Chapter 28 - Αναντιστοιχίες

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Olá! Não tenho muito a dizer, mas queria agradecer (aqui) antecipadamente pelos 300K de leituras. Eu comecei essa estória acreditando que não teria público, mas sempre me surpreendo quando recebo o carinho de vocês.

Deixo aqui o meu mais sincero "Muito obrigada!", de coração mesmo. :)

PS: estamos entrando em momentos difíceis na fanfic - se é que é possível piorar.

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Lauren Jauregui POV

Deus, eu estava cansada.

Só fui perceber o quão apertada era a agenda de dezembro quando acordei no dia seguinte ao show de talentos e percebi que era o dia da viagem a Los Angeles. Para a minha surpresa, ainda na semana anterior, os passaportes de toda a minha família se estabilizaram no sistema do governo, o que me permitiria viajar sem quaisquer problemas. Não sei exatamente o que Amber fez para que isso se solucionasse, mas foi muito bem resolvido.

Falando em show de talentos, minha apresentação foi um verdadeiro arraso. Recebi centenas de elogios tanto pessoalmente quanto em minhas redes sociais - mais especificamente na Hybris, é claro. Porém, de alguma forma, isso não fez com que eu subisse de nível e voltasse ao Popular. Ainda assim, o fato de receber uma atenção positiva de toda a escola me pareceu satisfatório o suficiente.

Ouvi alguns comentários sobre como eu tinha arquitetado e apresentado a canção como deveria ter acontecido no filme, mas não entendi exatamente o porquê daquilo. Em algum ponto, as pessoas pareciam acreditar que existiu uma voz que servia de apoio para a minha, mas eu negava constantemente as suposições de que fora um dueto.

Na quinta-feira, dia quinze de dezembro, embarcamos no avião fretado da Stanford pouco depois do almoço. Dividimos as equipes nas partes que delimitavam as classes do avião, e eu não pude deixar de me sentir incomodada - pela primeira vez em algum tempo - por estar na presença completa da minha equipe. Quero dizer, eu estava extremamente próxima da equipe feminina de vôlei àquela altura do campeonato (literalmente), então, preferia estar na outra divisória do avião.

Não tive muitas escolhas, no entanto.

A viagem até Los Angeles foi rápida e tranquila, não durando nem uma hora completa. Conversei periodicamente com o trio de garotas durante o voo, e me limitei a olhar para pontos específicos dentro da aeronave. Isso porque, alguns metros à minha direita e três assentos mais à frente, uma certa latina parecia me encarar sem se esforçar em esconder. Na única vez em que retribuí seu olhar fervente, pude notar que ela tinha a expressão fechada, apesar de ter a cabeça levemente tombada para o lado.

Aquilo, infelizmente, ainda fazia meu coração parecer o carnaval de Nova Orleans.

Pelo que pude notar também, Camila voltara a conversar com seus outros dois amigos, julgando o fato de que estavam sentados juntos. Troye ainda me olhava meio torto em determinadas vezes, mas comecei a entender o porquê - e, sinceramente, passei a ignorar mais que o normal. Olhar para a capitã, agora, tinha um outro significado para mim. Eu tentava a todo custo deixar as situações adversas de lado para conseguir pensar com clareza, mas não existia uma maneira convencional de fazer isso.

Bom, de qualquer forma, não era um assunto que eu queria começar a pensar durante o campeonato.

Diferente do NUC, o jogo em Los Angeles era único e aconteceria somente no dia dezesseis, o que não deu muita oportunidade para que eu conseguisse a atenção de Amber. Ela me parecia mais nervosa que tudo quando conversamos um pouco antes de seguirmos até a quadra em que aconteceria a final do campeonato, mas eu tentei deixá-la confortável à medida em que ela me deixava fazer isso.

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