Dependurada na tromba do elefante

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Capitulo 4.

Quando Olhei para aquele ser dependurado na tromba de meu elefante, eu não parava de pensar em nosso povo que estava ainda sequestrado pelo povo dela.
E a algum tempo o que eu mais sentia era raiva,muita raiva ,minha vontade era ,colocar ela no chão e pisotear seu corpo ate não sobrar nada dela para ser lembrado, igual o que eles fizeram com alguns membros de meu bloco, o bloco dois do Espirito santo,pais e mães que não mas criarão seus filhos .filhos estes que agora estão sob nossa tutela em creches comunais, aos cuidados de auxiliares competentes e parentes proximos.
Isaias clark meu comandante carregava ao meu lado outra garota que choramingava o tempo todo ,quase senti pena dela, Quase, porque ai eu lembrei o porque de eles não merecerem minha piedade. eles tinhão que sofrer,eles nao foram misericordiosos conosco.e porque nos tinhamos que ser.
ninguem toca como eles tocaram a quem amamos sem se arrependerem de seus atos,com este golpe esperavamos enviar a eles do bloco seis do Rio de janeiro um recado. "nossas familias não ficariam por mais tempo longe de nós, elas nos seriam devolvidas ou mais de sua gente sofreria em nossas mãos."pensava Luciano olhando para sua cativa desacordada.
Nossas caras estavam pintadas com tinta militar ,pareciamos de outro mundo,principalmente quando usavamos animais em nossas incursões para confundirmos os nossos inimigos .praferiamos que eles nos achassem uns selvagens do que eles realmente saberem quem somos realmente, e esta tatica era sempre melhor para defendermos nossas casas e familias, mas não se engane por traz de tudo isso nossas tropas armadas com armas de ultima geração nos davam apoio tatico nas nossas guerras, e isso meu amigo era gerra.
As lembranças do ataque do bloco seis do Rio de janeiro ainda estavam bem vividas em minha mente me perturbando e deixando cada vez mais irado. E ao olhar aquela garota ali tão a minha merce,sorri pois sei que ela vai sofrer bastante antes de seu povo nos pagar o resgate por suas vidas. E o preço era nossa gente de volta a suas casas e familias.

flash back onn

Noite do ataque ES

a mais de uma semana tudo estava calmo e tranquilo, algumas familias aproveitavam para se divertirem no centro de nosso bloco,alias meu bloco e o dois de meu distrito ou municipio. outras familias ja dormiam em paz em suas camas ,casais de namorados passavam por mim abraçados, cumprimentei Lucan meu amigo de longa data.mas precisamente sempre fomos amigos. sua mãe morava na habitação ao longo do meu andar,e a minha mãe tambem era amiga de infancia da dele, Mara andrade era sua namorada. e sempre estava implicando comigo,pois sempre estavamos juntos e me perguntava constantemente quando eu iria arrumar uma namorada, eu ja havia esperimentado uma vez os perigos do amor. e decidi que quando acontessece de verdade dessa vez ai era outro papo. gente eu e que não ia mexer no vespeiro por vontade propria ta doido rsrs, patrulhavamos juntos e ate tiravamos folgas juntos para caçar,modestia a parte eu sempre fui um bom caçador, mas ele tambem não deixava a desejar,vejo Camila maia vindo em minha direção e me despeço deles, ela tem uma quedinha por mim,sei que tem.não que eu seja convencido, que isso longe de mim tal coisa rsrs,mas o caso e o seguinte a muito tempo atraz graças a Deus eu e ela estivemos envolvidos e não deu muito certo.ela e meio grudenta e eu gosto de liberdade,mas voltando ao assunto. tudo estava tranquilo os guardas estavam um pouco mais relaxados afinal nosso lider, Carlos sampaoi tinha voltado com boas noticias do bloco do Rio de janeiro.firmariamos uma aliança para comercializarmos nossos produtos com eles.estava indo tudo bem ate que tudo expodiu ao nosso redor.Lucan caiu com Mara e eu atraz da fonte, apos a explosão me levantei meio tonto e puxei comigo Camila e corri para o armario onde guardavamos as armas de emergencia. e me preparei para o confronto ,Camila assustada me segurava por traz de minha camisa me virei e olhei pra ela feio. e lhe disse mais bravo aida, presta atenção garota estamos sob ataque, pega logo esta porcaria de arma e coloque essa cabeça na ação. Disse eu me resguardando atraz de um pilar de sustenção.Lucan fez o mesmo que eu, mas antes pegou Mara e enfiou ela no armario do zelador, foi ate onde estavam as armas e se equipou com uma mini metralhadora como a minha ,e começou a atirar em homens armados vestidos com o uniforme do bloco seis do Rio de janeiro. quase não pude acreditar, era uma armação todo aquela conversa e acordo de livre comercio entre eles e nos. O que eles querião afinal de nos. Ah aqueles bastardos, atirei e matei tantos quanto pude. e quando todo terminou enfim. duas horas depois Lucan tirava do armario do zelador uma Mara muito assustada, nosso lider Carlos sampaio reuniu os seus conselheiros e foram todos juntos com seus oficiais para traçar a melhor tatica para resolvermos tudo o que se passou aqui. e para que os culpados fossem punidos. Recolhemos nossos mortos e feridos demos a eles nossas homenagens, a cada um deles. contamos nossos desaparecidos. Não eram muitos mas eram nossos. Nos incineramos os corpos de nossos inimigos lambemos nossas ferida e patirmos para o contra ataque bloco seis sofreria como nos estavamos sofrendo agora ou ate mais.

flash back off

Acordei meio que atordoada e demorei a me situar, foi ai que vi o tamanho do perigo que me aguardava,e eu quiz desmaiar mais uma vez. pendurada na tromba de um elefante de cabeça para baixo so dava para ver mato, mas derepente fui sacudida e posta quase que a mesma altura dos olhos do elefante, mas não foi ele quem eu vi me olhar com furia,e seu olhar me dizia que eu sofreria e muito em suas mãos ate chegar o meu fim.
Ao meu lado pude ver mais gente na mesma situação que eu, Ana do bloco nove não parava de sangrar pendurada na tromba de outra horrivel besta.animais que eu vi uma vez em meu zoologico e de resto somente em livros,se alguem me contasse que hoje eu veria e estaria na tromba de um bicho desses eu teria rido dele.mas em fim quem diria que estes bichos estariam ainda vivendo entre nós em um tempo onde até a agua era escassa,choraminguei pois não sabia onde estavamos indo,ou o que estes homens montados nestes animais queriam de nos,mas de ma coisa eu tinha certeza.eu não iria morrer sem lutar, e lutar muito antes.andamos mais algun tempo seguro por estes animais,e eu ainda meio enfraquecida auternava entre a conciencia e a inconciencia,derrepente senti a tropa parar abruptamente,fingi que ainda estava inconciente, e fui colocada no chão delicadamente para minha surpresa, me levantei ainda meio tonta e coloquei a mão sobre minha faca que sempre ficava escondida em uma fivela presa em meu tornozelo, o homem que me carregou ate aqui na tromba do elefante fez sinal negativo com a cabeça para mim. Apalpei meu tornozelo so para descobrir que ela ja não estava mais lá, me coloquei em guarda mesmo assim.mas ao olhar para os lados vi uma grande manda de elefantes com seus condutores me olharem com olhos ferozes,faziam de conta que eu não era nada,nem digna de uma luta qualquer.senti uma picada em meu pescoço e então somente a escuridão, eu obtive por compahia novamente.imagens de eu menina,moça, treinando com o meu irmão rodavam em meus sonhos,era quase que impossivel não me entregar aquele doce entorpecimento,sussurros e vozes auteradas me chegava aos ouvidos,eu fazia força para tentar acorda , mas cada vez que eu tentava, mais a escuridão se intencificava ao meu redor,era o meu fim pensava eu,mas não deixei nem um minuto de ter fé em Deus,eu ia sair dessa eu tinha certeza,pois minha mãe jamais deixava de orar por mim.

Nota: não deixem de comentar, sua opnião é muito importanta para mim. Um abraço e ate a proxima queridos S2.

TERRA DE NINGUEMOnde histórias criam vida. Descubra agora