Capitulo 109

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Meta 12

Violetta✨🎹

- O que é que se passou ?

- A Ludmila , teve um acidente de carro e está no hospital

Eles levantam -se todos das cadeiras

- Eu tenho que ir para o hospital ver o que se está a passar- digo a pegar nas minhas coisas

- Tem calma , nós vamos contigo- eles dizem a pegar nas coisas

- A Angie ?

- Ela já deve saber não sei , vamos - digo

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Nunca uma viagem demorou tanto na minha vida
Quando chego ao hospital , vamos á procura para ver se os encontramos

Se acontecer alguma coisa á Ludmila , nunca me irei perdoar

Nós discutimos uma com a outra e talvez se isso não tivesse acontecido ela não estaria nervosa, e nunca estaria nesta situação

Finalmente encontramos- os , já lá estão todos

- Onde é que está a minha irmã ?! - digo a correr assim que os vejo e a Angie vem ter comigo

- Tem calma Vilu - ela tem os olhos cheios de lágrimas

- Angie , eu não a posso perder percebes , eu tenho que a ver - digo a chorar

- Filha

- Pai - digo e abraço -o a chorar - A culpa é toda minha - digo baixo só para eu ouvir

- Ninguém tem culpa bebé , pode acontecer

- Não tu não entendes , nós discutimos ao telefone , e muito, a culpa é minha , toda minha

- ela vai ficar bem , e não te culpes sim - o meu pai diz a levar -me para uma cadeira

Percebo-te perfeitamente, Mariana — queres que essa angústia do hospital una o grupo de certa forma, mas também que seja um ponto de explosão entre a Violetta e a Lara. Faz todo o sentido, especialmente com o desgaste emocional que todos estão a sentir, e com a Vilu ainda se sentindo culpada.

Aqui vai um desenvolvimento da cena, mantendo esse tom intenso, emotivo e cinematográfico, com foco no desgaste emocional, reconciliação parcial com o grupo... e depois o clímax na discussão entre a Violetta e a Lara.

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Já passaram mais de três horas.

Três longas horas num hospital onde o tempo não passa. Onde cada segundo arrasta o peso do medo.

Estamos todos sentados, espalhados pelas cadeiras frias da sala de espera. Ninguém fala muito. O silêncio já não é constrangedor. É pesado. É real.

O Frederico não se mexe do mesmo lugar desde que chegámos. Está branco. Com as mãos entrelaçadas e o olhar perdido. Nunca o vi assim. Eu só quero agarrá-lo e dizer que vai correr tudo bem. Mas nem eu consigo acreditar nisso a esta altura.

Leonetta(uma Nova Vida)Onde histórias criam vida. Descubra agora