𝐒𝐥𝐨𝐰 𝐏𝐨𝐬𝐭✵
Ser diferente é algo ruim? Para Alya, isso nunca havia sido um problema - até o dia em que dois vampiros encapuzados a interceptaram no caminho de volta da escola. Deixar a aconchegante Seoul para viver com sua família em uma cida...
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Clarice não entendia por que Alya estava tão revoltada com ela. Nada do que havia feito foi por vontade própria — que mãe seria feliz ao mandar sua única filha para longe?
Mas ela sabia que era necessário, se quisesse proteger Alya e seus outros dois filhos.
A situação entre Clarice e sua mãe nunca esteve tão crítica como agora.
Nix havia rebaixado Clarice assim que descobriu que ela estava grávida de um vampiro. Para Nix, era inadmissível que sua linhagem se misturasse com os frios. Após ser rebaixada, Clarise se tornou uma semideusa — e, por consequência, seus filhos também carregavam esse destino.
Tudo piorou quando Alya descobriu seu dom, que, ao contrário do esperado, não havia se manifestado na infância. Clarice acreditava que a sorte estava ao seu lado, que talvez Alya pudesse escapar desse fardo. Mas tudo desmoronou quando, em uma crise de emoções, Alya fez toda a turma de ciências no fundamental flutuar. Naquele momento, Clarice soube que a situação estava longe de estar sob controle.
— Eu não vou fazer isso! — Alya disse, a voz afiada, os olhos faiscando com raiva.
— Você sabe que em todo aniversário dela precisamos fazer isso — disse Clarice, com a voz baixa e calma. Sabia que o temperamento da filha andava instável, os picos de raiva cada vez mais intensos.
— Eu nunca precisei fazer isso antes, por que agora?! — Alya cruzou os braços, o olhar fixo na mãe.
Clarice respirou fundo.
— Porque agora você está aqui, com a gente. Por isso você precisa fazer.
Alya soltou uma risada sarcástica.
— Estar aqui não muda nada. Você acha mesmo que ela se importa? — Os olhos dela brilhavam com um tom escuro, perigoso. — Eu não entendo... por que comemorar o aniversário de alguém que claramente te odeia? Que nos odeia? Como você consegue simplesmente se manter calma e agir como se nada tivesse acontecido?
Clarice manteve a expressão serena, mas o aperto no peito foi inevitável.
— Porque isso é o que se espera de nós — respondeu.