Bruno...
O sol da tarde bate forte no asfalto, e aqui estou eu, cercado por curiosos e meus colegas policiais, a minha casa destruída, um palco de guerra.
Os últimos dois dias foram um turbilhão. O atentado na praia, a perda do meu filho que nem sabia da sua existência ainda, o ataque a Thiago no hospital, a invasão na minha casa... Tudo uma armadilha montada por minha querida sogrinha e meu "amigo" Fábio. Duas cobras venenosas que buscam destruir a minha família.
A cada segundo que passa, a minha fúria aumenta, um vulcão prestes a entrar em erupção. É como se estivessem tentando me destruir por dentro, arrancando tudo que eu amo.
E neste momento, observo Isabella, prestes a entrar no carro. Seu olhar encontra o meu, e consigo ver a sua insegurança, seu medo, sua angústia. Ela está relutante, mas é preciso, quero ela segura com meus dois filhos. Não posso mais permitir que eles os machuquem.
Bruno- minha doce Isabella, vou cuidar de tudo pra te ter aqui comigo, vou fazê-los pagar. -sussurro, a voz rouca e cheia de desespero.
Ela assente, os olhos marejados, e entra no carro. O motor ruge, e eles se vão, deixando-me sozinho com a dor, a fúria e a promessa de vingança.
Fábio, sogra, vocês se meteram com o homem errado. E agora vão pagar por tudo.
O rugido do motor do carro de Isabella ainda ecoa nos meus ouvidos, e a imagem de seu rosto, cheio de medo e angústia, me assombra. Minha fúria é um incêndio que consome tudo em seu caminho.
Neto- Capitão, o esquadrão bomba já desativou a bomba, podemos entrar agora. -diz Neto, com a voz firme de quem está ali para manter a ordem no caos.
Bruno- Beleza. -respondo automaticamente, os olhos ainda fixos na estrada por onde Isabella se afastou. Cada segundo que passa é uma eternidade. Preciso agir rápido.
De repente, um novo problema surge, como se o universo quisesse me torturar ainda mais.
Mathias- Já está chegando os jornalistas, eles não podem entrar na casa. -diz, com a preocupação transparecendo em sua voz.
Bruno- Eles não vão entrar, é propriedade privada, minha casa, e não dou permissão. -respondo com um tom de voz glacial, os dentes cerrados, a fúria reprimida pulsando em minhas veias.
Neto e Mathias se entreolham, um olhar de quem sabe que estou no limite, que a qualquer momento posso explodir. Mas a minha fúria é um fogo que só eu posso controlar. E a minha justiça vai ser servida.
Então, vamos para a porta da minha casa e vejo já umas equipes de jornalistas prestes a entrar.
Bruno- Ei, quem deu a autorização pra entrar? -digo já irritado, a minha paciência se esgotando.
Repórter- Capitão, estamos fazendo o nosso trabalho. - responde um dos jornalistas, com a frieza de quem está acostumado a enfrentar pessoas como eu. Mas eles não sabem com quem estão lidando.
Bruno- aqui vocês não entram. -rosno, os punhos cerrados.
A minha voz é um trovão que ecoa na rua, ameaçando desabar sobre eles. A fúria me invade, a dor e a vingança se misturam em um coquetel explosivo. E eu não vou me deixar humilhar por mais ninguém.
Repórter- o capitão do bope está impedindo o nosso trabalho. -diz para a filmagem.
Bruno- Não, vocês podem filmar, fazer o trabalho de vocês, agora dentro da minha casa vocês não entram, aqui é privado e eu não dou a autorização. -A cada palavra que sai da minha boca, a minha fúria parece aumentar. Eles vão aprender a me respeitar.
Os jornalistas hesitam, mas não se movem. A câmera ainda está apontada para mim. O repórter tenta se aproximar, mas eu levanto a mão e o impedindo.
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Meu Ex-Marido Obsessivo.
Fiksi PenggemarEle: você me deixa louco, seu corpo, seu cheiro, sua boca, aaah minha doce menina como eu te desejo... você é só minha!somente minha de mais ninguém! ........ Eles são pessoas totalmente opostas.. Ele é tenente, coronel do BOPE do estado do Rio de j...
