Breakthrough

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Primeiro capítulo do ano! Espero que tenham sentido falta. Essa capítulo está bem leve, e espero muito que gostem.

ATENÇÃO::: BÔNUS NO FIM DO CAPÍTULO, LEIAM APÓS #####

Boa leitura! <3

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   Sete dias haviam se passado desde então, Kara buscava de forma incessante por qualquer sinal do pequeno cão pela cidade, mas não encontrara nada relevante. Era sufocante chegar na L-Corp e se deparar com o olhar esperançoso de Lena, seguido da dor e decepção, mas tinha feito uma promessa e cumpriria com sua palavra.


– Sinto muito – pediu, mais uma vez e mais uma vez o brilho esperançoso nos olhos verdes se apagou. A morena acenou em decepção, comprimindo os lábios em uma linha fina. Kara se aproximou a uma distância considerável da mesa da cientista, vendo que a mulher havia voltado a se afundar nas pilhas de papéis. – Lena... – a chamou, recebendo apenas um murmúrio em resposta. – Nós vamos descobrir o que aconteceu, okay? – garantiu, em tom firme. A mulher a encarou por poucos segundos antes de voltar às pilhas de papéis. – Já está tarde, deixe-me leva-la em casa – pediu.

– Ainda não terminei – respondeu a contragosto.

– Por favor – aproximou-se ainda mais.

– Kara, eu realmente estou muito ocupada – relutou.

– Sabe que pode terminar amanhã – insistiu. – Por favor, Lena. Pela sua saúde – implorou. – Fazem dias que você tem chegado cedo e saído tarde, você sequer tem dormido bem – insistiu. Lena respirou fundo e soltou a caneta que estava em sua mão, olhando seriamente para a kryptoniana.

– Certo. Mas eu vou com meu motorista, Supergirl – adiantou-se, já levantando-se e arrumando sua mesa.

– Okay... – Kara assentiu a contragosto. A empresária pegou o telefone fixo em sua mesa, já discando o número conhecido.

– Oi, tudo bem? Estarei saindo em cinco minutos – a empresária anunciou, falando com o dono da voz masculina que atendeu o telefone. – Ah, certo. Eu entendo, sinto muito que isso tenha acontecido – o tom da mulher mudou drasticamente. – Não, por favor, vá ver sua filha. Pode usar o carro da empresa, não se preocupe – continuou, fazendo Kara prestar ainda mais atenção na conversa. – Eu insisto. Eu posso chamar um táxi, não tem problema alguma. Sim, por favor! Me manda notícias assim que possível – pediu. – Boa noite, até mais – despediu-se. Assim que desligou a chamada, a mulher respirou fundo antes de pegar sua bolsa e preparar-se para sair da sala.

– Está tudo bem? – a kryptoniana perguntou.

– Sim – respondeu simples.

– Deixe-me leva-la – insistiu.

– Eu vou pegar um táxi – respondeu impaciente, trancando algumas gavetas e apagando algumas luzes.

– Duvido que ache um a essa hora – rebateu. – Não seja teimosa, chegará mais rápido e em segurança – continuou.

– Eu odeio vôos, Supergirl. E isso incluiu o seu – manteve-se firme.

– Pois essa é uma ótima oportunidade para perder o medo de voar – a loira permaneceu insistente, o que parecia uma tortura para a impaciência de Lena que só queria já estar em seu apartamento.

– Eu não tenho medo. Apenas não gosto – rebateu. – Odeio ficar enjoada, sua supervelocidade só é agradável porque tem o metabolismo kryptoniano, se fosse humana, odiaria como qualquer pessoa normal.

Echoes Of A Destiny Shared - SupercorpHistórias para pegar e não largar. Descubra agora