Eles achavam que tinham o controle.
Que podiam ditar regras, escolher vencedores e apagar histórias, mas estavam errados.
No Internato Senju, tradição é sinônimo de prisão, e algumas garotas estão prestes a provar que ninguém pode silenciar uma rev...
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12 de abril 7:20 AM
— Se queremos acabar com Kizashi precisaremos de provas. Infelizmente só a minha palavra não tem como provar nada -Sakura desabafou para todos nós, digo todos porque Shikamaru também está participando. Com sua preguiça costumeira de sempre
— E vocês têm algum plano que me envolve, em mente não é ? -Shikamaru deduz como sempre
— Isso!! Preciso de uma ajuda sua – esperamos que ele fale alguma coisa mas ficou uns cinco minutos quieto com cara de preguiça
— Fala logo abacaxi ambulante, vai ajudar ou não ? –Tema pergunta já sem paciência
— Isso é um saco. Mas fazer oque não é mesmo, me diz aí, o que tenho que fazer?
Saky explicou o plano, consistia em uma operação de perseguição sigilosa, ou seja, eu e ele iriamos apenas vigiar o senhor Kizashi, segundo as informações de Sakura ele frequentemente saia nos finais de semanas sempre o mesmo horário e voltava sempre no mesmo horário.
Então todas deduzimos que ele estava fazendo alguma coisa em prol dos esquemas sujos dele e a nossa tarefa era conseguir alguma coisa que o incrimine de algum jeito
E cá estamos nós a umas duas horas escondidos a alguns metros de distância da casa dela vigiando pelo computador do abacaxi, o cara era um hacker de primeira conseguiu invadir o sistema de segurança em uns segundos. Tudo bem que o pai dele tinha uma empresa especializada nessa área na qual tornava isso fácil de algum jeito - mas o maluco é brabo - não vou negar
— Já não estou sentindo nada das pernas pra baixo de tanto esperar. Porque não viemos a hora que ele costuma sair? -Indaguei tentando esticar um pouco as pernas sem sucesso, já que, estávamos dentro do carro
— Melhor prevenir do que remediar, vai que ele resolve ir mais cedo - ele respondeu enquanto eu concordava
— Entendi - olhei pra frente novamente e depois de alguns minutos vimos ele se levantar da mesa de jantar, e depois seguir para o andar de cima, entrando no quarto.
Logo após uma meia hora ele saiu do quarto novamente, descendo a escada por fim cruzando a sala de estar saindo pela porta. Ficamos em alerta, e ele apareceu no nosso campo de visão destravando o carro entrando e por fim dando partida saindo logo em seguida.
O seguimos até uma praça na qual o senhor na casa dos quarenta estacionou o carro e saiu andando.
— E agora? –perguntei ainda seguindo o velho com o olhar, paramos em uma boa distância
— Continuamos seguindo - assenti e descemos do carro seguindo-o furtivamente
— Maldita hora que concordei com isso – resmunguei
— Você teve opção pelo menos, já eu fui praticamente obrigado, isso é um saco - revirei os olhos a cada cinco palavras que o garoto falava, dez era "que saco"