esse caminho, meu pai até queria que eu seguisse esse sonho, mas ia ser foda o filho caçando o próprio pai, tive uma visão muito errada do Futuro, todos os meus amigos da escola que sofriam necessidade, entrava para poder ajudar a família, me senti culpado por um bom tempo por ter entrado por simplesmente querer dinheiro e poder— conta com a cara séria.
Já estamos quase chegando e eu não tava querendo entrar nesse assunto mas é melhor ser sincera também.
— É por essas coisas que eu penso que te dar uma chance seria difícil, o pai do Bernardo morreu numa troca de tiro, eu não quero botar a vida do meu filho e a minha em risco de novo, não quero que ele se apegue a alguém que pode não estar ali porque simplesmente não liga pra própria vida— argumento olhando para minhas unhas sentindo que tinha pesado o clima.
Lobo é um cara muito legal, eu não vou mentir falando que não sinto uam atração física por ele, ele é divertido e tenho um pouco de certeza que ele me faria feliz, mas o meu medo de perder alguém de novo ou de não ser da forma que eu tô pensando e maior.
— não vou mentir para tu não morena, do jeito que eu tô nessa vida, eu não posso sair assim tão fácil ou eu saio dessa morto ou preso de alguma forma.— gosto muito de tu e da sua criança— ele se interrompa para abaixar a janela e falar com o cara da barreira.
Continua olhando para ele sem nem ligar para ver que ele tava falando com cara eu só tava pensando na informação que me deu e das coisas tem uma leve pensada no futuro.
E nosso amor não seria fácil.
Essa é a dura realidade.
Um piscar de olhos a gente já tava na frente da lanchonete, pedimos dois x-tudo e uma Coca.
Pegamos o lanche decidimos comer no carro de frente para minha porta.
Ele é cheio de graça falando um monte de merda me fazendo rir igual um porco.
— acho que a gente vai ter que ser só amigos— enfiei a última parte do hambúrguer na boca mastigando olhando para ele e ele me olha querendo rir— que que é ?— pergunto de boca cheia.
— tá com a boca toda suja de maionese, parecendo uma mendinguinha passando fome — ele se acaba de rir e eu fico mais puta ainda batendo na perna dele.
— oh seu vira-lata foca no que eu tô falando! — limpa minha boca tomando o resto da minha coquinha.
— desculpa mendiguinha, desde que eu possa ficar perto de você e do Bernardo não ligo de ser seu amigo.— diz Mudando completamente a feição de risonho para sério de novo, nunca vou entender esse talento dele de ficar sério do nada.
— você é uma boa pessoa, Lobo ,mas tá na vida errada ou talvez só eu seja a pessoa errada para você— saiu do carro e me apoio na janela — obrigado pela noite,a gente se vê por aí e por favor cuidado com a rua.
Eu me virou de costas não esperando nenhuma palavra dele, na hora que eu vou abrir o portão, eu só escuto o grito do filha da puta.
— TCHAU FEITICEIRA — berra saindo com o carro.
Eu rio e entro em casa, vejo minha mãe dormindo no sofá com o óculos na cabeça, tiro o óculos e a cubro subindo a escada.
Tiro o salto e logo depois o vestido ficando no só de calcinha e sutiã.
Sento na casa do lado do meu filho.
— Desculpa meu bebê — sussurro para o meu filho deitadinho na minha cama.
Muitas crianças crescem sem figura paterna, e como mãe me destrói saber que não sou o suficiente pra completar esse figura pro meu filho, meu bebê não merece isso.
Vou tomar um banho e dormir minha luta não acabou.
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Acharam que ia ser fácil pra eles haha
Peço muito obrigado aqui quem COMENTAR
e CURTE a Fanfic Isso me deixa muito feliz, Ultimamente estou passando por alguns problemas que estão afetando não só minha mente mas o meu físico, então eu tô me esforçando muito para vir aqui escrever as coisas para vocês, obrigado meus amoreszinhos
🤍
BJS
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𝙉𝙤́𝙨 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙖 𝙩𝙤𝙙𝙤𝙨.
Storie d'amore["𝙚́ 𝙩𝙪𝙙𝙤 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤 𝙚 𝙣𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙚𝙡𝙚𝙨 𝙙𝙚𝙥𝙤𝙞𝙨 𝙙𝙚 𝙣𝙤́𝙨 𝙚́ 𝙣𝙤́𝙨 𝙙𝙚 𝙣𝙤𝙫𝙤"] Não aceito cópias
