EPI.11

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————————— Ume é Shanks estão em êxtase

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————————— Ume é Shanks estão em êxtase.A noite já ia alta quando Shanks e Ume deixaram o convés. A música havia silenciado, e só o som das ondas batendo contra o casco preenchia o silêncio entre eles. Não havia mais palavras — apenas olhares. Os dedos de Shanks entrelaçados aos de Ume pareciam arder, e cada passo até os aposentos dele era uma promessa não dita.A porta mal se fechou e Shanks a empurrou suavemente contra ela, o corpo colando-se ao dela com um calor que fazia o ar pesar. Os olhos de Ume brilhavam com uma mistura de desafio e rendição, como se esperasse por aquele momento há muito tempo,e mesmo assim, sentisse cada segundo como se fosse a primeira vez.

—— você tem ideia do que fez comigo essa noite? — ele sussurrou rouco, os lábios roçando a curva de seu pescoço.

Ume arqueou o corpo contra o dele, sentindo a firmeza de seu peito e a fome em seu toque.

—— tenho e faria tudo de novo.

Ele sorriu de lado,a mão deslizando pelas costas dela,até segurar sua cintura e puxá-la com força, colando os corpos. O beijo veio voraz, sem mais palavras. Línguas se encontrando num ritmo já ansioso, bocas entreabertas,respirações entrecortadas.Era como se todo o autocontrole tivesse sido deixado do lado de fora da porta.

Shanks a ergueu sem esforço, e Ume envolveu a cintura dele com as pernas, deixando que ele a levasse até a cama desfeita, com os lençóis amassados como se já estivessem à espera.Ele a deitou com cuidado,mas o olhar era faminto.As mãos dele exploravam cada pedaço de sua pele com reverência e desejo,como se quisesse decorá-la com os dedos.O vestido caiu lentamente, revelando a curva dos ombros, o pescoço, e então todo o corpo.

——você e linda demais.......pra esse mundo — murmurou, passando os lábios devagar por sua clavícula.

Ume solto um suspiro baixo,arqueando o quadril quando ele a tocou.O toque era quente, firme, e ao mesmo tempo cuidadoso.Ele conhecia os caminhos do prazer como se tivesse esperado toda a vida para explorá-los nela. Beijos desciam por sua pele com ritmo torturante, enquanto as mãos dela cravavam-se em seus cabelos ruivos, puxando-o para mais perto, pedindo por mais.

Shanks tiro a camisa devagar, deixando o peito à mostra. As cicatrizes contavam histórias de batalhas, mas nenhuma era tão intensa quanto aquela que viviam agora.Quando seus corpos finalmente se uniram, o quarto pareceu suspirar com eles.Cada movimento era profundo, carregado de entrega e intensidade crua. Ume o recebia com gemidos abafados, unhas marcando a pele dele, enquanto os dois se perdiam no calor um do outro.

Não havia pressa,mas também não havia pausa. Era desejo contido demais, tempo perdido demais. A cada estocada, Shanks sussurrava o nome dela contra sua pele, e ela respondia com beijos que queimavam. Era cru, íntimo, e ao mesmo tempo quase reverente. Os dois dançavam num ritmo só deles, e o mundo lá fora deixava de existir.

Quando o clímax veio, foi como uma onda violenta e doce ao mesmo tempo, fazendo os dois arquearem juntos, ofegantes,suados, completamente tomados um pelo outro.Por um tempo, só o som dos corações acelerados preenchia o quarto.

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